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	<title>fernando de holanda &#187; economia</title>
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		<title>Trabalhar ou investir: eis uma questão?</title>
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		<pubDate>Thu, 01 May 2008 18:08:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>

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		<description><![CDATA[Para quem acredita que investir no mercado financeiro ainda é uma realidade distante para si mesmo, aí vai uma dica: atualize-se. Nos últimos tempos, andei conversando com algumas pessoas que, dentre os diversos caminhos profissionais a seguir, depararam-se com uma dúvida entre dedicar-se a uma carreira profissional ou permanecer investindo no mercado de ações. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://fernandodeholanda.com/wp-content/uploads/2008/05/d.jpg" rel="lightbox[pics-1211046762]" title="d.jpg"><img src="http://fernandodeholanda.com/wp-content/uploads/2008/05/d.jpg" width="410" height="272" alt="d.jpg" class="imageframe imgalignleft" /></a></p>
<p>Para quem acredita que investir no mercado financeiro ainda é uma realidade distante para si mesmo, aí vai uma dica: atualize-se. Nos últimos tempos, andei conversando com algumas pessoas que, dentre os diversos caminhos profissionais a seguir, depararam-se com uma dúvida entre dedicar-se a uma carreira profissional ou permanecer investindo no mercado de ações.</p>
<p>A verdade é que cada vez mais pessoas diferentes faixas etárias e classes sociais descobrem nas bolsas de valores alternativas para fazer com que o dinheiro trabalhe ao seu favor. Não é uma tarefa fácil, é verdade: é preciso conhecimento e disposição para aprender uma receita que mistura doses de cautela e ousadia. De acordo com a BOVESPA, mais de 280 mil pessoas investem atualmente em ações no Brasil, um crecsimento de mais de 200% em relação ao contingente de cinco anos atrás. A estabilização da economia e a velocidade do fluxo de informações foram os grande patronos desde crescimento. </p>
<p>No último dia 25 de março, a ASPA – Associação Pernambucana de Atacadistas e Distribuidores parece ter acordado de vez para o tema. Em um evento realizado em recife, os consultores Diogo Velho Barreto e Eduardo Malheiros, representantes no Recife de uma corretora de valores mobiliários, apresentaram seus insights a empresários e profissionais do setor. Basicamente, uma palestra como esta apresenta o funcionamento deste tipo de investimento, incluindo seus riscos e suas possibilidade de aumentar as chances de obter bons rendimentos. </p>
<p>Da ASPA: [Barreto explicou o que são ações e o porquê de algumas empresas optarem pela abertura de capital, a exemplo da Companhia Vale do Rio Doce, Bradesco, Sadia, Petrobrás, Gerdau e Pão de Açúcar, só para citar algumas. “É uma alternativa que as organizações têm para captar novos recursos visando, na maioria dos casos, investir em expansão e modernização a médio e longo prazos. Da mesma forma essas empresas podem recorrer a empréstimos bancários com o mesmo objetivo, porém, nesse caso, há a questão dos altos juros cobrados, o que eleva o custo desta alternativa. Daí o interesse em lançar ações na Bolsa de Valores, embora, vale salientar, existam inúmeras exigências a ser cumpridas para uma abertura de capital”, esclareceu.] </p>
<p>Investir no mercado financeiro é uma alternativa que deve passar a compor o plano de carreira de jovens profissionais e empreendedores no Brasil. É uma realidade cada dia mais próxima, que, além de garantir um vasto aprendizado no quesito gestão financeira, poderá, também contribuir para o crescimento profissional em quesitos como gestão de conhecimento e, principalmente, de emoções. </p>
