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	<title>fernando de holanda &#187; Diversos</title>
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	<description>comunicação + política</description>
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		<title>A #novapolítica e a difícil escolha do ativismo político</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jul 2011 15:37:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>

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		<description><![CDATA[Participar ativamente da política no Brasil não é uma coisa fácil. Não obstante as tantas outras demandas pessoais que se apresentam neste chamado tempo pós-moderno, a escolha de um canal de vazão à construção e defesa de uma latente ideologia política não é simples. As possibilidades se apresentam de forma caótica, sem padrões de funcionamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Participar ativamente da política no Brasil não é uma coisa fácil.  Não obstante as tantas outras demandas pessoais que se apresentam neste chamado tempo pós-moderno, a escolha de um canal de vazão à construção e defesa de uma latente ideologia política não é simples. </p>
<p>As possibilidades se apresentam de forma caótica, sem padrões de funcionamento como as demais searas da vida (profissão, educação, família, etc.). É o caso dos movimentos sociais, partidos políticos e associações de classe. Por trás de seus organismos, encontram-se estruturas hierárquicas embriagadas pelo egocentrismo e pela falta de objetividade. A impressão que dá é que a política não se renovou no âmago da sociedade, o que justifica a <a href="http://www.youtube.com/watch?v=_q965dQOaMU">falência do sistema político-representativo institucional</a>. </p>
<p>Àqueles que buscam um engajamento, resta continuar procurando (e convivendo com um sentimento de potencial frustração) ou se render àquilo que se apresenta como viável, ainda que, para julgá-lo, seja preciso &#8211; ou muito relevante &#8211; experimentá-lo. Me considero uma dessas pessoas que ainda não acertou o prumo do ativismo político. As experiências com o movimento estudantil, o voluntariado e a filiação partidária nunca foram suficientes para garantir-me a sensação de que o caminho poderia ser traçado por ali. Neste ínterim, a inquietação e a certeza da vocação inata permanecem intactos, ainda que alimentados de forma passiva pela busca do conhecimento e algumas poucas oportunidades de debater e se expressar. </p>
<p>Eis que neste domingão de Sol, percebi que <a href="http://www.minhamarina.org.br/blog/2011/07/leia-a-carta-de-desfiliacao-enviada-a-direcao-do-partido-verde/">o ato de desfiliação do grupo ligado à ex-Senadora Marina Silva</a> parece ser um reflexo exato deste sentimento. Pensei que, guardadas as devidas proporções, eu posso não estar sozinho. Fiquei com a sensação de que pesquisar sobre o tal movimento &#8211; que, sem nome, é designado nas redes sociais apenas pela hastag #novapolítica &#8211; pode ser uma alternativa que me dê clareza sobre esses possíveis caminhos. E, citando o poeta Caetano Veloso, buscar, através da política, &#8220;capturar as forças regenerativas da sociedade e trabalhar a partir delas&#8221;. &#8220;Ou não&#8221;.</p>
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		<title>A Via Mangue não resolve todo o problema!</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jun 2011 17:23:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião Política]]></category>

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		<description><![CDATA[A Via Mangue é uma importante obra viária para o Recife. Ainda que a Prefeitura exagere um bocado na defesa do projeto &#8211; tanto no seu anúncio quanto na campanha publicitária -, é indubitável os benefícios que ele trará ao trânsito da cidade. No entanto, é preciso desmistificar estes benefícios, separando o que é valorização [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Via Mangue é uma importante obra viária para o Recife. Ainda que a Prefeitura exagere um bocado na defesa do projeto &#8211; tanto no seu anúncio quanto na campanha publicitária -, é indubitável os benefícios que ele trará ao trânsito da cidade. No entanto, é preciso desmistificar estes benefícios, separando o que é valorização política (joio) da sua verdadeira funcionalidade (trigo).</p>
<p>Uma rápida busca no Google pela palavra-chave &#8220;via mangue&#8221; revela o quão enganada pode estar a atual gestão municipal. Um dos primeiros resultados para esta busca apresenta uma página do website da PCR que descreve a a Via Mangue como o &#8220;projeto que resolverá os problemas de trânsito da Zona Sul recifense&#8221;. Ora, qualquer cidadão de bem sabe que o complexo trânsito da Zona Sul &#8211; que, diga-se de passagem, vai muito além do trecho contemplado &#8211; não se resolve com uma única obra, ainda que esta tenha o porte de uma Via Mangue. Os gargalos da Imbiribeira, Piedade e IPSEP, continuarão lá, sofrendo ainda mais com o provável aumento de fluxo gerado por este novo acesso.</p>
<p>Quem transita diariamente nos trechos críticos da cidade sabe que os congestionamentos são causados muito mais por causa da manutenção, fiscalização e educação do trânsito do que pela quantidade de ruas disponíveis para se fazerem os trajetos. É óbvio que, quanto mais espaço, maior será a vazão de veículos, mas isso não signitica que não teremos mais problemas com aquele caminhão de bebidas que estaciona indevidamente ou com aquele buraco que todo mundo insiste em desviar.</p>
<p>Até que a Via Mangue fique pronta &#8211; daqui a trinta meses, segundo a PCR -, o Recife deverá ganhar mais de cem mil novos veículos, considerando-se que não haverá grandes alterações no volume mensal de vendas de carros zero quilômetro na cidade. Neste ínterim, projetos imobiliários como o Shopping Rio Mar, o condomínio de edifícios empresarias projetado para o Cais José Estelita e o projeto Porto Novo deverão aumentar significativamente o fluxo de veículos entre o Centro e o bairro de Boa Viagem, tornando ainda mais crítico o gargalo de trechos não contemplados no projeto, como a ligação entre o Viaduto Capitão Temudo e a Ponte Paulo Guerra.</p>
<p>Isso significa que, muito além do que comemorar a aprovação do orçamento para a construção da Via Mangue, a Prefeitura precisa definir e implementar um verdadeiro plano de mobilidade para o Recife, um conjunto de ações que resolva o transporte público, a manutenção das vias, a fiscalização do trânsito e a legislação de uso e ocupação do solo. Sabe-se que esta solução não se dará do dia para noite, mas é preciso que o gestor público trabalhe &#8211; e rápido &#8211; para que ela aconteça. O recifense não pode esperar trinta meses por uma única obra enquanto a cidade permanece congestionada em diversos pontos.</p>
<p>A Via Mangue irá melhorar significativamente o trânsito da Zona Sul, mas não resolverá o problema da mobilidade no Recife. Enquanto a Prefeitura não pensá-lo como um todo, o horário do rush só aumentará e qualquer chuva se tornará motivo de pânico para quem precisa atravessar a cidade após o expediente. </p>
<p><em>PS: Quem não conhece o projeto pode conferí-lo no vídeo abaixo:<br />
</em><br />
<iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/zlwuR0-x-Rc" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>O fim das torcidas organizadas em Pernambuco: quem perderia com isso?</title>
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		<pubDate>Mon, 02 May 2011 14:16:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Publicado originalmente no Blog do Torcedor Por Fernando Holanda* A proibição das torcidas organizadas nos últimos jogos do Campeonato Pernambucano 2011 parece ser uma luz no fim do túnel. Do túnel da cegueira que se tornou a segurança pública nos estádios de futebol brasileiros. Ora, minha amiga, a segurança pública é responsabilidade do Estado, não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Publicado originalmente no <a href="http://jc3.uol.com.br/blogs/blogdotorcedor/canais/vozdotorcedor/2011/04/28/o_fim_das_torcidas_organizadas_em_pernambuco_quem_perderia_com_isso_99188.php">Blog do Torcedor</a></p>
<p>Por Fernando Holanda*</p>
<p>A proibição das torcidas organizadas nos últimos jogos do Campeonato Pernambucano 2011 parece ser uma luz no fim do túnel. Do túnel da cegueira que se tornou a segurança pública nos estádios de futebol brasileiros.</p>
