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Faculdade Maurício de Nassau: o câncer das Graças.

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A mercantilização da educação é uma triste realidade do Ensino Superior no Brasil. Além da flexibilização da legislação, que proporcionou, nos últimos 5 anos, o boom deste “mercado”, o Programa ProUni, do Governo Federal, fez com que a faculdade se tornasse um negócio da China. A conta é bem simples: Seu Zé, dono da mercearia, compra 10 caixas de leite, cada uma com 12 unidades cada. O leite, que vence na próxima semana, encalhou nas gôndolas, e seu Zé só conseguiu vender 70% da mercadoria, ou seja, 7 caixas. Uma vez que o Governo tem o intuito de aumentar o consumo de leite na região, a fim de mostrar os números na próxima campanha eleitoral, as 3 caixas de leite que sobraram são compradas pelo Governo Federal, através de um programa que tem como desculpa o bem estar social e o desenvolvimento do país. Pronto. É mais ou menos assim que o ProUni funciona. O Governo “compra” as vagas que sobram nas instituições privadas e as preenchem com alunos que não têm condições de pagá-las. Sendo assim, as cadeiras nunca “encalham” nas salas de aula.

Há um tempo atrás, tive a oportunidade de participar de uma pesquisa para a formatação do programa de estágio da empresa onde trabalhava. O objetivo era fazer uma sondagem rápida sobre a evolução do quadro de vagas para o curso de Comunicação Social / Publicidade e Propaganda na cidade do Recife. Como macaco velho no assunto, já desconfiava que viria uma bomba por aí. No entanto, para minha surpresa, meus cálculos sobre o crescimento do número exacerbado de vagas na área estavam muito aquém da realidade. Na verdade, de 1999 para 2007, ano em que foi realizado o levantamento, houve um aumento de 650% do número de vagas no ensino superior do referido curso. Isto mesmo: seiscentos e cinqüenta por cento. Um absurdo? Não para boa parte das faculdades particulares, que seguem uma lógica de mercado bastante simples: é preciso aumentar a receita e diminuir custos e despesas. Como se faz isso? Basta lotar a sala de aula, oras!

quadro-de-vagas.jpg
Evolução do quadro de vagas para o curso de Comunicação Social/Publicidade e Propaganda na cidade do Recife/Pernambuco.

topoftjanguie.jpgNeste cenário, uma instituição que reflete bem a expansão das IES privadas é, sem sombra de dúvidas, a Faculdade Maurício de Nassau. A faculdade é uma empresa da ESBJ e JJ Participações e tem como dirigente o Dr. José Janguiê Diniz, professor da UFPE (não sei se ainda), Procurador Regional do Trabalho, Presidente do IBED, proprietário da Faculdade Joaquim Nabuco e, mais recentemente, editor do Blog do Janguiê. Situações macroeconômicas a parte, a FMN se destaca pelo crescimento exponencial que vem obtendo nos últimos anos, que pode ser verificado pelo frenético crescimento do seu campus no Recife, que se divide entre o bairro das Graças e o Centro da Cidade. Além destes, a faculdade conta ainda com unidades em João Pessoa (PB), Campina Grande (PB), Lauro de Freitas (BA) e Salvador (BA).

Atualmente, segundo informações do MEC, a entidade dirigida por Janguiê já tem mais vagas autorizadas para os cursos de Graduação que a própria Universidade Federal de Pernambuco ou a Universidade Federal da Paraíba. Nada mal para quem tem menos de 10 anos de vida.

predio_blocoa.jpgBom, o assunto que pretendo abordar aqui é a falta de planejamento do crescimento imobiliário da Instituição. No início, as instalações da faculdade dividiam espaço com o Bureau Jurídico Colégio & Curso, no prédio localizado na Rua Guilherme Pinto. O BJ é um outro empreendimento do grupo.

predio_mafua.jpgEm 2004, este prédio foi estendido com a aquisição das antigas instalações da Fundição Capunga e do Restaurante Mafuá do Malungo (casa onde viveu o poeta Manoel Bandeira). À época de sua aquisição, os imóveis foram pintados com as cores da faculdade (laranja e azul, se não me engano), desrespeitando totalmente o tombamento dos imóveis históricos do largo onde se localizam. Pouco tempo depois, o Ministério Público interveio e a instituição, antes de ser obrigada, pintou os prédios com cores pouco mais sóbrias, mas não menos incoerentes com a arquitetura das construções.

predio_blocod.jpgA partir de então, a expansão imobiliária passou a ser uam constante no cotidiano da instituição. Em menos de cinco anos, oito prédios foram inaugurados ou ocupados pela instituição, que, atualmente, toma boa parte dos imóveis antes disponíveis (ou não) no Bairro das Graças (por coincidência, onde moro). O Bloco B, por exemplo, localizado na praça da Rua Guilherme Pinto, foi erguido em tempo recorde. O Bloco E, idem. As casas em torno deles hoje servem de apoios pedagógicos e afins. A cada semestre, novas unidades ocupam as casas antes residenciais. Na Rua Joaquim Nabuco, o Bloco D foi inaugurado, além da ocupação da casa onde recebeu o Comitê de Campanha do Deputado Federal Armando Monteiro, que abriga o Escritório Jurídico Junior.

