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	<title>fernando de holanda &#187; e-Democracia</title>
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	<description>comunicação + política</description>
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		<title>e-Democracia, porque a Rede Social da Câmara não vai funcionar?</title>
		<link>http://fernandodeholanda.com/e-democracia-porque-a-rede-social-da-camara-nao-vai-funcionar/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 16:30:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[e-Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[do blog TV Política Hoje foi um belo dia para aqueles que acreditam na Internet como meio de fortalecer a democracia. A Câmara dos Deputados lançou a sua rede social com o intuito de estimular a participação popular: e-Democracia. E digo que o dia foi bonito porque isso prova que a Casa tomou a iniciativa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>do <a href="http://tvpolitica.blogspot.com/2009/06/hoje-foi-um-belo-dia-para-aqueles-que.html">blog TV Política</a></em></p>
<div class='post-body entry-content'>
Hoje foi um belo dia para aqueles que acreditam na Internet como meio de fortalecer a democracia. A Câmara dos Deputados lançou a sua rede social com o intuito de estimular a participação popular: <a href="http://www.edemocracia.camara.gov.br/">e-Democracia</a>.</p>
<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_i-hy-VTyvso/Sibu6nLgfMI/AAAAAAAAAHA/Uz40rz26eZM/s1600-h/Imagem1.png"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 46px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_i-hy-VTyvso/Sibu6nLgfMI/AAAAAAAAAHA/Uz40rz26eZM/s400/Imagem1.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5343220698638744770" border="0" /></a><br />E digo que o dia foi bonito porque isso prova que a Casa tomou a iniciativa de fazê-lo, mostrou que acredita na Internet e reconhece os frutos que virão de tal projeto.</p>
<p><span style="font-style: italic;">Porém, a parte otimista do post acaba por aqui. Já que é possível que na verdade os comandantes da Câmara não acreditem em nada, e esta seja simplesmente uma ideia que eles resolveram apostar como uma maneira de gerenciar a crise da falta de prestígio do Congresso.</p>
<p></span>Ao visitar a <a href="http://www.edemocracia.camara.gov.br/">e-Democracia</a>, já de início percebe-se que está ainda inacabada, em fase de testes. Basta tentar se cadastrar para ter a constatação:</p>
<p>- 2 emails de confirmação de cadastro, sendo um deles do Gmail (?!);<br />- Links que não funcionam &#8212; problema também constatado pelo <a href="http://blogdotom.wordpress.com/2009/06/03/como-cadastrar-se-no-e-democracia-do-governo/">Blog do Tom</a>;<br />- Email de &#8220;confirmação da confirmação&#8221; em Inglês: &#8220;<span style="font-style: italic;">Your http://www.edemocracia.camara.gov.br membership has been approved. Please return to http://www.edemocracia.camara.gov.br to log into http://www.edemocracia.camara.gov.br.</span>&#8221; (esse ao menos vem do email edemocracia@camara.gov.br);<br />- Front-end da rede em Inglês (você tem que mudar a Língua no seu perfil se quiser o Português);<br />- Foto do perfil do usuário é limitado a míseros 200Kb.</p>
<p>São detalhes como esse que provam que a plataforma não estava pronta para ser lançada e não passou por testes básicos antes de vir a público, o que é muito preocupante.</p>
<p>Dito isso, não creio que o cadastro como as áreas da rede com palavras em Inglês , seja o pior dos problemas, já que devem e podem ser consertados facilmente.</p>
<p>O que me preocupa é a lógica da rede participativa, já que a <span style="font-weight: bold;">falta de conhecimento e experiência</span> da equipe da Câmara <span style="font-weight: bold;">na área de Governo 2.0</span>, lhe fizeram criar fórmulas &#8220;nuncas antes vistas ou navegadas no mundo&#8221; para promover a participação.</p>
<p><span style="font-style: italic;">A primeira lição que se aprende com os pioneiros em iniciativas participativas é que &#8220;não devemos reinventar a roda&#8221;, isso quer dizer que se já existem soluções para determinados problemas. Porque reinventá-los? Ou seja, por que não adaptar uma das tantas iniciativas de sucesso dos EUA?</span> Ô Temer, o sucesso seria garantido e com (um <span style="font-weight: bold;">bem </span>provável) investimento menor.</p>