<p>Ora, minha amiga, a segurança pública é responsabilidade do Estado, não é? E este, o que tem feito ao longo dos anos? Eu respondo: tentar tapar o Sol com a peneira. É o caso do Juizado Especial do Torcedor &#8211; um devaneio magistral &#8211; e a proibição da venda de bebidas alcoólicas dentro dos estádios. Não que não tenha havido avanços, isso houve e os indicadores estão aí para comprovar &#8211; ainda que você saiba lá qual é a fonte.</p>
<p>O fato é que o cidadão de bem não se sente seguro de frequentar os estádios de futebol já há um bom tempo. E quando a coisa esquenta, o campeonato (finalmente) se torna interessante, aí é que não dá mesmo, amigo! Isso por que, nestas horas, alguns poucos milhares de cidadãos em busca de identidade, cidadania e dignidade, encontram na força e na violência uma forma de autoafirmação, chamando este ato de torcer. Brasil afora, este perfil se repete, respaldado pelo mesmo contexto socioeconômico e apatia do Poder Público.</p>
<p>Em Pernambuco, a coisa não é diferente. As torcidas organizadas ditam o clima de insegurança na Ilha do Retiro, nos Aflitos e no Arruda. Como se já não bastasse a marginalidade e criminalidade que rondam os estádios, o cidadão ainda é obrigado a conviver com este tipo de bandido dentro deles. Se eu prego um apharteid social? É claro que não. Eu, como qualquer outro cidadão de bem, só quer torcer pelo seu time de forma pacífica e para isso não importa a cor ou classe social de quem esteja ao meu lado. No entanto, paz é uma coisa difícil de se ver em dia de clássico por aqui, seja ele das emoções, das multidões ou da casa do chapéu.</p>
<p>Como se isso já não bastasse, estas tais torcidas ainda são financiadas! Isso mesmo, minha amiga. Enquanto você e sua família desembolsam uma nota para assistir ao jogo do seu time do coração, esses bandidos entram de graça no estádio! Seja através das cortesias dadas pelos clubes a pessoas que nem sequer são associadas, seja por programas ligados à recolha de Notas Fiscais por parte de pessoas majoritariamente com baixo poder aquisitivo, a verdade é que a presença destas torcidas é gratuita, assim como a violência gerada por elas.</p>
<p>Você há de convir que, tanto em Pernambuco quanto no Brasil, é bem difícil haver um caso de violência em estádios de futebol na qual estes marginais não estejam envolvidos, não é mesmo? &#8220;Ah, mas o espetáculo fica mais bonito!&#8221;. Fica uma ova, bonito mesmo é quando o torcedor frequenta o estádio, contribui com o clube e apoia o seu time, como fazem os quase 58 milhões de torcedores do Barcelona espalhados pelo mundo. &#8220;Ah, mas aí é diferente!&#8221;. Bom, em relação a isso não há dúvida. Primeiro por que o Estado entende que segurança pública é, principalmente, subproduto de suas funções. Depois por que não se confunde democracia de acesso ao esporte com conivência com a violência.</p>
<p>E aí, qual é a solução, então? Simples: acabar, proibir, execrar estas facções de torcedores e organizar a torcida e o campeonato. Um clube não precisa que sua torcida esteja setorizada, segregada, carregando uma infinidade de bandeiras e identidades diferentes da sua. Um estádio não precisa de tantas grades, cavalos e armas quando o que está em jogo é algo tão nobre quanto o esporte. E, por fim, a sociedade não precisa de um bando de vândalos organizados e respaldados por suas instituições.</p>
<p>O futebol de Pernambuco e do Brasil não perderia absolutamente nada com o fim das torcidas organizadas. Cabe ao Poder Público tornar a medida que as proíbe de entrar nos estádios nos últimos jogos do Pernambucano 2011 uma lei definitiva. Fazendo isso, Pernambuco estaria livrando centenas de milhares de torcedores, moradores e passageiros de ônibus desta praga. Tenho certeza que você, que gosta de frequentar o estádio e não o faz com tanta frequência quanto gostaria, há de concordar comigo.</p>
<p>*Fernando de Holanda é profissional da área de marketing</p>
<p>Nota: O texto não reflete, necessariamente, a opinião do Blog do Torcedor.</p>
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		<title>Projeto Novos Horizontes</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jan 2011 00:28:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>

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		<description><![CDATA[O Projeto Novos Horizontes é uma iniciativa de apoio à manutenção e melhoria do Centro de Reabilitação do IMIP &#8211; Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira. Através uma campanha de doações financeiras de pessoas físicas e jurídicas, batizada como &#8220;Adote um Amigo Especial&#8221;, o projeto tem como objetivo tornar o centro uma referência nacional [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Projeto Novos Horizontes é uma iniciativa de apoio à manutenção e melhoria do Centro de Reabilitação do IMIP &#8211; Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira. Através uma campanha de doações financeiras de pessoas físicas e jurídicas, batizada como &#8220;Adote um Amigo Especial&#8221;, o projeto tem como objetivo tornar o centro uma referência nacional no tratamento de pessoas com problemas motores e de locomoção. </p>
<p>A iniciativa é da engenheira Manuela Modesto Dantas, funcionária da Odebrecht, que foi vítima de um grave acidente de automóvel em abril de 2010, quando se dirigia para uma obra da empresa no sertão de Pernambuco. A lesão que a fez precisar de um grande esforço de reabilitação também chamou-lhe a atenção para a grande quantidade de pernambucanos que precisa deste tipo de tratamento, mas, infelizmente, não pode contar com um serviço de alto nível sem sair do estado. Ainda em fase de tratamento, Manuela vem mobilizando pessoas e organizações através da Internet para colaborarem com o Centro de Reabilitação do IMIP, único hospital ligado ao SUS que oferece este serviço em Pernambuco.</p>
<p>O conteúdo da mensagem circulada por ela através de e-mail segue abaixo. Quem se interessar em colaborar pode preencher o formulário disponível nesta página, que será enviado à Fundação Alice Figueira de Apoio ao IMIP. </p>
<p>Vale a pena colaborar!</p>
<p><em>&#8220;Queridos Amigos,</p>
<p>Boa Tarde!</p>
<p>Fico feliz de conversar hoje com vocês sobre um assunto muito importante para a nossa sociedade, mas, inicialmente, vou contar para vocês um pouco da minha história para que entendam o contexto do desenvolvimento do Projeto Novos Horizontes.</p>
<p>Como é de conhecimento de todos, no dia 07/04/10 passei por um acidente grave de carro indo para a obra que tinha se tornado a grande paixão da minha vida, pois representava a criação de milhares de oportunidades para os nordestinos do sertão e que sempre sonharam com essa chuva de sonhos batento em sua porta, eu via a felicidade do nosso povo e queria muito contribuir com toda a minha força para ver esse sonho tornar-se realidade, mas o destino tinha outros planos para mim e fui arrebatada rapidamente desse amor que estava crescendo em meu peito para assumir outro grande projeto, que tornou-se a grande missão da minha vida.</p>
<p>Pois bem, nesse acidente tive politraumas, mas o mais grave foi a existência de uma lesão raquimedular nivel T7 que me deixou paraplégica. Passei 2 meses em Recife, a maioria desse tempo em hospital e iniciei as fisioterapias motoras e respiratórias. Em Recife, iniciei a ter progressos no meu tratamento, e não me entreguei, fazia todos os exercícios necessários, mesmo com febre, com tosse, com dor, eu sabia que eu tinha que me agarrar aquela esperança e lutar.</p>
<p>No final de junho de 2010, fui para São Paulo para um Centro de Reabilitação, fiquei triste por não poder, naquele momento mais dificil da minha vida, ficar perto da minha familia e dos meus amigos, mas Recife não tinha Centro de Reabilitação e eu tinha que enfrentar mais aquele desafio. No Centro de Reabilitação em São Paulo pude progredir rapidamente e recuperar grande parte dos meus movimentos e sensibilidade, ótimos profissionais devidamente capacitados me atenderam e a cada dia fui fazendo uma conquista diferente e com isso a minha esperança de poder voltar a ter uma vida normal foi crescendo.</p>
<p>Nesse periodo, apesar do imenso sofrimento, tive grandes aprendizados, aprendi a ser mais paciente, a ser mais generosa, a respeitar e encarar de frente as diferenças e que lutar e ser persistente realmente fazem a diferença. Mas, o meu maior aprendizado foi a lição dada por Jesus a mais de 2000 anos atrás e que muitas vezes teimamos em não escutar &#8220;Amar ao próximo como a si mesmo&#8221; e foi assim que decidi ser mais do que uma paciente a ser reabilitada pelo Hospital Albert Einstein, quis também ajudar, utilizando um dom que Deus me deu, a todos que estavam no hospital para reabilitação e iniciei a acompanhar os pacientes internos e a cantar com eles todos os dias, e de repente, vi-me cheia de novos amigos especiais que amavam a música como eu e isso fez bem a eles e muito bem a mim.</p>