Estrutura para estacionamento próprio? Bem abaixo da real necessidade. Preocupação com o aumento do tráfego de automóveis no horário de aulas? Nunca vi nenhum movimento para isso. Preocupação com a estrutura sanitária do bairro? Ah, deixa disso! Como se já não bastasse toda esta movimentação, o MPPE ainda cita a instituição como ocupante de seis imóveis sem alvará de funcionamento.

A última empreitada do grupo foi a aquisição de um imóvel na Rua Jacobina, projetado pelo arquiteto Vital Melo e jardim do paisagista Burle Marx. De acordo com informações que obtive, a idéia era construir um edifício-garagem. A empreitada seria construída em rua estreita e totalmente sem estrutura, mas claro que isso é besteira. A intervenção do Ministério Público impediu qualquer alteração física no imóvel até que o tombamento do imóvel seja regularizado. Segundo trechos da ação do MPPE, “A forma irregular e desorganizada como o mencionado complexo educacional vem se instalando contribui decisivamente para comprometer, talvez de forma irreversível, a ambiência e a qualidade de vida num dos bairros mais pitorescos da cidade”.

Espero sinceramente que a ação do MPEE não se resuma à ação do dia 27 de agosto de 2007 e que os limites sejam respeitados. Mas, é claro, isso é tudo besteira minha!

52 comentários

  1. Tatiane Cavalcanti comentou em 20.04.2008 às 5:52 pm

    isso é pura inveja

    ainda bem que alguém leu isso aqui.

  2. Marcos Fernando comentou em 10.05.2008 às 5:57 pm

    oi Esrael,
    sou estudante da fmn,e gostei muito do seu arquivo.Gostaria de sber se vc pode mim ajuda com meu tcc. estou abordando o tema sobre a influência das campanhas publicitárias da fmn sobre os jovens carentes de Recife.

    att Marco Fernando

  3. Carlos André comentou em 04.07.2008 às 8:37 pm

    Li esse artigo, cujo conteúdo não possui nexo com seu propósito inicial, ou seja, pulicidade e propaganda.

    O que tem “a ver” os prédios da maurício de nassau com o mercado de publicidade e propaganda ???

  4. Se muda das Graças!!!

  5. joaquim comentou em 11.09.2008 às 9:43 am

    esse cara é mt mané…
    dve ter sido a universo q pagou pra ele escrever essa m…

  6. Prezados,

    Segue mais notícias sobre a Maurício de Nassau:

    Segundo o MEC, UFPE é a 23a. melhor do país. Maurício de Nassau é a 4a.pior.

    http://acertodecontas.blog.br/educacao/segundo-o-mec-uf pe-a-23a-melhor-do-pas-maurcio-de-nassau-a-4apior/

    http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&t ask=view&id=11213&Itemid=11213

  7. rafaela comentou em 09.10.2008 às 12:01 pm

    concordo plenamente com voce. sou arquiteta e o que a fmn faz é um desrrespeito à cidade. o ultimo caso, esse da casa da rua jacobina foi o que me deixou mais chateada, pois a casa do grande arquiteto Vital Pessoa de Melo é um importante exemplar de arquitetura brutalista no recife, fora o lindo jardim de burle marx que ela possui. fico indignada, sem entender como donos de universidades podem se comportar de maneira tao agressiva à ciencia. essas pessoas que comentaram aqui contra a sua colacação, sao apaenas alguns dos alienados que essa instituição de “ensino” abriga em seus corredores.

  8. Doug comentou em 11.10.2008 às 9:28 pm

    O que a inveja não faz hem?! rsrsrs
    Se Exploda de inveja mané!
    Sou Nassau não faço por menos!