<p>Mas ao invés de perguntar &#8220;porque não copiaram iniciativa <span style="font-style: italic;">tal</span> ?&#8221;, e<span style="font-weight: bold;">u prefiro analisar mais a fundo e abordar a provável linha de pensamento dos </span><span style="font-style: italic; font-weight: bold;">Gurus em Internet</span><span style="font-weight: bold;"> na elaboração do projeto:</span></p>
<p><span style="font-weight: bold;">Problema observado por eles:</span> &#8220;a Internet é um ambiente caótico, que não existe controle e supondo que teremos uma efetiva participação de centenas de milhares de pessoas, não poderemos acompanhar ou fiscalizar todas as opiniões do público&#8221;.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Solução pensada por eles:</span> &#8220;Fazemos então 2 grupos de discussão: um para o povão e outra para uma elite, que será limitada e organizada&#8221;:</p>
<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_i-hy-VTyvso/SibvO7ImU6I/AAAAAAAAAHI/85YRgWkIEEs/s1600-h/Imagem8.png"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 150px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_i-hy-VTyvso/SibvO7ImU6I/AAAAAAAAAHI/85YRgWkIEEs/s400/Imagem8.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5343221047592637346" border="0" /></a><br />- o <span style="font-weight: bold;">do povão:</span> &#8220;Espaço Cidadão&#8221;, para os não especialistas: que na prática deve servir só pra justificar que o site está aberto para todos &#8212; que todos são bem-vindos. Mas na prática tem tudo pra virar apenas estatística, já que os temas serão debatidos &#8220;de verdade&#8221; pelos especialistas que comporão o outro grupo de discussão.</p>
<p>- o <span style="font-weight: bold;">da elite:</span> &#8220;Comunidade Virtual&#8221;, para os especialistas, aqueles que compõe a cena política atual e de acordo com o tema de cada comunidade, colaboradores de empresas que tenham como especialidade a comunidade abordada.</p>
<p>A 1ª preocupação é a de como tais especialistas serão escolhidos? Baseados em que critérios? Quem fará a moderação? Já que na prática, essa sim será onde um debate construtivo será realizado.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">A verdade é que este modelo não funciona. Discriminar a participação separando leigos de especialistas não garante um debate organizado. O que falta é a criação de formas de avaliação e criação de rankings e maior liberdade ao usuário por exemplo.</span></p>
<p>A e-Democracia não permite que o usuário inicie temas ou comunidades de discussão (até o momento, só podemos debater sobre o Meio Ambiente), <span style="font-weight: bold;">isso quer dizer que ficará nas mãos de </span><a style="font-weight: bold;" href="http://blogs.diariodepernambuco.com.br/politica/wp-content/uploads/2008/11/michel-temer-marcelo-ferreira-correio.jpg">Michel Temer</a><span style="font-weight: bold;"> os temas que ele quer que debatamos e quem deve debatê-los!</span> Sejamos sinceros, isso combina com Democracia? E vamos combinar, muito esperto começar com Meio Ambiente, não?! Já que que é um tema que ninguém é <span style="font-style: italic;">doido</span> de contrariar. Fica claro cada pedacinho de <span style="font-style: italic;">tentativa de estratégia</span> criada para o lançamento.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Como isso deveria ser feito?</span></p>
<p>São várias formas, exitem modelos muito mais amplos que teriam a capacidade de gerar uma real discussão de temas em todos os níveis e áreas do nosso país! Mas creio que este deve ser o tópico de outro post.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Partindo então da estrutura atual da e-Democracia, detalho exemplos do que falta à estrutura do projeto:</span></p>
<p>- Capacidade de procurar propostas de leis através dos temas, de autores, por importância (votada pelos usuários), por estados beneficiados, mais discutidas, mais vistas, mais bem avaliadas;<br />- Capacidade de voto positivo ou negativo em temas de dicussão e em cada comentário (assim como fazemos no YouTube);<br />- Ranking também de usuários: mais bem avaliados, mais ativos&#8230;</p>
<p>E claro, também estratégias de RP e nas outras redes e mídias sociais já presentes na web. <span style="font-style: italic;">Que a Câmara desconhece.</span></p>
<p>Especialistas podem entrar como convidados e terem suas propostas em destaque (com vídeos por exemplo), mas nunca em separado.</p>
