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	<title>fernando de holanda &#187; Estratégia Política</title>
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	<description>comunicação + política</description>
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		<title>Internet eleva risco de campanha negativa</title>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2009 21:28:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia Política]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[da Folha de S. Paulo Um vídeo que ocupou por um dia o sexto lugar entre os mais vistos do mundo no YouTube mostrou o que as campanhas pela internet podem gerar. Com o mesmo figurino e cenário usado por Leonardo Quintão (PMDB), candidato à Prefeitura de Belo Horizonte, o humorista Tom Cavalcante fez um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>da <a href="http://folha.com.br">Folha de S. Paulo</a></em></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=W4w7FUl9e_Y">Um vídeo</a> que ocupou por um dia o sexto lugar entre os mais vistos do mundo no YouTube mostrou o que as campanhas pela internet podem gerar.</p>
<p>Com o mesmo figurino e cenário usado por Leonardo Quintão (PMDB), candidato à Prefeitura de Belo Horizonte, o humorista Tom Cavalcante fez um vídeo parodiando o adversário de Márcio Lacerda (PSB). Ao final, Tom diz que a cidade não precisava de um bom ator, mas de um bom prefeito.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/W4w7FUl9e_Y&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/W4w7FUl9e_Y&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Para o cientista político Francisco Marques Jamil, da UFMG, o vídeo mostra que “a internet não serve apenas para os candidatos aprofundarem suas plataformas, mas também para promoverem um tipo de campanha negativa”.</p>
<p>“Esse tipo de vídeo teve uma repercussão imensa e todo mundo no YouTube começou a assistir a essa brincadeira. Os eleitores jovens podiam nem estar interessados em saber como estava o segundo turno aqui em BH, mas, a partir do momento em que esse tipo de vídeo caiu na internet, a repercussão dela aumentou”, diz.</p>
<p>A desenvoltura de Quintão na TV era uma preocupação de Lacerda. Mas o vídeo não foi assumido oficialmente pela equipe. Lacerda, que no início do segundo turno estava atrás nas pesquisas, acabou eleito.</p>
<p>“O vídeo nasceu a partir do desafio que o publicitário Paulo Vasconcellos [que trabalhou na campanha de Lacerda] me propôs para criar uma paródia do candidato. É algo absolutamente restrito à internet, ao YouTube. Porém, o que se vê é que a internet deixou de ser algo virtual, a força que ela tem é muito real”, diz o humorista, por meio de sua assessoria de imprensa.</p>
<p><img src="http://fernandodeholanda.com/wp-content/uploads/2009/04/0831564-196x300.gif" alt="0831564" title="0831564" width="196" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-727" /></p>
<p>O pesquisador da UnB Francisco Brandão diz que a campanha negativa na rede também pautou o segundo turno das eleições em 2006. Segundo ele, os eleitores de Lula passaram a dizer que Alckmin privatizaria as estatais, mudando o foco da campanha.</p>
<p>“A discussão surgiu na rede. Começou a ser articulada através de correntes, iniciadas nas próprias estatais, e ganhou a campanha oficial. A campanha no primeiro turno estava muito mais pautada na ética e acabou indo para o campo econômico”, diz Brandão.</p>
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		<title>O Museu da Corrupção</title>
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		<pubDate>Tue, 05 May 2009 12:30:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[do Update or Die O Diário do Comércio, da Associação Comercial de São Paulo, inaugurou o Museu da Corrupção, que pode e deve ser visitado clicando aqui. O projeto visual é do arquiteto Rodrigues de Araújo Moreira e remete ao Louvre, com uma “citação” à famosa pirâmide de vidro. Como me disse o publicitário Neil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>do <a href="http://updateordie.com/updates/geral/2009/04/museu-da-corrupcao/">Update or Die</a></em></p>
<p><img src="http://fernandodeholanda.com/wp-content/uploads/2009/04/museu-300x176.jpg" alt="museu" title="museu" width="300" height="176" class="aligncenter size-medium wp-image-729" /></p>
<p>O Diário do Comércio, da Associação Comercial de São Paulo, inaugurou o Museu da Corrupção, que pode e deve ser visitado <a href="http://www.dcomercio.com.br/especiais/2009/museu/index.htm">clicando aqui</a>. </p>