  9. Eu comentou em 12.10.2008 às 12:31 am

    Vamos esclarecer uma coisa aqui. Sou graduado em administração pela federal e tenho pós pela fafire e atualmente curso farmácia pela FMN, logo tenho alguma autoridade para comentar o assunto já que conheço os dois lados da moeda. O que é de fato é que graduandos da federal ou UPE se acham superiores intelectualmente aos demais. Convenhamos isto é uma tremenda prepotência e total falta de humildade. Existem alunos na esfera privada tão bons ou mesmo melhores que aqueles da esfera federal ou estadual, porém há de se convir que isto é uma excessão. A grande maioria está apenas “pagando” pelo diploma enquanto uns poucos realmente dão duro para um dia se tornarem grandes profissionais. Também para não ser de um tanto injusto estas coisas também ocorrem na federal ou UPE porém em menor grau. Em se tratando de faculdades particulares existem várias instituições que prezam pela qualidade do ensino. Eu por exemplo tiro o chapéu para a Fafire (onde conclui minha pós). Excelente instituição assim como a Católica que também é de muito boa qualidade. Mas voltando a Maurício de Nassau, cuja faculdade também sou aluno, esta instituição é sofrível. Que me desculpem aos que se orgulham em ser alunos dela, em meus quase 3 anos de FMN não tenho um único elogio sequer a fazer. Péssima biblioteca, terrível fluxo de informações e atividades, vários professores sofríveis, inexistência de coordenação (ao menos em meu curso), administração precária etc. Isto sem falar nos estudantes que em sua maioria mal sabem ler ou escrever. Duvidam? Que tal ler os comentários acima dos estudantes FMN e verificar vários HORRORES em nossa língua como por exemplo: “pode MIM ajuda com meu tcc”. Eu sofro quando vejo este tipo de coisa!! KKkkkKKKkkKKk

  10. VERA LUCIA DE ARAÚJO comentou em 17.10.2008 às 2:03 pm

    acho que a iniciativa privada só existe porque o estado não cumpre o seu papel social – e é isso que vem acontecendo no BRASIL inteiro, em relação principalmente a educação – que é o setor primordial no tocante ao desenvolvimento e crescimento social e humano, por isso não culpo e nem absorvo a FMN, ela apenas está ocupando uma lacuna existente, se bem ou mal caberá ao estado e a seus usuários verificarem tal serviços e optarem ou não por ela.

    Vera Lúcia de ARAÚJO

    Sóciologa – Canindé -Ce

  11. emanuelle comentou em 27.10.2008 às 6:25 pm

    Bando de invejosossss!!!! deixa janguier ganhar dinheiro pois é isso que ele sabe fazer!, todas as faculdades particulares e públicas deixam a desejar em algum aspecto portanto a Mauricio de nassau não e a melhor nem pior faculdade que existe, portanto sóoo admirem seu crerscimento e vibrem por ela e justamente o que a administração quer. pensar de forma boa ou ruim.

    nâo faço por menos”!!! seja nassau

  12. Emanuelle,

    Negócios e educação à parte, o post sobre o qual você comentou no fernandodeholanda.com diz respeito à forma como a FMN está promovendo seu crescimento físico. Infelizmente, esta prática não é digna de admiração ou muito menos vibração. Além da ocupação irregular de 6 imóveis, a superpopulação universitária com a qual as Graças convive graças à Maurício de Nassau traz consigo diversas mazelas sociais, como trânsito, comércio ambulante, problemas sanitários e até mesmo comércio de drogas, que hoje pode ser encontrado na rua das Pernambucanas, com endereço fixo e tudo mais. Tenha certeza de que é muito mais valioso para o estudante estar atento a estas questões do que bradar aos quatro cantos o título da nova campanha publicitária da faculdade.

    Abs e continue visitando o nosso site.

    Fernando de Holanda

  13. Edilson comentou em 28.10.2008 às 2:06 pm

    Fernando,

    Já ouvi alguns críticas feitas a Faculdade Maurício de Nassau, mas nenhuma com tanto detalhes. Pois educação não é só feita de cursos, diplomas, mas com consciência e responsabilidade.

  14. alcidesio barbosa comentou em 02.11.2008 às 9:54 pm

    Excelente artigo sou estudante de direito 6º periodo fmn e vejo como a educação é tratada como negocio de troca entre o poderosos que mandam e desmandam com a lentidão de nossa justiça ate quando certos absurdos como este e outros que acomtecem, mas uma coisa é crescer com qualidade e descer na ruindade é pagar para ver.

  15. Ewerton Souto comentou em 04.11.2008 às 6:26 am

    E tudo isso para ser a pior instituição de ensino do Brasil!!!!!!!!!

    É ridiculo…

  16. RIKRDU comentou em 06.11.2008 às 7:41 pm

    FERNANDO HOLANDA E : EU, TU VAI ME DESCULPAR MAIS A MAURICIO E SI UMA DAS MELHORES IES DE PERNAMBUCO, TANTO QUE VEIO INOVANDO AGORA,COM A FACULDADE JOAQUIM NABUCO, OTIMA ESTRUTURA E RECONHECIDA PELO MEC, FORA O VESTIBULAR QUE TEM O MAIOR NUMERO DE QUESTOES DE TODAS AS IES DE PERNAMBUCO COM 64 QUESTOES, ATE A FAFIRE SAO SO 50 QUESTOES E TE DIZER QUE QUANDO ESSE ALUNO DA NASSAU QUE TU DIZ NAO ESCREVE ERRADO NAO ELE SO USOU A LINGUAGEM DA INTERNET, TU TA BEM DESINFORMADO, QUE UM CONSELHO ARRUMA UM TRAMPO E ESTUDA NA NASSAU OU NABUCO QUE TEU FUTURO TA LA,FUI

  17. Opa! Vou seguir sim o seu conselho, Ricardo. Quanto ao comentário sobre o português do aluno da FMN, observe que ele não foi postado por mim. A propósito, excelente português o seu.