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		<title>Kraft, M. Dias Branco e Vitarella: triângulo amoroso?</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Apr 2008 16:26:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<description><![CDATA[A M. Dias Branco já era a Maior fabricante brasileira de massas e biscoitos, antes de adquirir, no último mês de abril, a pernambucana Indústrias de Alimentos Bom Gosto (mais conhecida pela sua marca Vitarella) pela bagatela de R$ 595,5 milhões. De acordo com dados pré-Vitarella, a M. Dias Branco, que tem sua sede no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A M. Dias Branco já era a Maior fabricante brasileira de massas e biscoitos, antes de adquirir, no último mês de abril, a pernambucana Indústrias de Alimentos Bom Gosto (mais conhecida pela sua marca Vitarella) pela bagatela de R$ 595,5 milhões. De acordo com dados pré-Vitarella, a M. Dias Branco, que tem sua sede no Estado do Ceará, estava avaliada em mais de US$ 1 bilhão. </p>
<p>Compradora</p>
<p>Fundada por Manuel Dias Branco, em 1940, como uma padaria, a empresa teve sua expansão a partir de com a abertura da Fábrica Fortaleza. O grande salto veio em 1990, quando o governo eliminou as restrições burocráticas para a produção de farinha de trigo.</p>
<p>Desde então, a M.Dias Branco investiu na construção de moinhos de trigo e hoje produz 90% da farinha usada nas suas fábricas de massas e biscoitos. Esse modelo de negócios permitiu que a empresa mantivesse custos baixos e ganhasse terreno no mercado nordestino, com marcas como Richester e Fortaleza, de biscoitos. Com a recente explosão de consumo no Nordeste, a M.Dias Branco decolou. Em 2003, comprou a Adria e se tornou a maior empresa de massas e biscoitos do País.</p>
<p>Além de ser forte no mercado que mais cresce no Brasil, a empresa concentra menos de 20% de suas vendas nas grandes redes de supermercados, o que facilita suas negociações de preço. Além disso, das 10 fábricas da empresa, seis estão localizadas no Nordeste e têm direito a isenções fiscais. Esse alívio nos impostos rende R$ 50 milhões por ano, dentro de um faturamento anual aproximado de R$ 1,5 bilhão.</p>
<p>Com a compra de R$ 595 milhões, a M. Dias Branco eleva a sua fatia nos mercados nacionais de biscoitos e massas em 5,5% e 2,9% para 19,3% e 21,3%, respectivamente. E, mais do que fortalecer o domínio no Nordeste, é também com a Vitarella que a empresa quer crescer em massas e biscoitos em outras partes do país. Com um faturamento de R$ 2 bilhões em 2007, a empresa pretende chegar a R$ 2,6 bilhões este ano sem descartar novas aquisições a partir de oportunidades factíveis por questões de mercado e tecnologia. Hoje, a região Sudeste já é a mais importante para as vendas da M. Dias Branco, representando 67,7% da receita da companhia. Em seguida está o Nordeste, com 20,2% das vendas. Já o Centro-Oeste representa apenas 4,4%. </p>
<p>Comprada</p>
<p>Há 15 anos, o empresário pernambucano Gerson Lucena deixava o setor da construção civil para enveredar pelos caminhos da indústria alimentícia. Em 1993 marcou sua estréia no mercado de massas com a inauguração de uma fabriqueta de macarrão, que começou a operar com 45 funcionários e uma pequena produção mensal de 400 toneladas. Nem o próprio Gerson imaginava que a Indústria de Alimentos Bomgosto – conhecida do consumidor pela marca Vitarella – tiraria mordidas de participação de mercado das gigantes dos setores de massas e biscoitos e ocuparia o sétimo lugar no ranking nacional.</p>
<p>Em 1998, a companhia deu início aos planos de expansão do mix, colocando nas gôndolas a sua primeira linha de biscoitos com a marca Treloso. Dois anos depois tirou o apetite da concorrência com o lançamento da cream cracker Vitarella, que se transformou no principal produto da empresa, com 40% de participação no negócio e assumiu o topo das vendas nacionais, segundo a Associação Brasileira de Supermercados.</p>
<p>No ano passado, a Vitarella concluiu seu projeto de expansão, que permitiu um aumento de 60% na capacidade de produção de biscoitos. Com a implantação de três novas linhas de produção de cream cracker, a indústria aumentou para 10 mil toneladas a capacidade instalada de fabricação de seu carro-chefe. A expansão também incluiu o segmento de biscoitos recheados, que ganhou mais duas linhas de produção. Hoje, a Vitarella tem um portfólio com 120 itens e uma carteira de 5 mil clientes ativos</p>
<p>Crescendo em outros Estados, a Vitarella tem uma linha de mais de 100 produtos e detém 5,5% do market share nacional de biscoitos, e 2,9% do mercado de massas. Em 2007 a Vitarella conclui a ampliação em 60% de seu parque industrial em Jaboatão dos Guararapes, região metropolitana do Recife, atingindo 10 mil toneladas/ mês. Mas ainda não está utilizando toda a capacidade de produção. De acordo com informações pós-compra, ainda há 30% da capacidade produtiva disponível, que deverá ser destinada aos mercados do Sudeste e Centro-Oeste.</p>