<p>O projeto visual é do arquiteto Rodrigues de Araújo Moreira e remete ao Louvre, com uma “citação” à famosa pirâmide de vidro. Como me disse o publicitário Neil Ferreira “visitar o Museu da Corrupção é a forma de preservar a memória do que vivemos, esquecer é entregar a rapadura.” Vale dar uma olhada na solucão gráfica encontrada.</p>
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		<title>Por que Dilma não será (ou não deve ser) candidata à Presidência</title>
		<link>http://fernandodeholanda.com/por-que-dilma-nao-sera-ou-nao-deve-ser-candidata-a-presidencia/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 12:30:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[dilma]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeiro, leia isto do blog de César Rocha Ninguém pensa noutra coisa desde sábado (25), quando a notícia ganhou as ruas. A descoberta do câncer no sistema linfático da ministra Dilma Rousseff (PT) acrescentou um componente dramático a esta fase de pré-campanha à sucessão do presidente Lula em 2010. Na verdade, aturdiu quase todos, líderes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiro, leia isto do <a href="http://blogs.diariodepernambuco.com.br/politica/?p=4840">blog de César Rocha</a></p>
<p>Ninguém pensa noutra coisa desde sábado (25), quando a notícia ganhou as ruas.</p>
<p>A descoberta do câncer no sistema linfático da ministra Dilma Rousseff (PT) acrescentou um componente dramático a esta fase de pré-campanha à sucessão do presidente Lula em 2010.</p>
<p>Na verdade, aturdiu quase todos, líderes e analistas políticos do país.<br />
O que ocorrerá nos próximos quatro meses, quando Dilma passará por sessões de quimioterapia? E depois?</p>
<p>Ela terá condições de manter a candidatura, que vem crescendo, ganhando musculatura e aglutinando apoios em toda a base do governo?</p>
<p>Como não há o que fazer em relação à doença a não ser esperar, políticos e jornalistas iniciaram imediatamente as especulações sobre o que pode ocorrer, caso a ministra deixe a disputa.</p>
<p>E, claro, quais serão as consequências de uma vitória dela sobre o câncer.</p>
<p>No primeiro caso, a situação do governo é complicada. Há dois anos Lula trabalha o nome dela para ser sua candidata.</p>
<p>Não existe plano B – principalmente porque há uma tese majoritária na base de que o governo deve ter apenas um candidato, com todas as suas forças unidas.</p>
<p>A eleição de 2010 é atípica. Será a primeira desde a redemocratização do país sem Lula concorrendo.</p>
<p>A falta de um Lula leva à seguinte situação:</p>
<p>O governo é, mesmo hoje, em plena crise, fortíssimo; Lula é cabo eleitoral de luxo; mas o líder nas pesquisas de intenção de voto é o governador José Serra (PSDB), de São Paulo, principal figura da oposição.</p>
<p>Ou seja, para superar Serra, o presidente precisa de um candidato bem construído, conhecido nacionalmente, que capitalize todo o patrimônio de aprovação do governo e consiga transformar isso em votos.</p>
<p>Dilma vinha nessa construção.</p>
<p>Mas Lula precisa de tempo, caso tenha que substituí-la. Por isso, aproveitará os próximos meses para, no mínimo, testar nomes com potencial para ser o plano B.</p>
<p>Não se surpreendam se Eduardo Campos (PSB), governador de Pernambuco, aparecer como opção.</p>
<p>Dito isso, deve-se pensar na superação.</p>
<p>Se Dilma conseguir a cura, isto, involuntariamente, poderá torná-la ainda mais forte como candidata.</p>
<p>E agora, do <a href="http://pedrodoria.com.br/2009/04/26/por-que-dilma-nao-sera-ou-nao-deve-ser-candidata-a-presidencia/">blog do Pedro Doria<br />
</a><br />
Vocês me pediram para explicar a afirmação. Não sei se devia, afinal é uma aposta. Colunas sempre fizeram apostas do tipo nos jornais. Talvez no tempo da Internet não nos sejam mais permitidas apostas assim.</p>
<p>Mas há um raciocínio por trás da aposta.</p>
<p>Na entrevista coletiva que anunciou a doença, a doutora Yana Novis informou que se trata de “um linfoma B de grande célula”, segundo o Estadão. Cânceres Linfáticos existem de vários tipos. Células B são aquelas que produzem anticorpos para combater vírus e bactérias – linfomas que atacam as células B estão entre os mais comuns dentre os cânceres linfáticos. “Linfoma B de grande célula” é provavelmente o Linfoma B de Célula Grande Difuso – DLBCL. 40% dos linfomas entre adultos são deste tipo. Que ninguém se engane. É um câncer bastante agressivo.</p>
<p>O prognóstico médio é o seguinte: 40% dos pacientes se livram do câncer. Não é uma média terrível, mas certamente não é boa.</p>