  18. RIKRDU comentou em 07.11.2008 às 7:53 pm

    VALEU FERNANDO ! TU TA ESTUDANDO ONDE? EU TO COMECANDO NA JOAQUIM NABUCO NO ANO QUE VEM, E AQUILO SOBRE O ”ALUNO QUE ESREVEU ERRADO” SEI QUE NAO FOI TU FOI OUTRA PESSOA COM O NOME ”EU”, FUI

  19. Fernando comentou em 18.11.2008 às 9:59 am

    Fernando

    Por favor não deixe de se insurgir sobre este ABSURDO que estão fazendo com o bairro das Graças.
    Fiquei muito feliz quando li o seu artigo sobre ” o cancer das graças”. Finalmente! alguém se pronunciou acerca desse caos (FMN) que tomou conta das graças.

    Como morador do bairro, estou sendo diretamente afetado pelos efeitos de um crescimento não planejado, desordenado e nocivo.

    Tenho dois filhos pequenos que acordam todas as noites, no horário de saída dos alunos da faculdade. Além disso, fico sempre preocupado quando eles vão para a escola, pois não temos mais calçadas, estas estão completamente tomadas por ambulantes, que não só nos obrigam a dividir espaços com os carros na rua, como também, contribuem para o aumento da sujeira e baralho dos sons dos carros.

    Em suma, a FMN está acabando com o bairro das Graças, e o pior é que ninguém toma uma atitude.

  20. MARIANA comentou em 20.11.2008 às 6:48 am

    Putz,
    Perdi meu tempo.
    Nada aqui vale a pena.
    Deletem tudo!

  21. Mirela comentou em 21.11.2008 às 2:09 pm

    Já começa criticando o Pro Uni!!
    Idiota!!

  22. Mirela,

    Este blog está aberto a comentários pertinentes às colocações feitas nos artigos publicados.
    Se você não sabe manifestar sua opinião sem ofender o próximo, melhor ficar calada.

  23. rikrdu comentou em 21.11.2008 às 4:06 pm

    é isso ai mariana liberdade geral, fala o que tu quer falar mas sem criticar ninguem, ou se nao der faz o que fernando disse te cala e vai aproveitar ”teu tempo” tipo lendo fofoca” fui

  24. rikrdu comentou em 21.11.2008 às 4:08 pm

    é isso ai mariana liberdade geral, fala o que tu quer falar mas sem criticar ninguem, ou se nao der faz o que fernando disse te cala e vai aproveitar ”teu tempo” tipo lendo fofoca” fui nao leva a mal nao mina e e isso ai fernando

  25. Tavinho comentou em 03.12.2008 às 9:09 am

    O problema aqui é que cada um quer “defender e vender” seu peixe… os alunos, não querem que falem mal da “sua” Instituição pelo simples fato de não serem apontados na rua como o estudante daquela faculdade medíocre… já pelo outro lado (moradores, estudantes de engenharia, arquitetura ou simples ‘passantes’ das referidas áreas…) se quer um pouco de justiça (se fazer o que se faria se fossem com eles e não com um grupo forte), de coerência (principalmente urbanista), comodidade (como no caso do trânsito) entre outras coisas que dizem respeito a seus interesses. Por tanto, cada um na sua visão tem um certo grau de razão… mas uma coisa é certa, realmente FMN extrapola o limite do desenvolvimento armônico e sustentável…

  26. Tavinho comentou em 03.12.2008 às 9:10 am

    perdão….HARMÔNICO…

  27. Mell comentou em 03.12.2008 às 3:42 pm

    Sei que é bastante dificil,mas é fato não só no nosso estado:Educação virou Negócio sim dai?
    Sou professora de algumas instituições de ensino e posso-lhes afirmar que realemnte existe muioto a desejar,não spo daparte das instiuições mas,como também dos corpos docentes,decentes e do sistema de ensino de uma forma geral.A FMN(não ensino lá tá?…ainda),achou um espaço dado por alguem,se deu bem e pronto.Se existe caos,não é só lá…

  28. ricardo comentou em 04.12.2008 às 10:57 am

    E ISSO AI MELL, REALMENTE HA VARIAS INSTITUICOES EM NOSSO ESTADO NAO ACHO MUITAS COMPARANDO COM OUTROS ESTADOS, ALGUMAS REALMENTE SAO ”FONTE DE RIQUEZA ” EXISTEM SO PRA DAR LUCRO JA OUTRAS COMO A NASSAU, A JOAQUIM NABUCO, A CATOLICA , FAFIRE E POUCAS CONCERTEZA GERARAM CRESCIMENTO DESORDENADO POREM PEO SIMPLES FATO DE OFERECEREM AOS ALUNOS EDUCACAO DE BOA QUALIDADE DIFERENTE DE MUITAS IES TALVEZ FACAM VALER APENA, E AQUELE CASO CONSEQUENCIAS BOAS E RUINS, FUI E, VALEU E E ISSO AI