<p>Mas, eu nunca esqueci meu povo pernambucano, pessoas que passaram pelo mesmo problema que eu e que não tiveram a mesma oportunidade que eu tive, pois, felizmente, trabalho em uma grande empresa que considera as pessoas como sua maior riqueza e os seus verdadeiros parceiros, essa empresa continua arcando com os custos do meu tratamento que Graças a Deus está sendo um sucesso. Por isso, iniciei a pesquisar e descobri no IBGE que Pernambuco tem a quarta maior taxa de deficientes do País, descobri através da Secretaria Estadual de Saúde que temos na região metropolitana de Recife mais de 50.000 deficientes físicos e no Pernambuco mais de 500.000 deficientes físicos e me questionei aonde estão essas pessoas, como são tratadas, como estão suas vidas e descobri  que a maioria deles não são tratados e estão em suas casas sem ter acesso a uma vida digna.</p>
<p>No entanto, no meio dessa descoberta triste veio a luz, o Hospital IMIP, como sempre olhando pelos mais necessitados e oprimidos socialmente, estava iniciando a montagem de um Centro de Reabilitação em Recife, no entando ainda faltam muitos recursos materiais em termos de equipamentos mais avançados e faltam, principalmente, recursos humanos e capacitação desses, pois o IMIP que é 97% sustentado pelo SUS não tinha recursos para fazê-lo, apesar de ter uma grande vontade e motivação dos seus integrantes.</p>
<p>Decidi então, assumir essa causa e essa missão e assim nasceu o Projeto &#8220;Novos Horizontes&#8221; para transformar o Centro de Reabilitação do IMIP em um dos melhores centros de reabilitação do País e que possa devolver a esperança a milhares de pernambucanos especiais, que apesar de terem algumas limitações podem contribuir imensamente para o nosso estado e para o nosso País.</p>
<p>Nessa jornada lutando pelo projeto surgiu nosso primeiro parceiro que foi a Odebrecht Infraestrutura, empresa que com muito orgulho faço parte, depois o Hospital Albert Einstein juntou-se a causa, como também a IPO (Instituto de Órteses e Próteses) a Otto Bock ( empresa Alemã responsável pelas cadeiras de rodas mais modernas do mundo) e assim várias outras grandes empresas foram assumindo essa missão, pois toda empresa só nasce com uma &#8220;Razão Social&#8221;.</p>
<p>Porém, em uma reunião boa e transparente no IMIP todas as contas do CRIMIP (Centro de Reabilitação do IMIP) me foram mostradas e os recursos do SUS não conseguem manter esse centro tão importante para a nossa sociedade, assim nasceu a campanha &#8220;Adote um Amigo Especial&#8221; em que cada pessoa adotaria um amiguinho para ajudar no seu tratamento por 2 anos, peço a todos os meus amigos que ajudem o sonho dessas pessoas e peço também que encaminhem esse e-mail para seus amigos para que se forme uma corrente do bem e possamos juntos ajudar a manter esse projeto.</p>
<p>Encaminho em anexo, o Projeto Novos Horizontes, encaminho também um formulário de comprometimento na colaboração com o projeto e encaminho uma foto minha em um dos marcos do meu tratamento. </p>
<p><img src="http://fernandodeholanda.com/wp-content/uploads/2011/01/DSC07779.JPG" alt="DSC07779" title="DSC07779" width="384" height="512" class="aligncenter size-full wp-image-989" /></p>
<div style="width:425px" id="__ss_6523658"><strong style="display:block;margin:12px 0 4px"><a href="http://www.slideshare.net/dukah/projeto-novos-horizontes" title="Projeto Novos Horizontes">Projeto Novos Horizontes</a></strong><object id="__sse6523658" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=projetonovoshorizontespptv3-110111181304-phpapp01&#038;stripped_title=projeto-novos-horizontes&#038;userName=dukah" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><embed name="__sse6523658" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=projetonovoshorizontespptv3-110111181304-phpapp01&#038;stripped_title=projeto-novos-horizontes&#038;userName=dukah" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"></embed></object>
<div style="padding:5px 0 12px">View more <a href="http://www.slideshare.net/">presentations</a> from <a href="http://www.slideshare.net/dukah">Fernando Holanda</a>.</div>
</div>
<p>Agradeço a todos que dedicaram o seu tempo a ler as minhas palavras, agradeço a Deus pela força que me dá todos os dias, agradeço a minha família e amigos pela dedicação incansável, a Odebrecht pelo apoio ao meu tratamento sem medição de esforços e por me ajudar a iniciar o Projeto Novos Horizontes enfim, a todos que puderem fazer parte dessa missão.</p>
<p><iframe src="https://spreadsheets.google.com/embeddedform?formkey=dDhRZDVhWWJwY3FzdVhCZlZyaUxaRUE6MQ" width="425" height="932" frameborder="0" marginheight="0" marginwidth="0">Carregando&#8230;</iframe></p>
<p>Gostaria de que aqueles que decidirem ajudar esse Projeto e Adotar um Amigo Especial, que me encaminhem o formulário em anexo preenchido, para que eu envie a Fundação Alice Figueira de Apoio ao IMIP. <em>[Nota: os dados preenchidos através desta página serão imediatamente enviados à Manuela Modesto Dantas.]</em></p>
<p>Seguem duas frases que marcam essa minha jornada:</p>
<p><em>&#8216;Deficiente é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive.&#8217; (&#8216;Deficiências, por Mário Quintana)</p>
<p>&#8216;Assim, permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor. O maior deles, porém, é o Amor. (Carta de São Paulo aos Corintios, cap. 13)</em></p>
<p>Abraços,<br />
<strong>Manuela Modesto Dantas</strong>&#8220;</em></p>
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		<title>Manifesto em Defesa da Educação Pública</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Oct 2010 21:55:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Interessante manifesto assinado por mais de 100 professores universitários de todo o Brasil contra a candidatura de José Serra à Presidência do Brasil. Nós, professores universitários, consideramos um retrocesso as propostas e os métodos políticos da candidatura Serra. Seu histórico como governante preocupa todos que acreditam que os rumos do sistema educacional e a defesa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Interessante manifesto assinado por mais de 100 professores universitários de todo o Brasil contra a candidatura de José Serra à Presidência do Brasil.</em></p>
<p>Nós, professores universitários, consideramos um retrocesso as propostas e os métodos políticos da candidatura Serra. Seu histórico como governante preocupa todos que acreditam que os rumos do sistema educacional e a defesa de princípios democráticos são vitais ao futuro do país.</p>
<p>Sob seu governo, a Universidade de São Paulo foi invadida por policiais armados com metralhadoras, atirando bombas de gás lacrimogêneo. Em seu primeiro ato como governador, assinou decretos que revogavam a relativa autonomia financeira e administrativa das Universidades estaduais paulistas. Os salários dos professores da USP, Unicamp e Unesp vêm sendo sistematicamente achatados, mesmo com os recordes na arrecadação de impostos. Numa inversão da situação vigente nas últimas décadas, eles se encontram hoje em patamares menores que a remuneração dos docentes das Universidades federais.</p>
<p>Esse “choque de gestão” é ainda mais drástico no âmbito do ensino fundamental e médio, convergindo para uma política de sucateamento da Rede Pública. São Paulo foi o único Estado que não apresentou, desde 2007, crescimento no exame do Ideb, índice que avalia o aprendizado desses dois níveis educacionais.</p>
<p>Os salários da Rede Pública no Estado mais rico da federação são menores que os de Tocantins, Roraima, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Espírito Santo, Acre, entre outros. Somada aos contratos precários e às condições aviltantes de trabalho, a baixa remuneração tende a expelir desse sistema educacional os professores qualificados e a desestimular quem decide se manter na Rede Pública. Diante das reivindicações por melhores condições de trabalho, Serra costuma afirmar que não passam de manifestação de interesses corporativos e sindicais, de “tró-ló-ló” de grupos políticos que querem desestabilizá-lo. Assim, além de evitar a discussão acerca do conteúdo das reivindicações, desqualifica movimentos organizados da sociedade civil, quando não os recebe com cassetetes.</p>