<p>O caso de Dilma é melhor.</p>
<p>Os médicos dizem que ela está no Estágio 1. Isso quer dizer que o câncer foi localizado em apenas uma localidade do corpo. Os médicos também disseram que o lugar foi um linfonodo e não um órgão. Também conta a favor da ministra. Isto quer dizer o seguinte, de acordo com um artigo publicado no British Journal of Haematology: suas chances de viver mais dois anos são de 86%. As chances de viver mais 10 anos são de 63%. Em média, pacientes diagnosticados com DLBCL em nódulos linfáticos no Estágio 1 vivem 180 meses. São 15 anos.</p>
<p>É o que a estatística colecionada por médicos ao longo dos anos diz. Do ponto de vista prático, quer dizer que Dilma não cumprirá sua promessa de “trabalhar normalmente”. Nem pode. Sua vida nos próximos meses será consumida pelo tratamento de quimioterapia. Químio cansa, derruba. Nos meses seguintes ao tratamento, ela ainda terá que esperar. Vai ser uma espera angustiada, difícil e dolorosa. Vai um mês ao hospital e vê se surgiu novo traço de tumor. Volta no mês seguinte. E no outro. Quem já conviveu com câncer próximo conhece o tormento. Engloba a vida toda.</p>
<p>Daqui a um ano e meio, dois, se nenhum outro traço de tumor for localizado, a ministra poderá respirar aliviada. Aquele se foi. Se outro surgirá, quem há de dizer?</p>
<p>Só que dois anos é muito tempo. Seu tratamento de químio inicial vai durar 4 meses. Termina em agosto. Quando dezembro chegar, nenhum médico terá condições de dizer se houve cura ou não. Só que, a essas alturas, as discussões a respeito de alianças políticas já estarão a pleno vapor para a eleição presidencial de 2010. O PT não pode se dar ao luxo de ter dúvidas a respeito de quem o representará.</p>
<p>O PT não vai lançar como candidata alguém que corre o risco de ficar dando entrada no hospital a cada dois meses durante seu mandato, em caso de ser eleita. Quando câncer exige combate continuado, coisa que neste caso só ficará claro no futuro, o tratamento ocupará a vida da ministra.</p>
<p>Ninguém pode ocupar o cargo Executivo máximo e tratar câncer ao mesmo tempo. São ambos serviços que ocupam atenção integral.</p>
<p>Mas digamos que o PT decida não fazer o responsável que é deixar Dilma se cuidar e não jogar o futuro do país numa roleta.</p>
<p>Então aí virá a eleição a discussão de alianças e a escolha do vice.</p>
<p>A praxe no Brasil é oferecer o cargo de vice-presidente para um partido que traga votos importantes em regiões específicas. A praxe brasileira é buscar vices apagados: Itamar Franco, Marco Maciel, José Alencar. Seu motivo de existência é apoio eleitoral em troca da garantia de cargos que o vice impõe.</p>
<p>Com Dilma, o PT não poderia escolher seu vice em paz. Teria que ser um nome importante, conhecido, com quem todos fiquem tranquilos. Imprensa e população observariam com atenção dois candidatos e não apenas um. São duas pessoas frágeis a qualquer pequeno escândalo em suas vidas passadas. Duas pessoas contra quem fazer insinuações. Uma dupla exposição da candidatura que produz um processo eleitoral mais difícil. Um vice forte é também alguém com quem a futura presidente Dilma teria que dividir o poder muito mais do que a praxe.</p>
<p>Então viria a campanha.</p>
<p>Se, durante a eleição, Dilma tiver que ir a um hospital uma única vez, mesmo que nada tenha a ver com a doença, ninguém acreditará. Vai criar insegurança que pode afetar seriamente sua capacidade de se eleger.</p>
<p>Do ponto de vista pragmático, não faz sentido para o PT correr esse risco quando tem outros candidatos tão capazes quanto de disputar a eleição.</p>
<p>Só há um argumento que justificaria lançar Dilma candidata perante a dúvida: ela sairia fortalecida após vencer uma doença. Tal vitória daria algum tipo de charme. O problema, aí, é o tempo que lhe falta. Câncer não se cura, câncer deixa sobreviventes. Se tivesse tido um câncer que nunca mais apareceu, dez anos atrás, Dilma seria uma vitoriosa. Enfrentou um dos mais difíceis dramas humanos e sobreviveu. Mas, em abril de 2010, nenhum médico poderá falar que a ministra está livre de qualquer risco porque ela não estará. Ela será ainda considerada uma paciente de linfoma em tratamento e observação.</p>
<p>A ministra Dilma Roussef acaba de entrar nesta viagem. Ela não sairá a tempo de pegar a eleição de 2010.</p>
<p>O Brasil já tem uma história de candidato que manobrou o quanto pode e fez de tudo para fingir que uma doença grave em nada afetaria o futuro. O resultado foi termos ganho cinco anos de José Sarney.</p>