  29. Jaqueline comentou em 09.12.2008 às 2:38 pm

    Por Deus, tanta merda acontecendo e os caras querem saber de prédio tombado….. e o Recife Antigo????? Vocês vão cobrar de quem a porcaria que aquilo se transformou?
    Não! Mais como é educação, tem que ter um idota pra falar mal da Nassau.
    Vai arrumar o que fazer palhaço, vai arrumar um emprego decente ou então volta pra faculdade ….. NASSAU, para ver se os caminhos abrem pra voce. Se é que você terminou o segundo grau.

  30. ricardo comentou em 10.12.2008 às 10:21 am

    E ISSO AI JACK, A TURMA NAO TEM CAPACIDADE OU DISPOSICAO PARA ESTUDAR, PELO MENOS TENTAR E SE FORMAR NUMA FACULDADE ATE COMO A MAURICIO E OUTRAS POUCAS E FICAM INVENTANDO MODA SOBRE A FACUL ESTUDA LA OU ENTAO TOMA UM RUMO E PARA DE FALAR MAL DAS FACULDADES POIS ISSO E INVEJA, ISSO JACK BJO

  31. monica menezes comentou em 10.12.2008 às 9:33 pm

    INVEJA MATA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!  !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!  !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!  !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  32. ricardo comentou em 11.12.2008 às 2:45 pm

    realmente falar mal de ies como a nassau e pura inveja

  33. Gostaria de saber como eu faço para entrar na faculdade de arquitetura quanto custa até que tempo dura esta faculdade aonde fica localizada qual o telefone da faculdade por favor gostaria de saber de tudo isso

  34. ricardo comentou em 17.12.2008 às 8:53 am

    bem gleice, voce faz o vestibular,tem a nassau,com curso de arquitetura, e que eu conheca tem a faupe talvez mais barata , o endereco voce pega na internet voc vai no google e digita faupe entra no site e pega informacoes deve ser de 500 a 600 rs, e dura na faixa de quatro anos, o normal, vai em frente bjo

  35. Manuela comentou em 19.12.2008 às 11:18 pm

    Fernando de Holanda, parabéns!
    Falou o que metade da fatia ’sã’ do Recife queria dizer!
    Abraços!

  36. eu comentou em 28.01.2009 às 11:24 am

    ninguem acessa o site mais nao e?

  37. Euzinha comentou em 29.01.2009 às 4:12 pm

    É lendo os comentários dos própios alunos da FMN que verificamos a qualidade de ensino. Como prova também além dos comentários temos os resultados do ENADE, uma vergonha. O investimento da FMN é apenas em marketing, exaltando o que ela “pode” oferecer.

  38. Cara, concordo com o artigo, sem dúvidas. Sou aluno dessa Faculdade que atende pela alcunha de Maurício de Nassau, e não cometerei o erro de defendê-la pelo simples fato de estudar nela. Nesses quase quatro anos que passei nessa instituição, foram poucas as vezes que tive vontade de enaltecê-la como tal. As precariedades e absurdos não se fazem presentes apenas em relação à louca expansão, desordenada, mercantilista, que agride o meio comum ao Bairro das Graças, mas também ao péssimo atendimento aos alunos, a falta de coordenação (ou ao menos satisfatória), e a forma extremamente mercadológica como somos tratados.
    Em ralação aos comentários, acredito haver um total exagero por parte dos alunos, que defendem a todo custo essa instituição, quando para o Sr Janguiê Diniz, essas pessoas só existem enquanto consumidores. Acho de uma tamanha estupidez, não questionar os rumos que a Faculdade toma, e como ela se porta em relação aos discentes. Tudo que é tomado como verdade inqüestionável, torna-se algo sem alma, ortodoxo e dogmático, e por isso, deveria merecer o nosso desprezo, já que nossa natureza como humanos é racionar e questionar. “Podem matar a todos, mas nunca deterão o pensamento crítico” – Sócrates.
    É isso, parabéns!

  39. Longina maria cardoso cruz comentou em 21.03.2009 às 2:46 am

    A liberdade é a coragem de resistir ao medo e a coragem é o segredo da liberdade. A democracia se baseia na liberdade, enquanto a ditadura se fundamenta do medo. E medo de ser empreendedor e educador Janguier Diniz não carrega com sigo. Vivemos em plena democracia. E a democracia se baseia na liberdade, enquanto a ditadura se fundamenta do medo. Este medo de empreender gera repressão, o ódio, a intolerância, ameaçando a estabilidade social, enquanto que a educação assegura a paz, que traz a liberdade tranquila do cidadão.