<p>Serra escolheu como Secretário da Educação Paulo Renato, ministro nos oito anos do governo FHC. Neste período, nenhuma Escola Técnica Federal foi construída e as existentes arruinaram-se. As universidades públicas federais foram sucateadas ao ponto em que faltou dinheiro até mesmo para pagar as contas de luz, como foi o caso na UFRJ. A proibição de novas contratações gerou um déficit de 7.000 professores. Em contrapartida, sua gestão incentivou a proliferação sem critérios de universidades privadas. Já na Secretaria da Educação de São Paulo, Paulo Renato transferiu, via terceirização, para grandes empresas educacionais privadas a organização dos currículos escolares, o fornecimento de material didático e a formação continuada de professores. O Brasil não pode correr o risco de ter seu sistema educacional dirigido por interesses econômicos privados.</p>
<p>No comando do governo federal, o PSDB inaugurou o cargo de “engavetador geral da república”. Em São Paulo, nos últimos anos, barrou mais de setenta pedidos de CPIs, abafando casos notórios de corrupção que estão sendo julgados em tribunais internacionais. Sua campanha promove uma deseducação política ao imitar práticas da extrema direita norte-americana em que uma orquestração de boatos dissemina dogmas religiosos. A celebração bonapartista de sua pessoa, em detrimento das forças políticas, só encontra paralelo na campanha de 1989, de Fernando Collor.</p>
<p>Fábio Konder Comparato, USP</p>
<p>Carlos Nelson Coutinho, UFRJ</p>
<p>Marilena Chaui, USP</p>
<p>Otávio Velho, UFRJ</p>
<p>Ruy Fausto, USP</p>
<p>João José Reis, UFBA</p>
<p>Joel Birman, UFRJ</p>
<p>Dermeval Saviani, Unicamp</p>
<p>Emilia Viotti da Costa, USP</p>
<p>Renato Ortiz, Unicamp</p>
<p>João Adolfo Hansen, USP</p>
<p>Flora Sussekind, Unirio</p>
<p>Maria Victoria de Mesquita Benevides, USP</p>
<p>Laymert Garcia dos Santos, Unicamp</p>
<p>Franklin Leopoldo e Silva, USP</p>
<p>Ronaldo Vainfas, UFF</p>
<p>Otavio Soares Dulci, UFMG</p>
<p>Theotonio dos Santos, UFF</p>
<p>Wander Melo Miranda, UFMG</p>
<p>Glauco Arbix, USP</p>
<p>Enio Candotti, UFRJ</p>
<p>Luis Fernandes, UFRJ</p>
<p>Ildeu de Castro Moreira, UFRJ</p>
<p>José Castilho de Marques Neto, Unesp</p>
<p>Laura Tavares, UFRJ</p>
<p>Heloisa Fernandes, USP</p>
<p>José Arbex Jr., PUC-SP</p>
<p>Emir Sader, UERJ</p>
<p>Leda Paulani, USP</p>
<p>Luiz Renato Martins, USP</p>
<p>Henrique Carneiro, USP</p>
<p>Antonio Carlos Mazzeo, Unesp</p>
<p>Caio Navarro de Toledo, Unicamp</p>
<p>Celso Frederico, USP</p>
<p>Armando Boito, Unicamp</p>
<p>João Quartim de Moraes, Unicamp</p>
<p>Flavio Aguiar, USP</p>
<p>Wolfgang LeoMaar, UFSCar</p>
<p>Scarlett Marton, USP</p>
<p>Sidney Chalhoub, Unicamp</p>
<p>Léon Kossovitch, USP</p>
<p>Angela Leite Lopes, UFRJ</p>
<p>Benjamin Abdalla Jr., USP</p>
<p>Marcelo Perine, PUC-SP</p>
<p>José Ricardo Ramalho, UFRJ</p>
<p>Celso F. Favaretto, USP</p>
<p>Ivana Bentes, UFRJ</p>
<p>Irene Cardoso, USP</p>
<p>Vladimir Safatle, USP</p>
<p>Peter Pal Pelbart, PUC- SP</p>
<p>Gilberto Bercovici, USP</p>
<p>Consuelo Lins, UFRJ</p>
<p>Afrânio Catani, USP</p>
<p>Liliana Segnini, Unicamp</p>
<p>José Sérgio F. de Carvalho, USP<br />
Eliana Regina de Freitas Dutra, UFMG</p>
<p>Sergio Cardoso, USP</p>
<p>Maria Lygia Quartim de Moraes, Unicamp</p>
<p>Vera da Silva Telles, USP</p>
<p>Juarez Guimarães, UFMG</p>
<p>Ricardo Musse, USP</p>
<p>Sebastião Velasco e Cruz, Unicamp</p>
<p>Maria Ligia Coelho Prado,USP</p>
<p>Federico Neiburg, UFRJ</p>
<p>José Carlos Bruni, USP</p>
<p>Ligia Chiappini, Universidade Livre de Berlim</p>
<p>Sérgio de Carvalho, USP</p>
<p>Marcos Dantas, UFRJ</p>
<p>Luiz Roncari, USP</p>
<p>Giuseppe Cocco, UFRJ</p>
<p>Eleutério Prado, USP</p>
<p>Walquíria Domingues Leão Rego, Unicamp</p>
<p>Marcos Silva, USP</p>
<p>Luís Augusto Fischer, UFRS</p>
<p>Edilson Crema, USP</p>
<p>Rosa Maria Dias, Uerj</p>
<p>José Jeremias de Oliveira Filho, USP</p>
<p>Evando Nascimento, UFJF</p>
<p>Adélia Bezerra de Meneses, Unicamp</p>
<p>Iumna Simon, USP</p>
<p>Elisa Kossovitch, Unicamp</p>
<p>Cilaine Alves Cunha, USP</p>
<p>Ladislau Dowbor, PUC-SP</p>
<p>Sandra Guardini Teixeira Vasconcelos, USP</p>
<p>Lucilia de Almeida Neves, UnB</p>
<p>Bernardo Ricupero, USP</p>
<p>Gil Vicente Reis de Figueiredo, UFSCar</p>
<p>Lincoln Secco, USP</p>
<p>Jacyntho Lins Brandão, UFMG</p>
<p>Marcio Suzuki, USP</p>
<p>José Camilo Pena, PUC-RJ</p>
<p>Joaquim Alves de Aguiar, USP</p>
<p>Eugenio Maria de França Ramos, Unesp</p>
<p>Alessandro Octaviani, USP</p>
<p>Lúcio Flávio Rodrigues de Almeida, PUC-SP</p>
<p>Mauro Zilbovicius, USP</p>
<p>Rodrigo Duarte, UFMG</p>
<p>Jorge Luiz Souto Maior, USP</p>
<p>Francisco Foot Hardman, Unicamp</p>
<p>Paulo Nakatani, UFES</p>
<p>Helder Garmes, USP</p>
<p>Marly de A. G. Vianna, UFSCar</p>
<p>Maria Lúcia Montes, USP</p>
<p>Adriano Codato, UFPR</p>
<p>Ana Fani Alessandri Carlos, USP</p>
<p>Denilson Lopes, UFRJ</p>
<p>Ricardo Nascimento Fabbrini, USP</p>
<p>Paulo Silveira, USP</p>
<p>Ernani Chaves, UFPA</p>
<p>Mario Sergio Salerno, USP</p>
<p>Evelina Dagnino, Unicamp</p>
<p>Zenir Campos Reis, USP</p>
<p>Marcos Siscar, Unicamp</p>
<p>Sean Purdy, USP</p>
<p>Liv Sovik, UFRJ</p>
<p>Christian Ingo Lenz Dunker, USP</p>
<p>João Roberto Martins Filho, UFSCar</p>
<p>Marcus Orione, USP</p>
<p>Carlos Ranulfo, UFMG</p>
<p>Gustavo Venturi, USP</p>
<p>Nelson Cardoso Amaral, UFG</p>
<p>Amaury Cesar Moraes, USP</p>
<p>Silvia de Assis Saes, UFBA</p>
<p>Flavio Campos, USP</p>
<p>Anselmo Pessoa Neto, UFG</p>
<p>Vinicius Berlendis de Figueiredo, UFPR</p>
<p>Marta Maria Chagas de Carvalho, USP</p>
<p>Francisco Rüdiger, UFRS</p>
<p>Maria Augusta da Costa Vieira, USP</p>
<p>Rubem Murilo Leão Rego, Unicamp</p>
<p>Nelson Schapochnik, USP</p>
<p>Maria Helena P. T. Machado, USP</p>
<p>Elyeser Szturm, UnB</p>
<p>Luiz Recaman, USP</p>
<p>Reginaldo Moraes, Unicamp</p>
<p>Iram Jácome Rodrigues, USP</p>
<p>Alysson Mascaro, USP</p>
<p>Roberto Grun, UFSCar</p>
<p>Paulo Benevides Soares, USP</p>
<p>Edson de Sousa, UFRGS</p>
<p>Analice Palombini, UFRS</p>
<p>Márcia Cavalcante Schuback, UFRJ</p>
<p>Luciano Elia, Uerj</p>
<p>Marcia Tosta Dias, Unifesp</p>
<p>Paulo Martins, USP</p>
<p>Julio Ambrozio, UFJF</p>
<p>Salete de Almeida Cara, USP</p>
<p>Oto Araujo Vale, UFSCar</p>
<p>Iris Kantor, USP</p>
<p>João Emanuel, UFRN</p>
<p>Francisco Alambert, USP</p>
<p>José Geraldo Silveira Bueno, PUC-SP</p>
<p>Marta Kawano, USP</p>
<p>José Luiz Vieira, UFF</p>
<p>Paulo Faria, UFRGS</p>
<p>Ricardo Basbaum, Uerj</p>
<p>Fernando Lourenço, Unicamp</p>
<p>Luiz Carlos Soares, UFF</p>
<p>André Carone, Unifesp</p>
<p>Adriano Scatolin, USP</p>
<p>Richard Simanke, UFSCar</p>
<p>Arlenice Almeida, Unifesp</p>
<p>Miriam Avila, UFMG</p>
<p>Sérgio Salomão Shecaira, USP</p>
<p>Carlos Eduardo Martins, UFRJ</p>
<p>Antonio Albino Canelas Rubim, UFBA.</p>
<p>Eduardo Morettin, USP</p>
<p>Claudio Oliveira, UFF</p>
<p>Eduardo Brandão, USP</p>
<p>Jesus Ranieri, Unicamp</p>
<p>Mayra Laudanna, USP</p>
<p>Aldo Duran, UFU</p>
<p>Luiz Hebeche, UFSC</p>
<p>Adma Muhana, USP</p>
<p>Fábio Durão, Unicamp</p>
<p>Amarilio Ferreira Jr., UFSCar</p>
<p>Marlise Matos, UFMG</p>
<p>Jaime Ginzburg, USP</p>
<p>Emiliano José, UFBA</p>
<p>Ianni Regia Scarcelli, USP</p>
<p>Ivo da Silva Júnior, Unifesp</p>
<p>Mauricio Santana Dias, USP</p>
<p>Adalberto Muller, UFF</p>
<p>Cláudio Oliveira, UFF</p>
<p>Ana Paula Pacheco, USP</p>
<p>Sérgio Alcides, UFMG</p>
<p>Heloisa Buarque de Almeida, USP</p>
<p>Romualdo Pessoa Campos Filho, UFG</p>
<p>Suzana Guerra Albornoz, UNISC/RS</p>
<p>Bento Itamar Borges, UFU</p>
<p>Tânia Pellegrini, UFSCar</p>
<p>Sonia Campaner, PUC-SP</p>
<p>Luiz Damon, UFPR</p>
<p>Eduardo Passos, UFF</p>
<p>Horácio Antunes, UFMA</p>
<p>Laurindo Dias Minhoto, USP</p>
<p>Paulo Henrique Martinez, Unesp</p>
<p>Igor Fuser, Faculdade Cásper Líbero</p>
<p>Rodnei Nascimento, Unifesp</p>
<p>José Paulo Guedes Pinto, UFRRJ</p>
<p>Herculano Campos, UFRN</p>
<p>Adriano de Freixo, UFF</p>
<p>Alexandre Fonseca, UFRJ</p>
<p>Raul Vinhas Ribeiro, Unicamp</p>
<p>Carmem Lúcia Negreiros de Figueiredo, Uerj</p>
<p>Carmen Gabriel, UFRJ</p>
<p>Ana Gonçalves Magalhães, USP</p>
<p>Regina Mennin, Unifesp</p>
<p>Regina Pedroza, UnB</p>
<p>Regina Vinhaes Gracindo, UnB</p>
<p>Elina Pessanha, UFRJ</p>
<p>Elisa Maria Vieira, UFMG</p>
<p>Reinaldo Martiniano, UFMG</p>
<p>Freda Indursky, UFRGS</p>
<p>Frederico Carvalho, UFRJ</p>
<p>Renata Paparelli, PUC-SP</p>
