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	<title>fernando de holanda &#187; Crise</title>
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		<title>Eleições e Desemprego</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Mar 2009 12:30:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[César Maia]]></category>
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		<description><![CDATA[do ex-blog de César Maia
1. A resposta de Carville à sua equipe sobre como Clinton derrotar Bush-Pai em 92, &#8220;é a economia, estúpido&#8221;, transformou-se em um slogan. De que forma a menor atividade econômica e a recessão impactam sobre a decisão do eleitor? Analisando várias eleições -e o caso mais flagrante foi a reeleição de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>do <a href="http://www.cesarmaia.com">ex-blog de César Maia</a></p>
<p>1. A resposta de Carville à sua equipe sobre como Clinton derrotar Bush-Pai em 92, &#8220;é a economia, estúpido&#8221;, transformou-se em um slogan. De que forma a menor atividade econômica e a recessão impactam sobre a decisão do eleitor? Analisando várias eleições -e o caso mais flagrante foi a reeleição de Menem contra Bordón, na Argentina- quando a campanha de Bordón incorreu em um erro de comunicação, que percebido, passou a orientar outras situações semelhantes.</p>
<p>2. A comunicação em conjuntura de recessão não deve ser dirigida especialmente aos desempregados, seja por razões quantitativas, seja pela incompreensão que gera nos que estão empregados. A recessão e o desemprego criam um clima de insegurança e instabilidade naqueles que estão empregados, vendo seus colegas serem demitidos e lendo tantos casos na imprensa. O público alvo da comunicação devem ser os empregados. O que se fará para que eles não percam o emprego.</p>
<p>3. Esse público alvo, além de ser majoritário e de maior mobilidade e multiplicador do voto, seja no local de trabalho, como onde mora, vis a vis as próprias condições do desempregado, ainda é abrangente, incorporando os desempregados. Ao contrário não. É como se empregar os desempregados criasse mais insegurança para quem está empregado. Essa é a sensação que cria uma comunicação de alvo primário errado.</p>
<p>4. A crise atual e o desemprego serão temas de pré-campanhas e campanhas. Cabe afinar a comunicação de forma a atingir o público certo, os empregados e a partir destes, incorporar os desempregados. Sob pena de se criar mais incerteza ainda.</p>
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		<title>Não há tempo ruim pro brasileiro (literalmente)</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 18:15:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Crise]]></category>

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		<description><![CDATA[O lendário Leônidas Fontes, o surfista de Brasília.
O melhor do Brasil é o (nonsense do) brasileiro.

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			<content:encoded><![CDATA[<p>O lendário Leônidas Fontes, o surfista de Brasília.</p>
<p>O melhor do Brasil é o (nonsense do) brasileiro.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/LqvNS0Wwx9c&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0x234900&#038;color2=0x4e9e00"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/LqvNS0Wwx9c&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0x234900&#038;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>Entendendo a Crise Mundial</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 17:31:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Obama]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde que a crise e a guerra judia-palestina estourou que preferi não me manifestar sobre elas. Por serem assuntos por demais densos e a mim faltar um entendimento mais pleno de suas interrogaçõoes, preferi calar-me e apenas acompanhar (e sofrer) as consequências destas desgraças.
No entanto, ontem, durante minha atualização pós-carnavalesca, me deparei com o excelente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que a crise e a guerra judia-palestina estourou que preferi não me manifestar sobre elas. Por serem assuntos por demais densos e a mim faltar um entendimento mais pleno de suas interrogaçõoes, preferi calar-me e apenas acompanhar (e sofrer) as consequências destas desgraças.</p>
<p>No entanto, ontem, durante minha atualização pós-carnavalesca, me deparei com o excelente The Crisis of Credit Visualized, um motion graphic produzido por Jonathan Jarvis, que explica de forma simples e direta a Crise Financeira Internacional. Vale muito a pena.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Q0zEXdDO5JU&#038;color1=0x234900&#038;color2=0x4e9e00&#038;hl=pt-br&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Q0zEXdDO5JU&#038;color1=0x234900&#038;color2=0x4e9e00&#038;hl=pt-br&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><object width="480" height="295"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/iYhDkZjKBEw&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/iYhDkZjKBEw&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="295"></embed></object></p>
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		<title>Não há tempo ruim pro Brasileiro</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 21:57:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Crise]]></category>

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		<description><![CDATA[Nem chuva, nem crise mundial, amigo. Pro brasileiro, não há tempo ruim.