  40. ? (!)

  41. QWRJ comentou em 04.04.2009 às 4:29 pm

    PORRA CARALHO VAMO DIALOGAR, MAIS PARAR DE FALAR MUITA MERDA , E VAMO ESTUDAR

  42. Sem dúvidas os cursos de Comunicação Social estão crescendo bastante no estado, principalmente na subdivisão (ou habilidade) Publicidade e Propaganda, antes de se escolher uma instituição é necessário fazer uma pesquisa e ver qual tem as melhores instalações, laboratórios, bons professores.

    Quanto à Maurício de Nassau, é só ela que tem Publicidade e Propaganda?!

    Caro Fernando, é clichê dizer que a desordem nas instituições de educação superior estão crescendo, assim como também é clichê (e diga-se de passagem, modinha) falar mau da Faculdade referida no artigo.

    Blog é pra isso, pra expor as opiniões do autor, mas você foi infeliz em citar apenas a Maurício de Nassau enquanto outras estão crescendo por aí, abrindo vagas e mais vagas em todos os cursos.

    Mercantilização do ensino existe em qualquer instituição privada, se os estudantes não gostassem de estudar na FMN não a escolheriam, ela ainda a que tem os mais altos valores nos cursos, nem todo mundo pode pagar.

    Agora, defesas à parte, o atendimento na FMN em si é péssimo, o estacionamento também, o destaque que eles dão ao curso de direito é revoltante para os alunos de outras áreas.

    Abraços,
    Marcello Ribeiro.

  43. ddddx comentou em 14.05.2009 às 8:23 am

    direito ja ta saturado,o negócio e adm seja em que for logistica,rh,mk,financas,geral e tudo, nem econmia bara

  44. Carlos Eduardo comentou em 07.08.2009 às 10:54 am

    Cara,
    posso até concordar com a necesidade de um crescimento responsável das instituições de ensino, mas quanto ao Pro Uni, você precisa se informar melhor quanto às “três caixinhas de leite”.Embora torne a instituição isenta de alguns impostos, a aderência ao Pro Uni, nem sempre representa um lucro significativo, às vezes que a instituição gasta com os alunos é igual ao lucro, como materiais individuais de aulas práticas de laboratórios, bolsas de iniciação científica, despesas de rotina…As “três caixinhas de leite” representam mudança de caráter social, aumento de nível educacional (os alunos do Pro Uni tiveram as maiores notas em todas as ciências) e profissional, vantagem da instituição que quer sair nessa foto não é???

    A coisa é por aí, gostaria de elogiar seu artigo de caráter crítico, e como sugestão dizer que um bom autor olha diferentes cenários, observa que os fatos não são iguais em uma faixa de tempo ou espaço (cada lugar pode ter uma situação em determinado instante), no caso do Pro Uni, jovens poderiam estar nas ruas, procurando vias inapropriadas ou ilícitas, em vez disso, se tornam grandes alunos, que andam juntos a alunos das públicas em pesquisas, com grande nível acadêmico!!!
    Ex: Eu!!!

  45. Nassau comentou em 28.11.2009 às 8:16 am

    Sou aluno da Nassau, faço curso de Redes de Computadores (3º Melhor curso do Brasil – ENADE 2009). Não tenho nada de que reclamar dos professores, alunos, do prédio, da biblioteca, etc. Pra mim esse artigo é um puro sentimento de inveja ou outro mal sentimento mal do autor…

  46. LAURA MONTEIRO comentou em 27.01.2010 às 4:28 pm

    e a mais pura verdade, sou aluna do curso de publicidade e estou no 7 periodo, acompanhei toda a expansão e é impressionante as consequencias ruins dessa instituição

  47. Thais comentou em 20.03.2010 às 7:01 pm

    A que nìvel chegamos??? (desculpem os erros de acentuaçào, mas estou digitando de um teclado modelo europeu!!!)

    Sou aluna do sètimo perìodo de administraçào da FMN e me envergonho disso. Tive a infelicidade de escolher a nassau e entrei como portadora de diploma (se è que todos sabem o que è isso), sò nào mudei de IES pois a taxa de transferencia è um absurdo!!!

    Desde o começo tive vàrios problemas, matrìculas erradas, disciplinas inexistentes, sem falar nos professores faltantes e nos alnos que nàao sabem nem onde a China fica ACREDITEM!!!!

    Felizmente sou uma pessoa esforçada, procuro ler livros e me desenvolver, pois se eu fosse depender da faculdade e dos amigos de classe estaria perdida na ignorancia.

    Invejosa??? de quem pessoas que sabem analisar e fazer uma crìtica plausìvel teria inveja??? a propòsito, vcs sabem o que significa plausìvel???

    A que ponto chegamos quando as pessoas fazem da educação um comércio, um produto a ser vendido e nòs escravos, obrigados a consumir.