<p>Renato Lima Barbosa, UEL</p>
<p>Antonio Prado, Unicamp</p>
<p>Antonio Teixeira, UFMG</p>
<p>Aparecida Neri de Souza, Unicamp</p>
<p>Ricardo Barbosa de Lima, UFG</p>
<p>Ricardo Kosovski, UNIRIO</p>
<p>Ricardo Mayer, UFAL</p>
<p>Rita Diogo, UERJ</p>
<p>Adalberto Paranhos, UFU</p>
<p>Adalton Franciozo Diniz, PUC-SP</p>
<p>Alcides Fernando Gussi, UFC</p>
<p>Aldo Victorino, UERJ<br />
José Guilherme Ramos,  Unincor</p>
<p>Alex Fabiano Jardim, Unimontes</p>
<p>Alexandra Epoglou, UFU</p>
<p>Alexandre Henz, Unifesp</p>
<p>Alfredo Cordiviola, UFPE</p>
<p>Alícia Gonçalves, UFPB</p>
<p>Alita Sá Rego, UERJ</p>
<p>Alvaro Luis Nogueira, CEFET/RJ</p>
<p>Amaury Júnior, UFRJ</p>
<p>Amilcar Pereira, UFRJ</p>
<p>Amon Pinho, UFU</p>
<p>Ana Maira Coutinho, PUC-Minas</p>
<p>Ana Maria Araújo Freire, PUC/SP</p>
<p>Ana Maria Chiarini, UFMG</p>
<p>Ana Maria Doimo, UFMG</p>
<p>Ana Maria Medeiros, UERJ</p>
<p>André Daibert, CEFET/RJ</p>
<p>André Figueiredo, UFRRJ</p>
<p>André Leclerc, UFC</p>
<p>André Martins, UFRJ</p>
<p>André Paulo Castanha, Unioeste</p>
<p>Andrea Franco, PUC-Rio</p>
<p>Andrea Macedo, UFMG</p>
<p>Andrea Silva Ponte, UFPB</p>
<p>Angela Prysthon, UFPE</p>
<p>Angelita Matos Souza, Facamp</p>
<p>Angelita Pereira de Lima, UFG</p>
<p>Aníbal Bragança, UFF</p>
<p>Anita Leandro, UFRJ</p>
<p>Anna Carolina Lo Bianco, UFRJ</p>
<p>Antonio Carlos Lima, UFRJ</p>
<p>Antônio Cristian Saraiva Paiva, UFC</p>
<p>Antonio Justino Ruas Madureira, UFU</p>
<p>Antonio Pinheiro de Queiroz, UnB</p>
<p>Armen Mamigonian, USP</p>
<p>Benito Bisso Schmidt, UFRGS</p>
<p>Benjamin Picado, UFF</p>
<p>Branca Jurema Ponce, PUC/SP</p>
<p>Brasilmar Nunes, UFF</p>
<p>Bruna Dantas, Univ. Cruzeiro do Sul</p>
<p>Bruno Guimarães, UFOP</p>
<p>Carla Dias, UFRJ</p>
<p>Carlos Bauer, Uninove</p>
<p>Carlos José Espíndola, UFSC</p>
<p>Carolina Martins Pulici, Centro Universitário Senac</p>
<p>Cauê Alves, PUC-SP</p>
<p>Celia Rocha Calvo, UFU</p>
<p>César Barreira, UFC</p>
<p>César Nigliorin, UFF</p>
<p>Clara Araujo, UERJ</p>
<p>Clarice Mota, UFAL</p>
<p>Claudinei Silva, Unioeste</p>
<p>Claudio Benedito Baptista Leite, Unifesp</p>
<p>Cláudio DeNipoti, UEPG</p>
<p>Cleber Santos Vieira, Unifesp</p>
<p>Custódia Selma Sena do Amaral, UFG</p>
<p>Daniela Frozi, UERJ</p>
<p>Daniela Weber, FURG</p>
<p>Daniele Nilym, UFC</p>
<p>Dau Bastos, UFRJ</p>
<p>Débora Barreto, UCM</p>
<p>Debora Breder, UCM</p>
<p>Débora Diniz, UnB</p>
<p>Denise Golcalves, UFRJ</p>
<p>Diva Maciel, UnB</p>
<p>Doris Accioly, USP</p>
<p>Doris Rinaldi, Uerj</p>
<p>Douglas Barros, PUC-Campinas</p>
<p>Edgar Gandra, UFPel</p>
<p>Edson Arantes Junior, UEG</p>
<p>Eduardo Sterzi, Faap</p>
<p>Elizabeth Maria Azevedo Bilange, UFMS</p>
<p>Emerson Giumbelli, UFRGS</p>
<p>Ercília Cazarin, Univ. Passo Fundo</p>
<p>Ernesto Perini, UFMG</p>
<p>Eugênio Rezende de Carvalho, UFG</p>
<p>Fabiana de Souza, UFG</p>
<p>Fabiele Stockmans, UFPE</p>
<p>Fábio Franzini, Unifesp</p>
<p>Fernanda dos Santos Castelano Rodrigues, UFSCar</p>
<p>Fernando Fragozo, UFRJ</p>
<p>Fernando Freitas, UERJ</p>
<p>Fernando Resende, UFF</p>
<p>Fernando Salis, UFRJ</p>
<p>Filipe Ceppas, UFRJ</p>
<p>Flavio Fogliatto, UFRGS</p>
<p>Geísa Matos, UFC</p>
<p>George Lopes Paulino, UFC</p>
<p>Geovane Jacó, UECE</p>
<p>Geraldo Orthof ,UnB</p>
<p>Geraldo Pontes Jr., UERJ</p>
<p>Gesuína Leclerc, UFC</p>
<p>Gilberto Almeida, UFBA</p>
<p>Gilson Iannini, UFOP</p>
<p>Giselle Martins Venancio, UFF</p>
<p>Gizelia Maria da Silva Freitas, UFPA</p>
<p>Graciela Paveti, UFMG</p>
<p>Gustavo Coelho, UERJ</p>
<p>Gustavo Krause, UERJ</p>
<p>Hélio Carlos Miranda de Oliveira, UFU</p>
<p>Hélio Silva, UFSC</p>
<p>Henri Acselrad, UFRJ</p>
<p>Henrique Antoun, UFRJ</p>
<p>José Carlos Prioste, Uerj</p>
<p>José Carlos Rodrigues, PUC – Rio</p>
<p>José Claudinei Lombardi, Unicamp</p>
<p>Henrique Antoun, UFRJ</p>
<p>Henrique de Paiva, Uninove</p>
<p>Humberto Hermenegildo de Araújo, UFRN</p>
<p>Ianni Scarcelli, USP</p>
<p>Irlys Barreira, UFC</p>
<p>Isaurora Cláudia Martins, UVA</p>
<p>Ivan Rodrigues Martin, Unifesp</p>
<p>Izabela Tamaso, UFG</p>
<p>Jackson Aquino, UFC</p>
<p>Jacqueline Girão Lima, UFRJ</p>
<p>Jacqueline O.L. Zago, UFTM</p>
<p>Janete M. Lins de Azevedo, UFPE</p>
<p>Jania Perla Diógenes de Aquino, UFC</p>
<p>Joana Bahia, UERJ</p>
<p>Joelma Albuquerque, UFAL</p>
<p>John Comerford, UFRRJ</p>
<p>Jorge Valadares, Fund Oswaldo Cruz</p>
<p>José Artur Quilici Gonzalez, UFABC</p>
<p>José Lindomar Albuquerque, UNIFESP</p>
<p>José Luiz Ferreira, UFERSA</p>
<p>José Messias Bastos,UFSC</p>
<p>José Otávio Guimarães, UnB</p>
<p>José Ubiratan Delgado, IRD- CNEN</p>
<p>Joziane Ferraz de Assis, UFV</p>
<p>Kátia Paranhos, UFU</p>
<p>Kelen Christina Leite, UFSCar</p>
<p>Laura Feuerwerker, USP</p>
<p>Leandro Lopes Pereira de Melo, Centro Universitário Senac</p>
<p>Simone Wolff, UEL</p>
<p>Solange Ferraz de Lima, USP</p>
<p>Sônia Maria Rodrigues, UFG</p>
<p>Lena Lavinas, UFRJ</p>
<p>Leonardo Daniato, UniFor</p>
<p>Lia Tomas, Unesp</p>
<p>Liliam Faria Porto Borges, UNIOESTE</p>
<p>Lúcia Maria de Assis, UFG</p>
<p>Lucia Pulino, UnB</p>
<p>Luciana Hartmann, UnB</p>
<p>Luciano Mendes de Faria Filho, UFMG</p>
<p>Luciano Rezende, Instituto Federal de Alagoas</p>
<p>Luciano Simão, UFF</p>
<p>Luís Filipe Silvério Lima, Unifesp</p>
<p>Luis Mattei, UFF</p>
<p>Luiz Fábio Paiva, UFAM</p>
<p>Luiz Paulo Colatto, CEFET-RJ</p>
<p>Luiz Sérgio Duarte da Silva, UFG</p>
<p>Madalena Guasco Peixoto, PUC-SP</p>
<p>Marcelo Carcanholo, UFF</p>
<p>Marcelo de Sena, UFMG</p>
<p>Marcelo Martins de Sena, UFMG</p>
<p>Marcelo Paixão, UFRJ</p>
<p>Marcelo Pinheiro, UFU</p>
<p>Marcia Angela Aguiar, UFPE</p>
<p>Marcia Cristina Consolim, Unifesp</p>
<p>Márcia Maria Menendes Motta, UFF</p>
<p>Marcia Maria Motta, UFF</p>
<p>Marcia Paraquett, UFBA</p>
<p>Marcio Galdman, UFRJ</p>
<p>Marco André Feldman Schneider, UFF</p>
<p>Marcos Aurélio da Silva, UFSC</p>
<p>Marcos Barreto, UFRJ</p>
<p>Marcos Cordeiro Pires, Unesp</p>
<p>Marcos Santana de Souza, UFS</p>
<p>Marcus Wolff , UCM</p>
<p>Maria Amélia Dalvi, UFES</p>
<p>Maria Aparecida Leite Soares, Unifesp</p>
<p>Maria Augusta Fonseca, USP</p>
<p>Maria Cristina Batalha, UERJ</p>
<p>Maria Cristina Giorgi, CEFET- RJ</p>
<p>Maria Cristina Volpi, UFRJ</p>
<p>Mônica de Carvalho, PUC-SP</p>
<p>Natalia Reis, UFF</p>
<p>Neide T. Maia González, USP</p>
<p>Nelson Maravalhas, UnB</p>
<p>Nelson Tomazi, UEL</p>
<p>Maria de Fátima Gomes, UFRJ</p>
<p>Maria Fernanda Fernandes, Unifesp</p>
<p>Maria Jacqueline Lima, UFRJ</p>
<p>Maria José Aviz do Rosário, UFPA</p>
<p>Maria José Vale, Unicastelo</p>
<p>Maria Lúcia Homem, FAAP</p>
<p>Maria Lúcia Seidl, UERJ</p>
<p>Maria Luiza de Oliveira, Unifesp</p>
<p>Maria Luiza Heilborn, UERJ</p>
<p>Maria Neyara de Oliveira Araújo, UFC</p>
<p>Maria Rita Aprile, Uniban</p>
<p>María Zulma M. Kulikowski, USP</p>
<p>Mariana Cavalcanti, FGV-RJ</p>
<p>Marisa Bittar, UFSCar</p>
<p>Markus Lasch, Unifesp</p>
<p>Marlon Salomon, UFG</p>
<p>Marly Vianna, UFSCar</p>
<p>Márnio Pinto, UFSC</p>
<p>Marta Peres, UFRJ</p>
<p>Marta Pinheiro, UFRJ</p>
<p>Mary Castro, UCSal</p>
<p>Miroslav Milovic, UnB<br />
Edson Arantes Jr., UERJ</p>
<p>Moema Rebouças, UFES</p>
<p>Monica Alvim, UFRJ</p>
<p>Monica Bruckmann, UFRJ</p>
<p>Nereide Saviani, Unisantos</p>
<p>Neusa Maria Dal Ri, Unesp</p>
<p>Nina Leite, Unicamp</p>
<p>Nise Jinkings, UFSC</p>
<p>Nora Krawczyk, Unicamp</p>
<p>Olga Cabrera, UFG</p>
<p>Olgamir Amancia Ferreira de Paiva, UnB</p>
<p>Ovídio de Abreu, UFF</p>
<p>Patrícia Reinheimer, UFRRJ</p>
<p>Patrícia Sampaio, UFAM</p>
<p>Paulino José Orso, Unioeste</p>
<p>Paulo Bernardo Ferreira Vaz, UFMG</p>
<p>Paulo Machado, UFSC</p>
<p>Paulo Pinheiro Machado, UFSC</p>
<p>Paulo Roberto de Almeida, UFU</p>
<p>Rafael Haddock-Lobo, UFRJ</p>
<p>Ramón Fernandez, FGV-SP</p>
<p>Raul Pacheco Filho, PUC-SP</p>
<p>Rita Schmidt, UFRGS</p>
<p>Robespierre de Oliveira, UEM</p>
<p>Rodrigo Nobile, UERJ</p>
<p>Rogério Medeiros, UFRJ</p>
<p>Ronaldo Gaspar, Unicastelo</p>
<p>Rosana C. Zanelatto Santos, UFMS</p>
<p>Rosana Costa, UFRJ</p>
<p>Rosemary de Oliveira Almeida, UECE</p>
<p>Sabrina Moehlecke, UFRJ</p>
<p>Sara Rojo, UFMG</p>
<p>Sarita Albagli, UFRJ</p>
<p>Sidnei Casetto, Unifesp</p>
<p>Silviane Barbato, UnB</p>
<p>Silvio Costa, PUC/GO</p>
<p>Simone Michelin, UFRJ</p>
<p>Suzzana Alice Lima Almeida, UNEB</p>
<p>Sylvia Novaes, USP</p>
<p>Tadeu Alencar Arrais, UFG</p>
<p>Tadeu Capistrano, UFRJ</p>
<p>Tania Rivera, UnB</p>
<p>Tatiana Roque, UFRJ</p>
<p>Telma Maria Gonçalves Menicucci, UFMG</p>
<p>Tercio Redondo, USP</p>
<p>Théo Lobarinhas Piñeiro, UFF</p>
<p>Tomaz Aroldo Santos, UFMG</p>