<p>Não é questão de torcida: Dilma Roussef não sairá candidata. A partir do momento em que o linfoma foi anunciado, seu futuro foi posto em dúvida e os riscos de sua candidatura tornaram-se sérios demais.</p>
<p>Evidentemente, posso estar errado. O PT pode calcular mal seus riscos, por exemplo. Terá sido uma aposta irresponsável, que joga o futuro do país numa roleta e cria a possibilidade de haver alguém na presidência que não possa lhe dedicar a atenção necessária.</p>
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		<title>CRM Político</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Feb 2008 12:11:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Que as eleições no Brasil são um grande negócio, todo político já sabe. A diferença agora é que o “mercado eleitoral” está cada vez mais próximo da realidade competitiva das empresas privadas. Grandes investimentos publicitários, organogramas complexos, fluxogramas de atividades, vários são os ensinamentos que o mundo corporativo vem contribuindo com os candidatos, seja em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que as eleições no Brasil são um grande negócio, todo político já sabe. A diferença agora é que o “mercado eleitoral” está cada vez mais próximo da realidade competitiva das empresas privadas. Grandes investimentos publicitários, organogramas complexos, fluxogramas de atividades, vários são os ensinamentos que o mundo corporativo vem contribuindo com os candidatos, seja em que esfera for.</p>
<p>Esta semana, me surpreendi com um anúncio de um CRM político. O já famoso Costumer Relationship Manager chega à política anunciando que a profissionalização das gestões eleitorais ganhou de vez o aparato tecnológico. De fato, isto já é uma verdade antiga para os candidatos majoritários de algumas regiões do país. A diferença é que este recurso agora pode ser utilizado por qualquer candidato ou coordenador de campanha. Basta ter um PC conectado à Internet.</p>
<p>O SGE Plus – Sistema de Gerenciamento Eleitoral – é um software desenvolvido pela Tudoon, empresa de desenvolvimento de softwares do Rio de Janeiro. Com uma plataforma simples de gerenciamento de banco de dados e uma interface bem humilde, o SGE se propõe a facilitar a vida dos candidatos quando o assunto é eleição. Em suma, o sistema se propõe a auxiliar a gestão de relacionamento com colaboradores e potenciais eleitores através de funções de administração e telemarketing, como gerenciamento básico de perfis, agenda e contatos. Básico por que isto é o mínimo que um candidato que se preza deve fazer, porém, a grande maioria dos postulantes do Brasil não o faz. </p>
<p>A gestão do cotidiano de assessores e cabos eleitorais, segundo a proposta do software, proporciona à campanha um maior poder de assertividade na tomada de decisões, através, inclusive, de informações estatísticas. No SGE Plus é possível obter informações como eleitores por bairro, eleitores com voto certo, tipo de eleitor, eleitores por seção, concessão de instalação de placas, entre outros. Além disso, o módulo de gestão financeira se propõe a concentrar todas as informações sobre controle financeiro de campanha, geração de relatórios e informações fiscais.</p>
<p>Abaixo, listei algumas das propostas do SGE Plus. Se funciona eu não sei. O que está claro é que este é um mercado potencial quando se trata de melhorar o relacionamento com seus clientes. Oxalá o SGE seja um sucesso de vendas.</p>
<p>•	Cadastro de eleitores com lideranças políticas e seus respectivos vínculos;<br />
•	Visualização, ordenação e classificação dos eleitores por diversos filtros de pesquisa;<br />
•	Impressão de etiquetas e envelopes de endereçamento com diversos critérios de classificação. (Ex.: data de aniversário, vinculado, idade, profissão, bairro, etc.);<br />
•	Cadastro e administração de solicitações de eleitores;<br />
•	Relatórios de vários estilos para visualização e impressão com todas as informações disponíveis no sistema;<br />
•	Acesso ao sistema com cadastramento de usuários e senhas;<br />
•	Envio por e-mail diretamente do sistema, utilizando sua base de dados;<br />
•	Estatísticas de eleitores por vários dados. (Ex.: cidade, bairro, sexo, idade, profissão, etc.);<br />
•	Contas a Pagar e Receber do candidato, para real controle de financeiro e prestações de contas seguindo padrões do sistema do TSE;<br />
•	Agenda de Compromissos do candidato, dia-a-dia com informações automáticas;<br />
•	Backups, restaurações, exportações de tabelas, canal direto com suporte, etc.;<br />
•	Funciona em Rede.</p>
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