    Infelizmente irei me formar com o nome dessa IES e felizmente as empresas não se importam mais com isso.

  48. Natali Brasil comentou em 30.03.2010 às 10:23 am

    Sou aluna Nassau e me orgulho disso, sabe por quê? Porque ela me deu uma excelente formação em Publicidade e tive o apoio de grandes professores, os quais admiro e que ensinam tb na Católica, Federal e outras instituições particulares. Acho que minha média global 9.2 já diz alguma coisa, né? Recife precisa de desenvolvimento e expansão educacional como empreendeu Janguiê. Um complexo como a FMN gera progresso no bairro e agrega valor à cidade. A Nassau está se organizando, inclusive com a construção de um edif[icio garagem. Hoje, a FMN é muito invejada e caluniada, porque as pessoas, inclusive a concorrência, não conseguem ver a evolução dos outros. Gente, vamos nos preocupar com a falta de educação, o preconceito e a ignorância, pois isso sim, é prejudicial à sociedade. Educação de qualidade? A Nassau tem, mas muita gente não aproveita, leva a faculdade com a barriga… Aí a coisa desanda…

  49. lm comentou em 16.05.2010 às 8:57 pm

    Cuidado!!!!!

    Inveja mata.

    Dr. Janguie trabalhou durou para conseguir essa faculdade.

  50. FMN Não entre nessa história comentou em 03.06.2010 às 1:07 pm

    FRASE DE JANGUIÊ: Meu negócio é Dinheiro e não estudo!

    Ele só não contava que havia um estudante na mesa do restaurante quando ele disse isso.