<p>A rede deve disponibilizar métricas que sejam capazes de fazer o próprio usuário DEMOCRATICAMENTE expor suas idéias, abrir seus temas, contar as peculiaridades do seu município e então ter os seus pontos de vista apoiados ou não pela própria rede e não um funcionário da Câmara. (A Casa não vai querer seguir esse molde para depois ser comparada com censura de ditadura, ou vai?)</p>
<p>É preciso ser bastante cuidadoso com tudo isso.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Uma estrutura ideal de debate não se contrói da noite pro dia, você deve convidar os usuários, adaptando a cada realidade, para tê-los fazendo parte de todo o processo.</span></p>
<p><span style="font-style: italic;">Me resta desejar boa sorte à equipe da e-Democracia na Câmara, para que consigam realizar as mudanças necessárias.</p>
<p></span><span>Postado também no <a href="http://taticapolitica.blogspot.com/2009/06/e-democracia-porque-rede-social-da.html">Tática Política</a>.</span><span style="font-style: italic;"><br /></span></p>
<div style='clear: both;'></div>
</div>
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		<title>e-Democracia: O Orkut da Câmara dos Deputados</title>
		<link>http://fernandodeholanda.com/camarkut-o-orkut-da-camara-dos-deputados/</link>
		<comments>http://fernandodeholanda.com/camarkut-o-orkut-da-camara-dos-deputados/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 02:55:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[e-Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[da Agência Câmara A Câmara lança na quarta-feira (3) o programa e-Democracia, que formará uma rede social na internet para debater propostas em tramitação na Casa. A primeira comunidade virtual tratará de projetos sobre a Política Nacional de Mudanças Climáticas. O objetivo do programa é ampliar a participação da sociedade no processo legislativo. Tramitam na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>da <a href="http://www2.camara.gov.br/internet/homeagencia/materias.html?pk=135504&#038;pesq=e-Democracia,">Agência Câmara</a></em></p>
<p>A Câmara lança na quarta-feira (3) o programa e-Democracia, que formará uma rede social na internet para debater propostas em tramitação na Casa. A primeira comunidade virtual tratará de projetos sobre a Política Nacional de Mudanças Climáticas. O objetivo do programa é ampliar a participação da sociedade no processo legislativo.</p>
<p>Tramitam na Câmara atualmente oito propostas sobre a Política Nacional de Mudanças Climáticas. A expectativa é que a participação da sociedade viabilize a consolidação das propostas em um texto que represente, de forma equilibrada, a visão dos vários segmentos sociais interessados no tema.</p>
<p>Com a discussão, a Câmara pretende ainda construir, de forma coletiva, um relatório que será discutido durante a Conferência Mundial das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP15), que acontecerá, em dezembro deste ano, em Copenhague.</p>
<p>Sugestões<br />
Por meio do portal do e-Democracia, será possível apresentar sugestões sobre propostas em tramitação, elaborar minutas de projetos de lei de forma colaborativa e compartilhar informações que possam contribuir para a discussão.</p>
<p>O portal vai integrar um conjunto de ferramentas de participação já disponíveis no portal da Câmara (www.camara.gov.br). No ano passado, relatório da ONU sobre o uso de ferramentas tecnológicas na prestação de serviços públicos (E-Government Survey 2008) apresentou o portal da Câmara como o destaque do Brasil na área de governo eletrônico.</p>
<p>Convidados<br />
Foram convidados para ao lançamento do programa:<br />
- o presidente do Supremto Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes;<br />
- o ministro de Meio Ambiente, Carlos Minc;<br />
- o ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende;<br />
- o secretário-executivo do Comitê Interministerial de Mudança do Clima, Johaness Eck; e<br />
- o ministro Hermann Benjamin, do Superior Tribunal de Justiça.</p>
<p>Agenda ambiental<br />
Durante a solenidade, o presidente da Câmara, Michel Temer, assina acordo de adesão à Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P). O objetivo da A3P é incluir critérios socioambientais nos investimentos, compras e contratações de serviços dos órgãos governamentais; estabelecer políticas de gestão de resíduos; combater todas as formas de<br />
desperdício de recursos naturais e bens públicos; e conscientizar servidores públicos sobre temas ambientais.</p>
<p>A solenidade de lançamento está marcada para as 10 horas no plenário 2.</p>
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