Hoje mesmo, deu no Blog de Jamildo: &#8220;O Fórum Econômico Mundial começa nesta quarta-feira em Davos, na Suíça, com os executivos globais em estado de pânico com a crise financeira, revela reportagem de Clóvis Rossi na Folha. Na reta contrária da maioria dos participantes, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nem chuva, nem crise mundial, amigo. Pro brasileiro, não há tempo ruim.</p>
<p>Hoje mesmo, deu no <a href="http://jc.uol.com.br/blogs/blogjamildo/canais/noticias/2009/01/28/brasileiros_estao_entre_os_menos_pessimistas_com_a_crise_40063.php">Blog de Jamildo</a>: &#8220;O Fórum Econômico Mundial começa nesta quarta-feira em Davos, na Suíça, com os executivos globais em estado de pânico com a crise financeira, revela reportagem de Clóvis Rossi na Folha. Na reta contrária da maioria dos participantes, os brasileiros são os menos pessimistas em relação às turbulências mundiais.&#8221;</p>
<p><strong>O melhor do Brasil é o (nonsense do) brasileiro.</strong></p>
<div><embed src="http://widget-36.slide.com/widgets/slideticker.swf" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=ok&#038;il=1&#038;channel=3530822107863677494&#038;site=widget-36.slide.com" style="width:426px;height:320px" name="flashticker" align="middle"></embed>
<div style="width:426px;text-align:left;"><a href="http://www.slide.com/pivot?cy=ok&#038;ct=1&#038;at=un&#038;id=3530822107863677494&#038;map=1" target="_blank"><img src="http://widget-36.slide.com/d1/3530822107863677494/ok_t000_v000_s0un_f00/images/xslide12.gif" border="0" ismap="ismap" /></a> <a href="http://www.slide.com/pivot?cy=ok&#038;ct=1&#038;at=un&#038;id=3530822107863677494&#038;map=2" target="_blank"><img src="http://widget-36.slide.com/d2/3530822107863677494/ok_t000_v000_s0un_f00/images/xslide2.gif" border="0" ismap="ismap" /></a></div>
</div>
<p>Graças à publicidade do Dr. Hércules, descobri que o &#8220;churra&#8221; aí aconteceu na cidade de Vilha Velha, provavelmente entre os dias 21 e 22 de novembro do ano passado, quando a cidade foi tomada por uma chuva forte, que causou estragos também na capital Vitória.</p>
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		<title>Feliz Natal, Crise!, digo, Brasil!</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Dec 2008 17:24:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade Pública]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Acredite no Brasil porque antes de tudo, você estará acreditando em você.&#8221;
Foi assim que Lula encerrou seu tradicional pronunciamento de Natal, veiculado ontem (22 de dezembro) em rede nacional de rádio e televisão. Muito mais do que desejar boas festas aos brasileiros, a mensagem do presidente teve como objetivo amenizar a crise moral que se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Acredite no Brasil porque antes de tudo, você estará acreditando em você.&#8221;</p>
<p>Foi assim que Lula encerrou seu tradicional pronunciamento de Natal, veiculado ontem (22 de dezembro) em rede nacional de rádio e televisão. Muito mais do que desejar boas festas aos brasileiros, a mensagem do presidente teve como objetivo amenizar a crise moral que se abala sobre o país. A crise da mídia, do receio, da retração das compras e do crediário. </p>
<p>Lula foi a público, dizer e provar por A+B (utilizando-se inclusive de gráficos) que não há motivo para que o brasileiro não compre, para que a indústria não produza e para que o comércio não venda. </p>
<p>O tradicional pronunciamento de natal de 2008 deveria ser bem diferente. O presidente deveria comemorar seus índices estratosféricos de aprovação, o bom momento na economia e a conquista histórica da camada pré-sal. Mas Lula (e Franklin Martins) foram além. Driblar com maestria a crise é confirmar a preferência do brasileiro pela continuidade em 2010. E, para isso, 2009 é fundamental.</p>