  51. Carlos Harduim comentou em 30.06.2010 às 8:04 pm

    Lamentével os comentários desse blog e de seu inexperiente autor. É até compreensível, para alguém que só tem 25 anos e pouquíssima experiência acadêmica, e principalmente profissional, mas o caminho que está trilhando está correto e com mais dez anos, com certeza, será uma voz a ser considerada.
    Estudei na UFRJ, PUC/RJ e também fiz cursos de extensão universitária em faculdades privadas no país, e estágios nos EUA, Canadá e México, conhecendo também um pouco da cultura européia. Tudo isso me tornou um poliglota, inclusive de línguas semíticas, pois também sou bacharel em Teologia.
    Farei defesa das FMN, e me considero com propriedade e algum conhecimento, para isso.
    Sou professor também das FMN, que me oferece uma infraestrutura excelente e digna de menção, para eu ministrar minhas aulas, nas Faculdades de Administração. Tal estrutura nunca tive, nas federais, outras instituições privadas, ou ainda na PUC. Na federal então, os professores nem computadores tem para trabalhar, quanto mais dar aulas, no verão é um inferno dar aulas em salas não climatizadas, com carteiras de madeira e quadro verde. As salas que estão climatizadas, foram doação de instituições bancárias ou patrocínio de empresas, os quais eu mesmo negociei, como permuta, quando tive oportunidade.
    Fui aprovado numa banca examinadora para dar aulas na FMN, e me foi cobrado também o mestrado. Não posso falar dos outros professores, que ainda pouco conheço, mas a maioria tem no mínimo o mestrado, e muitos com doutorado pelas federais.
    Não preciso bajular nenhuma empresa ou instituição de ensino, pois hoje já não dependo de ninguém, após vários anos atuando nas maiores empresas do planeta.
    É verdade que tem muitos alunos vão para as particulares, por não terem conseguido aprovação fora, mas acabam ficando desapontados com a cobrança feita, nas avaliações disciplinares, e como, a maioria entrou fácil, quebra a cara, e mete o malho na faculdade que eles não conseguem acompanhar, e entender as aulas.
    Muitos alunos mal sabem português, e se encontram despreparados, para acompanhar as aulas. Claro que se fosse o contrário, eles lá não estariam.
    Estou em Recife, desde 2004, e as benfeitorias feitas por essa faculdade são louváveis. Porque o pernambucano, não reclama do Centro abandonado e sujo, dos rios cheios de lixo, e nas favelas a beira desses rios, desvalorizando uma cidade tão bonita?
    O próprio pernambucano, não valoriza sua cidade, jogam de tudo nas ruas e calçadas, picham a cidade toda, e as praias com exceção da Boa Viagem, vivem sujas e cheias de lixo, e ainda tem línguas de esgoto a ceú aberto. Isso sem falar nos tubarões comendo turistas. Brincadeira, é claro.
    Penso que o empresário fundador da Maurício, faz muito pela cidade, tornando-a conhecida em todo o país, apesar de só operar na região nordeste. Onde ele instala um novo prédio, ele revitaliza toda a volta e ainda gera empregos diretos e indiretos. Será que ninguém repara isso? Só vê defeito? E os prédios residenciais sendo construídos em toda parte, com a mesma estrutura de saneamento e abastecimento de água? E a multiplicação de carros que isso vai gerar? E os sinais de trânsito, que não são sincronizados, nem mesmo manualmente? Não existem sinais de trânsito controlados por computadores na cidade do Recife!
    Mesmo sendo carioca, poderia apontar faculdades que estão na cidade como mercantilistas e grandes vendedores sim, de diplomas, para quem não quer estudar muito, mas pode pagar por um diploma, mas por uma questão de ética, não vou mencionar seus nomes. Não cabe a mim julgar. A verdade também, que o governo federal não investe em educação, e ninguém reclama. Os investimentos não chegam a 10% do PIB! Hoje o país tem deficiência de profissionais em diversas áreas, e que impedem o seu crescimento mais rápido. Voce faz idéia quanto estão pagando por um pedreiro na construção civil? 3 mil reais pra cima! Estão em falta, também, ladrilheiros, eletricistas, bombeiros, e por aí vai. Voce sabe quanto ganha um professor no ensino público? E um senador? Esse último você sabe, e são os mais caros do mundo!
    A Refinaria de Abreu e Lima, não terá mão-de-obra cem por cento pernambucana, por que ela não existe na quantidade demandada.
    A Maurício de Nassau, tem tudo para se tornar uma universidade de referência nacional, e brevemente internacional, com as parcerias que vem fazendo, beneficiando toda a comunidade acadêmica, e também os pernambucanos.
    Quem faz o nome da faculdade são os alunos que vão para o mercado, e claro, graças a um bom corpo docente.
    Se a maioria dos alunos, procuram uma faculdade, para comprar seu diploma, e tem suas pretensões barradas por rígidas exigências, começam a difamar a faculdade como vingança pessoal, equivocada e burra.
    Pena que seus difamadores, nunca sentaram numa instituição pública, carente de recursos financeiros e materiais, para poder avaliar o que tem nas mãos e que pode pagar. Devo minha educação as instituições públicas e sei do que estou afirmando.
    É como alguém que nunca dirigiu um carro, fica rico e compra logo uma Mercedes top de linha. Com certeza vai achar o carro uma bosta, por não conseguir compreender toda tecnologia embarcada, e por nunca ter dirigido um fusca, vai viver reclamando do carro que ele não compreende, e nem tem condições de aprender a usá-lo.
    Assim, penso que são a maioria dos alunos que entram nas faculdades particulares e não somente na Maurício de Nassau, sendo até mesmo necessário fazer revisões constantes de conceitos de matemática, portugues, geografia, história, e mais recentemente, sociologia e filosofia. A maioria não sabe nem estudar.
    Espero não ter ofendido ninguém na minha defesa dessa instituição pernambucana, bem como, de sua cidade que me acolheu com carinho há mais de 6 anos.
    O pernambucano precisa valorizar o que tem. Depois que aqui cheguei e conheci, raramente volto ao Rio, somente para visitar meus pais. Pernambuco tem tudo de bom, é um belo estado e só depende dos próprios pernambucanos, tornarem ela, melhor ainda.
    Fico a inteira disposição de quem quer que seja, para auxílio, sugestões e até mesmo consultoria pedagógica empresarial.
    Para aprender sempre tem que haver humildade, orgulho, propósito firme e fé inabalável. Escutem mais, falem menos e nunca julguem uns aos outros.
    O conhecimento nunca será suficiente, mas é isso que deve nos motivar sempre, numa busca incessante.

  52. Prezado Carlos,

    É com muita satisfação que recebo um comentário com uma mínima argumentação plausível. Não é comum ler textos como os seus neste espaço.

    Não obstante suas críticas à minha experiência e ao povo pernambucano, acredito que você defende bem seu ponto de vista.

    No entando, avalio que suas palavras não vão de encontro ao propósito do meu texto, que diz respeito à expansão imobiliária da FMN no bairro das Graças. Minha crítica, como morador do bairro, é ao impacto da referida instituição no espaço urbano.

    Se, em algum momento, critico o estudante de universidade particular, faço-o de uma forma muito semelhante à sua, com clareza e objetividade.

    Peço-lhe que entenda que minha manifestação não é revestida por um caráter de julgamento e, sim, de indignação. Há uma avaliação que você, como docente, não pode fazer, que é a minha avaliação como morador do bairro das Graças. E, como tal, ratifico minha posição e, novamente, lamento e contesto a atuação do MPPE em relação ao caso.

    Convido-o a conhecer um outro texto no qual faço-me valer de uma argumentação incisiva para criticar o mesmo fato: http://fernandodeholanda.com/leitor-denuncia-caos-nas-g racas-causado-por-faculdade/

    Conto com sua visita periódica a estas humildes linhas.

    Abraço,

    Fernando de Holanda

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Sobre

fernando de holanda, 25 anos, também conhecido como dukah, é um profissional de marketing antenado na tortuosa relação entre a política e a comunicação.

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