<p>Valdemar Sguissardi, UFSCar</p>
<p>Vera Chuelli, UFPR</p>
<p>Vera Figueiredo, PUC-Rio</p>
<p>Victor Hugo Pereira, UERJ</p>
<p>Viviane Veras, Unicamp</p>
<p>Volnei Garrafa, UnB</p>
<p>Wagner da Silva Teixeira, UFTM</p>
<p>Waldir Beividas, USP</p>
<p>Wilson Correia, UFRB</p>
<p>Adriano de Freixo, Universidade Federal Fluminense</p>
<p>Andre Gunder Frank, UFF</p>
<p>Flávia Nascimento, UNESP</p>
<p>Graziela Serroni Perosa, EACH/USP</p>
<p>Gustavo Caponi, Universidade Federal de Santa Catarina/UFSC</p>
<p>Helena Esser dos Reis, UFG</p>
<p>Jaime Rodrigues, Universidade Federal de São Paulo/Unifesp</p>
<p>Jaqueline Kalmus, UniFIEO</p>
<p>Joana Ziller – Universidade Federal de Ouro Preto/UFOP</p>
<p>Juliana Tavares, IFF</p>
<p>Luis Guilherme Galeão da Silva, USP</p>
<p>Luiz Mariano Carvalho, UERJ</p>
<p>Maria Margareth de Lima, UFPB</p>
<p>Maria Waldenez de Oliveira, UFSCAR</p>
<p>Nelson Schapochnik, USP</p>
<p>Paulo Rodrigues Belém, PUC/Rio de Janeiro</p>
<p>Rita Fagundes, UFS</p>
<p>Tercio Loureiro Redondo, USP</p>
<p>Valéria Vasconcelos, UNIUBE/MG</p>
<p>Ana Paula Cantelli Castro, Universidade Federal do Piauí/UFP</p>
<p>Hélio Lemos Sôlha – Professor, UNICAMP</p>
<p>Pedro C. Chadarevian, UFSCAR</p>
<p>Ivaldo Pontes Filho, UFPE</p>
<p>Ricardo Summa, UFRRJ</p>
<p>Ernesto Salles, UFF</p>
<p>Sidney Calheiros de Lima, USP</p>
<p>Claudia Moraes de Souza, Unesp/Marília</p>
<p>Estêvão Martins Palitot, Universidade Federal da Paraíba/UFB</p>
<p>Lilian Sagio Cezar, USP</p>
<p>Gislene Aparecida dos Santos, EACH – USP</p>
<p>Eliézer Cardoso de Oliveira, Universidade Estadual de Goiás</p>
<p>Luiz Menna-Barreto, EACH/USP</p>
<p>Raquel Alvarenga Sena Venera, UFSC</p>
<p>Aida Marques, Universidade Federal Fluminense</p>
<p>Cleria Botelho da Costa, UnB</p>
<p>Ernestina Gomes de Oliveira, Faculdade de Direito do Instituto Superior de Ciências Aplicadas de Limeira</p>
<p>Kátia Menezes de Sousa, Universidade Federal de Goiás</p>
<p>Aluizio Moreira, UFCG</p>
<p>Luiz Gonzaga Godoi Trigo, EACH/USP</p>
<p>Lucas Bleicher, UFMG</p>
<p>Luiz Carlos Seixas, FMU e UniFIEO</p>
<p>Giane da Silva Mariano Lessa, UFRRJ</p>
<p>George Gomes Coutinho, Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro</p>
<p>Walter Andrade, Fundação Padre Albino</p>
<p>Antonio Torres Montenegro, Universidade Federal de Pernambuco/UFPE</p>
<p>Regina Beatriz Guimarães Neto, Universidade Federal de Pernambuco/UFPE</p>
<p>Enilce Albergaria Rocha, Universidade Federal de Juiz de Fora</p>
<p>Reinaldo Salvitti, USP</p>
<p>Vania Noeli Ferreira de Assunção, PUC/SP</p>
<p>José Arlindo dos Santos, Fundação Universidade do Tocantins/UNITINS</p>
<p>Jose Carlos Vaz, USP</p>
<p>Marisa Midori Deaecto, USP</p>
<p>Luiz Cruz Lima, Universidade Estadual do Ceará/UECE</p>
<p>Maria do Carmo Lessa Guimarães, Universidade Federal da Bahia/UFBA</p>
<p>Ebe Maria de Lima Siqueira, Universidade Estadual de Goiás/UnU</p>
<p>Alexei Alves de Queiroz, UnB</p>
<p>Francisco Mazzeu, Unesp</p>
<p>Cláudia Regina Vargas, UFSCAR</p>
<p>Fábio Ferreira de Almeida, Universidade Federal de Goiás</p>
<p>Celso Kraemer, Universidade Regional de Blumenau</p>
<p>Gladys Rocha, UFMG</p>
<p>Murilo César Ramos, UnB</p>
<p>Deolinda Freire, Universidade Federal do Triângulo Mineiro</p>
<p>Corinta Maria Grisolia Geraldi, UNICAMP</p>
<p>João Wanderley Geraldi, UNICAMP</p>
<p>Durval Muniz de Albuquerque Junior, Universidade Federal do Rio Grande do Norte</p>
<p>Rafael Sanzio, UnB</p>
<p>Sônia Selene Baçal de Oliveira, Universidade Federal do Amazonas/UFAM</p>
<p>Arlindo da Silva Lourenço, Uniban</p>
<p>Izabel Cristina dos Santos Teixeira, UFT/Araguaína</p>
<p>Glaucíria Mota Brasil, Universiade Estadual do Ceará</p>
<p>Alícia Ferreira Gonçalves, UFPB</p>
<p>Francisco Alves, UFSCar</p>
<p>Luiz Armando Bagolin, USP</p>
<p>Igor Fuser, Faculdade Cásper Líbero</p>
<p>Paula Glenadel, UFF</p>
<p>Lana Ferreira de Lima, Universidade Federal de Goiás/UFG</p>
<p>Karina Chianca Venâncio, Universidade Federal de Pernambuco/UFPE</p>
<p>Surya Aaronovich Pombo de Barros, Universidade Federal da Paraíba/UFPB</p>
<p>Fausto Fuser, USP</p>
<p>Silvia Beatriz Adoue, UNESP/Araraquara</p>
<p>Paulo Henrique Martinez, Unesp</p>
<p>Iram Jácome Rodrigues, USP</p>
<p>Sílvio Camargo, Unicamp</p>
<p>Fernando Nogueira da Costa, Unicamp</p>
<p>Mariana Cassab, UFRJ</p>
<p>Suzana Guerra Albornoz, FURG/Rio Grande e UNISC/RS</p>
<p>Alexandre Abda, FAP/SP</p>
<p>José Edvar Costa de Araújo, Universidade Estadual Vale do Acaraú</p>
<p>Gabriel Almeida Antunes Rossini, PUC/SP</p>
<p>Cláudio Oliveira, Universidade Federal Fluminense/UFF</p>
<p>Aixa Teresinha Melo de Oliveira, CEFET/RJ – UnED/Petrópolis</p>
<p>Flávio Rocha de Oliveira, FESP/SP</p>
<p>Viviane Conceição Antunes Lima, UFRRJ</p>
<p>Rita Maskell Rapold, UNEB</p>
<p>Valter Duarte Ferreira Filho, UERJ e UFRJ</p>
<p>Romeu Adriano da Silva, Universidade Federal de Alfenas</p>
<p>Paulo Cesar Azevedo Ribeiro, Universidade Estácio de Sá</p>
<p>Andréa Lisly Gonçalves, Universidade Federal de Ouro Preto</p>
<p>Álvaro Luis Martins de Almeida Nogueira, Cefet</p>
<p>Welerson Fernandes Kneipp, Cefet</p>
<p>Jarlene Rodrigues Reis, Cefet</p>
<p>André Barcelos Damasceno Daibert, Cefet</p>
<p>Luiz Antonio Mousinho Magalhães, Universidade Federal da Paraíba/UFPB</p>
<p>Maria Cristina Cortez Wissenbach, USP</p>
<p>Denise Helena P.Laranjeira, Universidade Estadual de Feira de Santana</p>
<p>Magnus Roberto de Mello Pereira, Universidade Federal do Paraná/UFPR</p>
<p>Ricardo Cardoso Paschoal, CEFET/RJ</p>
<p>Luciano dos Santos Bersot, UFPR</p>
<p>Sérgio de  Paula Machado, Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ</p>
<p>Antônio Alberto Machado, Unesp/Franca-SP</p>
<p>Sérgio Ricardo de Souza, CEFET/MG</p>
<p>Angela Thalassa, Faculdade de Arujá / IESA</p>
<p>Débora C. Piotto, USP</p>
<p>Marcelo Parizzi Marques Fonseca, UFSJ</p>
<p>Carlos Augusto de Castro Bastos, Universidade Federal do Amapá</p>
<p>Carina Inserra Bernini, Centro Universitário FIEO</p>
<p>Marta Costa, USP</p>
<p>Ana Paula Hey, USP</p>
<p>Angela Maria Carneiro Araújo, UNICAMP</p>
<p>Ignacio Godinho Delgado, Universidade Federal de Juiz de Fora</p>
<p>Otávio Luís de Santana, UFCG</p>
<p>Vladmir Agostini, UFSJ</p>
<p>Roberto de Barros Faria, Universidade Federal do Rio de Janeiro</p>
<p>Sônia Maria Rocha Sampaio, UFBA</p>
<p>Anderson Pires, Universidade Federal de Juiz de Fora/UFJF</p>
<p>Wilma Ferreira de Jesus, Faculdade Católica de Uberlândia</p>
<p>Antonio José de Almeida Meirelles, Unicamp</p>
<p>José Ademir Sales de Lima, USP</p>
<p>Ileizi Fiorelli Silva, UEL</p>
<p>Ana Fernandes, UFBA</p>
<p>Léo Carrer Nogueira, Universidade Estadual de Goiás</p>
<p>Regina Ilka Vieira Vasconcelos, UFU</p>
<p>Dilmar Santos de Miranda,  UFC<br />
Consiglia Latorre, UFC</p>
<p>Cláudia Maria Ribeiro Viscardi, Universidade Federal de Juiz de Fora</p>
<p>Sérgio Henriques Saraiva, Universidade Federal do Espírito Santo/UFES</p>
<p>Dolores Aronovich Aguero, Universidade Federal do Ceará</p>
<p>Attila Louzada, Universidade Federal do Rio Grande</p>
<p>Rogério Bitarelli Medeiros, Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ</p>
<p>Rodney Werke, Unisul</p>
<p>Bruno Mendonça da Silva, Universidade Católica de Pernambuco</p>
<p>Ricardo Oliveira, UFRRJ</p>
<p>Hudson Costa Gonçalves da Cruz, Universidade Estadual Vale do Acaraú</p>
<p>Maurício Vieira Martins, Universidade Federal Fluminense</p>
<p>Mário Tadeu  Siqueira Barros, UECE/Universidade Estadual do Ceará</p>
<p>Flavio Galib, UNICAMP e UNIMEP/SP</p>
<p>Maria Amalia Andery, PUC/SP</p>
<p>Bruno Capanema, USP e UnB</p>
<p>José da Cruz Bispo de Miranda, UESPI</p>
<p>Marcos Olender, Universidade Federal de Juiz de Fora/UFJF</p>
<p>Simone Nacaguma, FACAMP/SP</p>
<p>Sônia Maria Aranha Rodrigues de Andrade, Faculdade Anhanguera</p>
<p>Carlos Eduardo O. Berriel, Unicamp</p>
<p>Yêda Maria da Costa Lima Varlotta, UMC/SP</p>
<p>Flávia de Mattos Motta, Universidade Estadual de Santa Catarina/USC</p>
<p>Maria Conceição Maciel Filgueira, Universidade Est. do Rio Grande do Norte</p>
<p>Robson Laverdi, UNIOESTE</p>
<p>Glícia Pontes, Universidade Federal do Ceará</p>
<p>Sebastião Faustino Pereira Filho, UFRN</p>
<p>Roberto Hugo Bielschowsky, Universidade Federal do Rio Grande do Norte</p>
<p>Américo Tristão Bernardes, Universidade Federal de Ouro Preto</p>
<p>Telma Ferraz Leal, Universidade Federal de Pernambuco</p>
<p>Cristiane Kerches da Silva Leite, USP</p>
<p>Vivian Urquidi, USP</p>
<p>Adriana Duarte, UFMG</p>
<p>Alexandre Fortes, UFRRJ</p>