<p>Feliz Natal para você também, Lula. Ontem, o Brasil acreditou em você.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/OuU6qomfCQY&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/OuU6qomfCQY&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Pronunciamento à Nação do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em cadeia nacional de rádio e tv, por ocasião do final de ano</p>
<p>Minhas amigas e meus amigos,</p>
<p>Esta noite quero conversar com vocês sobre a crise econômica mundial. É uma crise muito diferente das anteriores. Não surgiu num país emergente ou na periferia do sistema. Ao contrário, nasceu e explodiu no coração do mundo desenvolvido. Mais precisamente, nos Estados Unidos e na Europa.</p>
<p>Esta crise, que afeta todo o mundo, foi provocada pela falta de controle do sistema financeiro nos países mais ricos. Em vez de cumprirem seu papel na economia, financiando o setor produtivo, os bancos viraram um grande cassino.</p>
<p>A jogatina foi longe, mas, um dia, a conta chegou. Bancos quebraram, um grande número de empresas entrou em dificuldades e milhões de trabalhadores perderam suas casas ou seus empregos.</p>
<p>Aqui no Brasil não tivemos este tipo de crise. Nosso sistema bancário estava e está saudável. Nossa economia, arrumada e organizada vem crescendo a taxas robustas, as maiores dos últimos 30 anos.</p>
<p>Portanto, a crise coincide com nosso melhor momento. É uma pena, mas como estamos muito bem, a situação é menos complicada. Todos concordam que somos um dos países mais preparados para enfrentar este desafio.</p>
<p>Nas crises anteriores, em poucos dias o Brasil quebrava e era obrigado a pedir socorro ao FMI. Desta vez, o Brasil não quebrou, nem vai quebrar. Esta enfrentando a situação de cabeça erguida.</p>
<p>Enquanto a maioria dos países ricos está em recessão, o Brasil vai continuar crescendo. É verdade que, com o vento a favor, poderíamos ir mais longe. Mas, mesmo com o vento contra, podemos e vamos seguir progredindo.</p>
<p>Se hoje estamos em melhores condições para enfrentar qualquer crise, é porque soubemos fazer as opções acertadas. É porque aceleramos o crescimento da economia em bases consistentes. E crescemos distribuindo renda e reduzindo as desigualdades entre as regiões.</p>
<p>Em primeiro lugar, mantivemos a inflação sobre controle. Quando assumi o governo, a inflação estava acima de 9% . Foi declinando ano a ano. Em 2008, mesmo com a explosão dos preços internacionais, ela vai ficar dentro da meta.</p>
<p>Também diminuímos a dívida pública. Em 2003, ela representava 52% do PIB. Foi caindo e este ano deve ficar em 36%.</p>
<p>Além disso, diversificamos nossas exportações. Viajei pelo mundo afora, como um verdadeiro mascate dos nossos produtos. Alguns nos criticaram. Mas hoje, quando os Estados Unidos e a Europa estão no olho do furacão, vemos como foi acertada a decisão de diversificar nossas relações comerciais.</p>
<p>Minhas amigas e meus amigos,</p>
<p>Outra vantagem são as nossas grandes reservas em moeda internacional. Quando assumimos, o Brasil devia muito ao FMI e ao Clube de Paris. Hoje, não deve um só centavo.</p>
<p>Naquele tempo, nossas reservas em moeda estrangeira eram muito baixas. Hoje chegam a 207 bilhões de dólares. Com isso, deixamos de ser devedores para ser credores internacionais. Uma diferença e tanto. Agora temos um colchão de segurança para nos proteger.</p>
<p>Mas nossa maior defesa hoje é a força do mercado interno. Ele fez progressos extraordinários nos últimos anos. Para isso, foram decisivos o Bolsa-Família, a melhoria do salário mínimo e a expansão do emprego.</p>
