Depois da retirada dos outdoors irregulares, localizados nas áreas públicas do Recife, a tendência da cidade é, em pouco tempo, eliminar de vez este parasita urbano. Desde o ano passado, a PCR, através da Dircon (Diretoria de Controle Urbano), já retirou outdoors, frontlights, backlights e toplights localizados em logradouros públicos e dentro de Imóveis Especiais de Preservação e Imóveis de Proteção de Área Verde.
De acordo com um levantamento realizado pela Secretaria de Planejamento Participativo, do pré-candidato João da Costa (PT), existem, na cidade, mais de 2.300 mídias desta natureza, que, somente após oito anos da aprovação da lei municipal que regulamenta a publicidade OOH, começam a ser retiradas.
Além dos outdoors, um outro parasita vem assombrando os recifenses. Trata-se do já famoso lambe-lambe, tipo de cartaz que se cola em muros (de preferência, sem autorização do dono) da forma mais improvisada e irresponsável possível durante a madrugada. Há vários anos, o lambe-lambe determina a agenda de shows de pagode e forró da cidade através de uma estratégia irresponsável e irregular de divulgação. Só não vou me estender mais neste assunto por que a esta nojeira pretendo dedicar algumas linhas deste website, em um futuro não muito distante.
Além de oferecerem a natural poluição visual a qual todos (infelizmente) já estamos acostumados, este tipo de mídia põe em risco a vida dos pedestres e motoristas. Isto por que, para economizar uns trocados, as empresas de mídia exterior preferem economizar um trocado na manutenção destas placas, que têm suas estruturas de madeira-podre prestes a ruir e machucar qualquer carro ou pedestre que estiver no caminho de sua queda-livre. Além disso, é comum encontrar os funcionários destas empresas sem qualquer segurança aplicando as folhas que formam as mensagens. Mas tudo bem, a fiscalização nunca vem mesmo.
Como se não fosse suficiente, os outdoors ainda são um péssimo investimento para o anunciante, seja ele de que segmento for. Além de ser uma mídia altamente limitada, com impactos de qualidade extremamente duvidosas, os outdoors têm resultados difíceis de serem mensurados e vida útil extremamente fragilizada.
O último segmento a aderir à mídia foi a política, que vem se utilizando largamente dos outdoors para dizer absolutamente nada aos cidadãos. Como se já não bastasse a enxurrada de informação das empresas, agora, no trânsito, precisamos nos deparar com sorrisos forçados e mensagens vazias de figuras como Terezinha Nunes, Cadoca, Mendonça, Luciano Siqueira, entre outros. Até o prório Prefeito João Paulo aderiu á moda, anunciando seu título (?) de 3º melhor Prefeito do Brasil. Bom, menos mau, uma vez que antes estas mensagens eram coladas nos postes, principalmente em época de eleição.
Tomara, sinceramente, que os outdoors estejam com seus dias contados. É uma mídia burra, suja e que nada agrega à Cidade e à construção de marcas. Quando bem colocada, uma mídia exterior tem seu impacto positivo. Quando um determinado perímetro, como o da zona urbana da RMR, recebe uma avalanche como estas, as mensagens se eliminam, ficando apenas o residual negativo de sua presença. É provável que, após as eleições, passada a dependência política das placas, as movimentações pelo cumprimento da lei e pela aprovação de uma nova lei, mais Kassabiana, sejam retomadas. Tai uma boa plataforma de propostas para os pré-candidatos a vereador e prefeito. Só falta a coragem para assumi-la.

Só uma pessoa totalmente alienada pode falar uma coisa dessa das empresas de outdoor, essas empresas empregam, pagam seus tributos e são taxadas como qualquer outra atividade neste país, o outdoor é uma midia de grande relevancia tanto que vc só fica sabendo de algo ou produto novo por ele, até porque só uma pessoa desolcupada que nem vc pode ficar escrevendo estes tipos de asneira num site e provavelmente fica o dia todo lendo noticia dos outros em jornais e internet para forma sua opnião, quer um conselho procure mais informação vá a uma agência procure uma empresa de midia exterior, creio que vc é mais um burguezinho mimado que se formou e nunca exerceu sua profissão. abra o olho, quem faz poluição visual em recife é o comercio. preste bem atenção
Amigo,
Entendo que sua empresa, a Band Propaganda, deve trabalhar com mídia exterior, por isso que você se incomodou tanto com o post.
Só peço que não me faça agressões pessoais por minhas opiniões. Quanto à minha carreira profissional, você pode verificá-la aqui mesmo, neste site. Basta clicar ali em cima, em Carreira.
Abra o olho você, parceiro.
Olá…
A mídia exterior é a forma mais antiga de mídia, existindo desde os tempos antigos. Todas as cidades do mundo fazem utilização deste tipo de mídia, inclusive os países ditos de 1º mundo. Ao meu ver, proibir este tipo de atividade é inaceitável, o que deve acontecer é uma organização do meio e uma maior fiscalização da prefeitura com relação aos equipamentos irregulares. O que aconteceu em São Paulo não existe… O prefeito teve uma atitude digna de um ditador do tipo Saddam… E olha que eu não trabalho com mídia exterior… Eu sou Engenheiro Civil.
É absolutamente absurda, a idéia do modelo atual das lêis municipais em relação a todo tipo de assunto.
Agora, a prefeitura decide, e pronto, tá feito.
Não se leva em consideração nenhum argumento de como e quando os prejudicados pela proibição vão se manter em outra atividade, se é que tem outra, inaceitável a ordem de dar ordem, sem ao menos tentar solucionar o problema que se afeta, antes do veto, agora é assim , não pode e acabou, isso é democracia?
por quê os políticos não se proibem dessa vergonha atual?, pq não se proibem de tanto roubo e impunidade, e pra terminar, pq eu tô falando isso aqui se não tem mais jeito, um abraço a todos
Estou adimirado.Você graduado em marketing e falando essas besteiras todas. Cite algumas midias que custam o mesmo valor e trazem o mesmo retorno. Na sua resposta vou ver se você é bom mesmo. Porque desconheço uma midia tão forte com esse valor