<p>Carmelita Brito de Freitas Felício, Universidade Federal de Goiás</p>
<p>Nésio Antônio Moreira Teixeira de Barros, UFRN</p>
<p>Luiz Gustavo Santos Cota, Faculdade de Ciências Humanas do Vale do Piranga/MG</p>
<p>Clóvis Alencar Butzge, Universidade Federal da Fronteira Sul/UFFS/PR</p>
<p>Débora Cristina Morato Pinto, UFSCar</p>
<p>Márcia Marques, UnB</p>
<p>Antonio Carlos Moraes, Universidade Federal do Espírito Santo/UFES</p>
<p>Ricardo Brauer Vigoderis, UFRPE/UAG</p>
<p>Maria Luiza Scher Pereira, UFJF</p>
<p>Terezinha Maria Scher Pereira, UFJF</p>
<p>Débora El-Jaick Andrade, Universidade Federal Fluminense</p>
<p>Clinio de Oliveira Amaral, UFRRJ</p>
<p>Cláudia Regina Andrade dos Santos, UNIRIO/UFRJ</p>
<p>Ulises Simon da Silveira, Univ. Est.Mato Grosso do Sul/UEMS<br />
Fabrizio Guinzani, Unesc/SC</p>
<p>Ana Elizabeth Albuquerque Maia, Universidade Federal do Ceará/UFC</p>
<p>Pedro Germano Leal, UFRN e University of Glasgow</p>
<p>Dimas Enéas Soares Ferreira, FUPAC, IPTAN e EPCAR</p>
<p>Geraldo Moreira Prado, Estácio de Sá e UNIRIO</p>
<p>José Luiz Aidar Prado, PUC/SP</p>
<p>Maria Elaine Kohlsdorf, Universidade de Brasília/UnB</p>
<p>Everaldo Carlos Venâncio, Universidade Federal do ABC/SP</p>
<p>Cláudia Souza Leitão, Universidade Estadual do Ceará/UEC</p>
<p>Lídia Santos, profa. de Literatura Brasileira na Univ. da Cidade de New York, NY, EUA</p>
<p>Sonia Maria Guedes Gondim, Universidade Federal da Bahia/UFBA</p>
<p>José Clécio B. Quesado, Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ</p>
<p>Micheli Dantas Soares, UFBA</p>
<p>Marcelo Milan, University of Wisconsin Parkside</p>
<p>Daniela Canella, Universidade Federal de Goiás/UFG</p>
<p>Elisabete de Sousa Otero, UFRG</p>
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		<title>Cansei! Basta! Vou votar em José Serra!</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Oct 2010 13:25:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Cansei&#8230; Basta!! Vou votar no Serra, do PSDB. Cansei de ir ao supermercado e encontrá-lo cheio. O alimento está barato demais. O salário dos pobres aumentou, e qualquer um agora se mete a comprar, carne, queijo, presunto, hambúrguer e iogurte. Cansei dos bares e restaurantes lotados nos fins de semana. Se sobra algum, a gentalha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cansei&#8230; Basta!!</p>
<p>Vou votar no Serra, do PSDB.</p>
<p>Cansei de ir ao supermercado e encontrá-lo cheio. O alimento está barato demais.</p>
<p>O salário dos pobres aumentou, e qualquer um agora se mete a comprar, carne, queijo, presunto, hambúrguer e iogurte.</p>
<p>Cansei dos bares e restaurantes lotados nos fins de semana. Se sobra algum, a gentalha toda vai para a noite. Cansei dessa demagogia.</p>
<p>Cansei de ir em Shopping e ver a pobreza comprando e desfilando com seus celulares.</p>
<p>O governo reduziu os impostos para os computadores. A Internet virou coisa de qualquer um. Pode? Até o filho da manicure, pedreiro, catador de papel, agora navega&#8230;</p>
<p>Cansei dos estacionamentos sem vaga. Com essa coisa de juro  baixo, todo mundo tem carro, até a minha empregada. &#8220;É uma vergonha!&#8221;, como dizia o Boris Casoy. Com o Serra os congestionamentos vão acabar, porque como em S. Paulo, vai instalar postos de pedágio nas estradas brasileiras a cada 35 km e cobrar caro.</p>
<p>Quero aumento da gasolina na calada da noite.</p>
<p>Cansei da moda banalizada. Agora, qualquer um pode botar uma confecção. Tem até crédito oferecido pelo governo. O que era exclusivo da Oscar Freire, agora, se vende até no camelô da 25 de Março e no Braz. Vergonha, vergonha, vergonha&#8230; </p>
<p>Cansei dessa coisa de biodiesel, de agricultura familiar. O caseiro do meu sítio agora virou &#8220;empreendedor&#8221; no Nordeste. Pode?</p>
<p>Cansei dessa coisa assistencialista de Bolsa Família. Esse dinheiro poderia ser utilizado para abater a dívida dos empresários de comunicação (Globo, SBT, Band, RedeTV, CNT, Folha SP, Estadão etc.). A coitada da &#8220;Veja&#8221; passando dificuldade e esse governo alimentando gabiru em Pernambuco. É o fim do mundo.</p>
<p>Cansei dessa história de PROUNI, que botou esses tipinhos, sem berço, na universidade. Até índio, agora, vira médico e advogado. É um desrespeito&#8230; Meus filhos, que foram bem criados, precisam conviver e competir com essa raça.</p>
<p>Cansei dessa história de Luz para Todos. Os capiaus, agora, vão assistir TV até tarde. E, lógico, vão acordar ao meio-dia. Quem vai cuidar da lavoura do Brasil? Diga aí, seu Lula&#8230;</p>
<p>Cansei dessa história de facilitar a construção e a compra da casa própria (73% da população, hoje, tem casa própria, segundo pesquisas recentes do IBGE).</p>
<p>Cansei dessa palhaçada da desvalorização do dólar. Agora, qualquer um tem MP3, celular e câmera digital. Qualquer umazinha, aqui do prédio, vai passar férias no Exterior. É o fim&#8230;</p>
<p>Vou votar no Serra. Cansei, vou votar no Serra, porque quero de volta as emoções fortes do governo de FHC, quero investir no dólar em disparada e aproveitar a inflação. Investir em ações de Estatais quase de graça e vender com altos lucros.</p>
<p>Chega dessa baboseira politicamente correta, dessa hipocrisia de cooperação. O motor da vida é a disputa, o risco&#8230;</p>
<p>Quem pode, pode, quem não pode, se sacode. Tenho culpa eu, se meu pai era mais esperto que os outros para ganhar dinheiro comprando ações de Estatais quase de graça? Eles que vão trabalhar, vagabundos, porque no capitalismo vence quem tem mais competência. É o único jeito de organizar a sociedade, de mostrar quem é superior e quem é inferior.</p>
<p>Eu ia anular, mas cansei. Basta! Vou votar no Serra. Quero ver essa gentalha no lugar que lhe é devido.</p>
<p>Quero minha felicidade de volta. !!!<br />
____________________</p>
<p>Pessoal tem coisas boas e coisas ruins em cada governo, nenhum é perfeito.</p>
<p>Basta conseguir identificar quem melhorou a vida de quem na história do Brasil !!!</p>
<p><em>PS: O texto não é meu, mas vale a pena a reprodução.</em></p>
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		<item>
		<title>O verdadeiro marketing político</title>
		<link>http://fernandodeholanda.com/o-verdadeiro-marketing-politico/</link>
		<comments>http://fernandodeholanda.com/o-verdadeiro-marketing-politico/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 27 Jun 2010 17:21:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Político]]></category>

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		<description><![CDATA[Pare e pense. Qual é a primeira coisa que lhe vem a cabeça quando escuta o termo Marketing Político? Inevitável não pensar naquele sujeito experiente, quase um bruxo, que, por trás das campanhas eleitorais, utiliza técnicas avançadíssimas para fazer com que mais e mais pessoas votem no seu candidato. E a eleição do atual presidente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pare e pense. Qual é a primeira coisa que lhe vem a cabeça quando escuta o termo Marketing Político? Inevitável não pensar naquele sujeito experiente, quase um bruxo, que, por trás das campanhas eleitorais, utiliza técnicas avançadíssimas para fazer com que mais e mais pessoas votem no seu candidato. E a eleição do atual presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, então? Aquilo sim foi um verdadeiro show de marketing político! O marqueteiro dele deve ter ganho uns milhões e, quem sabe, viabilizado aquele bom e velho Caixa Dois, não é verdade?</p>
<p>Primeiramente, não. </p>
<p>A tradicional abordagem deturpada do marketing político parece estar bem arraigada no Brasil e no mundo. Parte logo do princípio que diz que esta é uma disciplina do processo eleitoral. Depois, atribui a ela um aspecto nebuloso, de bastidores, bruxarias e coisas das quais nem todas as pessoas devem entender. Pesquisas, análises, peças publicitárias, discursos, esses parecem ser os grandes componentes deste tal marketing político do qual todos nós ouvimos falar e até aprendemos a repudiar. Por que, enquanto ferramenta de convencimento de sujeitos muitas vezes não lá muito confiáveis, ele tornou-se um verdadeiro cúmplice dos atos de ludibriar que são tantas campanhas eleitorais. </p>