<p>De 2003 para cá, o salário mínimo cresceu em termos reais, 51% e o emprego também cresceu fortemente.<br />
Em 2007, batemos um recorde: 1 milhão 812 mil novos empregos com carteira assinada. Em 2008, novo recorde: até outubro, 2 milhões 148 mil empregos. Resultado: a taxa de desemprego caiu de 12,3% em 2003 para 7,6% em outubro de 2008.</p>
<p>Nosso desenvolvimento econômico e social fez com que, nos últimos anos, mais de 20 milhões de pessoas entrassem na classe média.</p>
<p>Tudo isso fez a roda da economia girar mais forte e abriu um círculo virtuoso no nosso país. Mudamos de cara e de astral.</p>
<p>Minhas amigas e meus amigos,</p>
<p>Esses avanços estão permitindo ao Brasil enfrentar com firmeza e serenidade o atual momento.</p>
<p>E estamos agindo em todas as frentes desde que a crise começou. Já adotamos medidas para normalizar o crédito, para apoiar nossas empresas exportadoras e para manter a atividade nos setores que geram mais empregos, como as pequenas e médias empresas, a agricultura, a construção civil e a indústria automobilística. Reforçamos o poder de fogo dos bancos estatais e baixamos impostos para que as empresas e os consumidores pudessem ter um pouco mais de dinheiro em caixa e no bolso.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o governo manterá todos os investimentos previstos no PAC, e nos programas sociais. Em hipótese alguma, haverá cortes nos investimentos governamentais. Porque eles são decisivos para o Brasil enfrentar a crise e sair dela mais reforçado.</p>
<p>Minhas amigas e meus amigos,</p>
<p>Quero dizer, com toda a serenidade, que a crise não nos assusta. O País está preparado e tem comando. Seguiremos acompanhando com lupa a situação da economia, 24 horas por dia. O que tiver que ser feito, será feito. No tempo certo e na dose adequada. E sempre dialogando com o País.</p>
<p>Mas é fundamental que todos façam sua parte.</p>
<p>É importante que os empresários sigam investindo. É imprescindível que os trabalhadores defendam a produção e o emprego. Já o setor financeiro, deve trabalhar para estimular o crédito e baixar os juros, que estão muito altos.</p>
<p>E você, meu amigo e minha amiga, não tenha medo de consumir com responsabilidade. Se você está com dívidas, procure antes equilibrar seu orçamento. Mas, se tem um dinheirinho no bolso ou recebeu o décimo terceiro, e está querendo comprar uma geladeira, um fogão ou trocar de carro, não frustre seu sonho, com medo do futuro.</p>
<p>Porque se você não comprar, o comércio não vende. E se a loja não vender, não fará novas encomendas à fábrica. E aí a fábrica produzirá menos e, a médio prazo, o seu emprego poderá estar em risco.</p>
<p>Assim, quando você e sua família compram um bem, não estão só realizando um sonho. Estão também contribuindo para manter a roda da economia girando. E isso é bom para todos.</p>
<p>Minhas amigas e meus amigos,</p>
<p>Posso assegurar que o Brasil não só vencerá a crise, como sairá dela mais forte. Temos todas as condições para isso. Em 2009, vamos começar a explorar as imensas reservas do pré-sal. Com isso, o Brasil passará a ser um dos grandes produtores de petróleo do mundo. Estamos todos no mesmo barco. E se remarmos juntos na mesma direção, venceremos as turbulências e prosseguiremos na rota do crescimento. Só depende de nós.</p>
<p>Um feliz natal para você e para sua família. Que 2009 seja um ano ainda melhor que 2008. Que seja um ano de saúde, de paz e de prosperidade.</p>
<p>Acredite no Brasil porque antes de tudo, você estará acreditando em você.</p>
<p>Boa noite.</p>
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