<p>De olho na oportunidade</p>
<p>A Kraft é a segunda maior empresa de alimentos do mundo, atrás apenas da Nestlé. Com um faturamento anual de mais de US$ 34 bilhões, mantém unidades em 70 países, onde emprega aproximadamente 98.000 empregados. No Brasil, mantém cerca de 15 marcas, das mais de 50 comercializadas no mundo, sendo líder de mercado em quase todas as categorias em que atua, de fermento a suco em pó. No início de 2008, os rumores de sua negociação para compra da M. Dias Branco correram soltos no mercado. A Kraft tem sete fábricas no País. Suas marcas mais conhecidas são Lacta, Trakinas, Tang e Maguary. Segundo o instituto Nielsen, seus produtos são consumidos por 90% das famílias brasileiras.</p>
<p>Rola ou não rola?</p>
<p>De acordo com alguns informações publicadas á época da tentativa de aquisição, uma eventual compra da M.Dias Branco atenderia à lógica de expansão internacional da Kraft. Maior fabricante de biscoitos do mundo, a empresa tem mais de 60% de sua receita &#8211; de cerca de US$ 35 bilhões – concentrada nos mercados americano e canadense. Recentemente, a Kraft comprou a divisão de biscoitos da Danone, por US$ 7,2 bilhões, e passou a procurar novas empresas para aquisição, de preferência nos países emergentes. Na lista de preferências da Kraft, apareceram países como o Brasil, Rússia (na qual adquiriu uma planta de café solúvel), Ucrânia e México. Parece que o Nordeste está bem nos planos da companhia&#8230;</p>
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		<title>Um Brasil Investment Grade: Oportunidade ou Ameaça?</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Nov 2007 14:20:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wenetus Interactive</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>

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		<description><![CDATA[Parece brincadeira, mas a possibilidade de o Brasil se tornar uma economia atrativa à injeção de capitais estrangeiros está amedrontando o empresariado. Ao invés de ser enxergada como uma grande oportunidade de investimentos, a enxurrada de dólares oriunda de uma classificação como Investment Grade conferida ao país pelas agências internacionais de Ratings faz com que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parece brincadeira, mas a possibilidade de o Brasil se tornar uma economia atrativa à injeção de capitais estrangeiros está amedrontando o empresariado. Ao invés de ser enxergada como uma grande oportunidade de investimentos, a enxurrada de dólares oriunda de uma classificação como Investment Grade conferida ao país pelas agências internacionais de Ratings faz com que a indústria vislumbre perda de competitividade e um provável déficit na balança comercial.</p>
<p>Só para nivelarmos o conhecimento sobre o assunto, o Investment Grade classifica as economias nacionais a partir do seu grau de estabilidade e confiança ao retorno de investimento. Esta classificação orienta os grandes investidores internacionais, que, em sua maioria, têm a obrigação estatutária de concentrar seus investimentos em países com classificações a partir de BBB-. Com a estabilidade da moeda e os sucessivos superávits fiscais conquistados a ferro e fogo pelo Governo, o Brasil está cada vez mais próximo de se tornar um Investment Grade internacional. Atualmente, nossas maiores instituições financeiras já contam com classificação é BBB+. Para os capitais nacionais, este índice já é positivo.</p>
<p>No início, dei a este post o título de Superátiv Fiscal e Investment Grade. Porém, decidi enxugá-lo para continuar este raciocínio mais tarde. Entendendo o superávit fiscal como produto da política fiscal nacional, vou buscar entender melhor a relação que há entre gastos e despesas públicas e o ganho de competitividade dos produtos brasileiros nos mercados nacional e internacional. Amanhã, após a aula de <a href="http://www2.portodigital.org/portodigital/imprensa/ultimasnoticias/39314;41141;0805;2258;11371.asp">Francisco Saboya</a>.</p>
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