<p>Digo ser esta uma abordagem deturpada por que o próprio conceito do marketing perpassa e muito o objetivo da conversão, seja ela o voto ou a venda. Uma vez encarado como uma abordagem sistêmica de uma organização ou entidade, o marketing é a filosofia que irá orientá-la a pôr o foco no seu cliente direto ou indireto e fazer com que suas mais diversas necessidades sejam atendidas pela sua oferta. Sendo assim, apesar de ser decisivo no processo eleitoral, um bom marketing político é aquele que, na verdade, ajuda o sujeito político a se relacionar não com o eleitor, mas com o cidadão. Isso por que, uma vez presentes no decorrer de um mandato eletivo, seus princípios farão não só com que um candidato seja bem quisto e bem votado, mas também com que sua atuação, seja ela executiva ou legislativa, seja produtiva e respaldada na sociedade. E, atenção: não estamos, então, falando de um trabalho de relações públicas, que mostre ao povo a atuação do seu parlamentar ou gestor público. Estamos falando de algo que o ajudará a definir e conduzir sua estratégia de atuação a partir de um diagnóstico situacional pautado nas impressões dos cidadãos. </p>
<p>Portanto, meus amigos, esqueçamos o tal marqueiteiro político. Podemos até atribuir-lhe um vocativo técnico, desde que não seja pejorativo (daí o correto marquetólogo). Mas o bom mesmo é que tenhamos mandatos orientados pelo marketing, que trabalhem a partir de seus princípios para fazer daquela uma atividade que traga benefícios ao cidadão, que, em um determinado período e de dois em dois anos, é também um eleitor.  </p>
<p>Aí sim, poderemos xingar o tal marketing político, por seus erros e abordagens que distoem das nossas, afinal, vivemos uma democracia. Mas só quando soubermos que o verdadeiro marketing político não é aquele que elege, é aquele que nos ajuda a ter sujeitos políticos mais conscientes e eficientes.</p>
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		<title>Caso Maristela Just</title>
		<link>http://fernandodeholanda.com/caso-maristela-just/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 17:13:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos próximos dias 13 e 14 de maio, haverá o julgamento do assassinato da estudante universitária Maristela Just pelo seu ex-marido, o comerciante José Ramos Lopes Neto, ocorrido em abril de 1989. A família, que já luta há 21 anos para que o processo seja devidamente julgado, está mobilizando toda a sociedade a voltar sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_59fr0w1qphg/S9UiuX8JxVI/AAAAAAAAADM/SZQocGaiUbs/S229/tela.jpg" title="Maristela Just" class="aligncenter" width="191" height="229" /></p>
<p>Nos próximos dias 13 e 14 de maio, haverá o julgamento do assassinato da estudante universitária Maristela Just pelo seu ex-marido, o comerciante José Ramos Lopes Neto, ocorrido em abril de 1989. A família, que já luta há 21 anos para que o processo seja devidamente julgado, está mobilizando toda a sociedade a voltar sua atenção ao caso, que prescreveria no próximo mês de julho. O processo será julgado na 1a. vara do Fórum de Jaboatão dos Guararapes, onde será submetido a júri popular.</p>
<p>O acusado, filho do renomado advogado criminalista pernambucano Gil Teobaldo, disparou na noite de 4 de abril de 1989 três tiros fatais contra a ex-mulher de 25 anos, um tiro na cabeça do filho de 2 anos e um outro no ombro da filha, então com 4 anos, além de ter deixado baleado o cunhado Ulisses Ferreira Just, quando o mesmo tentava socorrer a irmã e os sobrinhos. Os três feridos permanecem até hoje com sequelas graves, tendo o caçula o lado esquerdo do corpo paralisado e o cunhado, que tinha 27 anos à época, um projétil alojado na coluna de forma irreversível. O crime aconteceu na casa dos pais da vítima, no bairro de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes, e o acusado, mesmo após ter sido preso em flagrante e confessado a autoria dos crimes, permanece em liberdade desde 1990, aguardando o julgamento do processo.</p>
<p>Desde que foi informada a respeito da data oficial do julgamento, a família Just disponibilizou diversas informações e documentos sobre o caso, que hoje circulam na Internet através de e-mails, blogs e redes sociais. Foram criados ainda um <a href="http://casomaristelajust.blogspot.com">blog oficial sobre o caso</a> e um <a href="http://www.twitter.com/casomaristelaju">canal no Twitter</a>, a fim de esclarecer melhor os fatos à sociedade. A campanha vem apresentando resultados significativos, com a manifestação de apoio de diversas autoridades e entidades pernambucanas, que, junto aos amigos da família, demonstram sua solidariedade e empenho em levar o caso ao conhecimento de um número cada vez maior de pessoas.</p>
<div style="width:477px" id="__ss_3860646"><strong style="display:block;margin:12px 0 4px"><a href="http://www.slideshare.net/dukah/caso-maristela-just-1989" title="Caso maristela just 1989">Caso maristela just 1989</a></strong><object width="382" height="408"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayerd.swf?doc=casomaristelajust1989-100426115205-phpapp01&#038;stripped_title=caso-maristela-just-1989" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayerd.swf?doc=casomaristelajust1989-100426115205-phpapp01&#038;stripped_title=caso-maristela-just-1989" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="477" height="510"></embed></object>
<div style="padding:5px 0 12px">View more <a href="http://www.slideshare.net/">documents</a> from <a href="http://www.slideshare.net/dukah">Fernando Holanda</a>.</div>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Caso Maristela Just será julgado após 21 anos</title>
		<link>http://fernandodeholanda.com/caso-maristela-just-sera-julgado-apos-21-anos/</link>
		<comments>http://fernandodeholanda.com/caso-maristela-just-sera-julgado-apos-21-anos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 14:28:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>

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		<description><![CDATA[Publicado em 24.04.2010 no Jornal do Commercio. Está marcado para o dia 13 de maio, às 9h, no Fórum de Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife, o julgamento do comerciante José Ramos Lopes Neto, acusado de matar, 21 anos atrás, a ex-esposa, Maristela Ferreira Just, e ferir os dois filhos e o cunhado. Na época, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Publicado em 24.04.2010 no Jornal do Commercio.</p>
<p>Está marcado para o dia 13 de maio, às 9h, no Fórum de Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife, o julgamento do comerciante José Ramos Lopes Neto, acusado de matar, 21 anos atrás, a ex-esposa, Maristela Ferreira Just, e ferir os dois filhos e o cunhado. Na época, o crime chamou a atenção da sociedade pernambucana e repercutiu na imprensa internacional, que noticiou o caso.</p>
<p>“Neste tempo todo, o julgamento nunca tinha sido marcado. Recebemos a informação de que, enfim, José Ramos será julgado. Entregamos o caso a Deus e sabíamos que ele não falharia. Torcemos agora que a justiça seja feita”, afirmou a mãe de Maristela, a dona de casa Dirce Ferreira Just, 78 anos. José Ramos foi preso em flagrante. Segundo a família da vítima, ele passou cerca de um ano detido no Presídio Aníbal Bruno, em Tejipió, sendo liberado por meio de um habeas corpus.</p>
<p>Filho do advogado criminalista Gil Teobaldo, ele estava separado da mulher havia dois anos, mas não se conformava com a situação. No dia 4 de abril de 1989, trancou-se com a ex-esposa e os filhos num dos quartos da casa do sogro, em Piedade, Jaboatão, e deu três tiros em Maristela, que morreu na hora. O caçula, Zaldo Just, então com 2 anos, levou um tiro na cabeça. Natália Just, a mais velha, tinha 4 anos e foi atingida com um tiro no ombro. O irmão de Maristela, Ulisses Ferreira Just, tentou socorrer a irmã e os sobrinhos e terminou baleado no peito.</p>
<p>Atualmente, Zaldo tem 24 anos e está terminando o curso de direito. Ficou com o lado esquerdo do corpo paralisado. Natália é formada em publicidade e tem sequelas em um dos braços. Em junho de 2001, o juiz da 1ª Vara do Júri de Jaboatão, José Roberto Moreira, divulgou a sentença de pronúncia do comerciante José Ramos. A expectativa era que o julgamento acontecesse naquele ano, o que não ocorreu. </p>
<p>PS: A família disponibiliza informações no <a href="http://www.twitter.com/maristelajust">twitter</a> e em um <a href="http://casomaristelajust.blogspot.com">blog</a> criado para divulgar o caso.</p>
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		<title>Assista à entrevista de Ciro Gomes no SBT Brasil</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Apr 2010 14:37:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Eleições 2010]]></category>

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