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	<title>fernando de holanda &#187; Opinião Política</title>
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	<description>comunicação + política</description>
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		<title>Horário Gratuito de Freakshow Eleitoral</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 01:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[candidatos escrotos]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Nas eleições de 2008, falamos um bocado sobre nossos queridos Candidatos Escrotos, aquelas figuras que acham que um pouco de exposição midiática é suficiente para garantir-lhes a capacidade de representar o povo nos Poderes Executivo e Legislativo de Pernambuco e deste nosso Brasil varonil. Na época, o tema era um prato cheio para críticas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nas eleições de 2008, falamos um bocado sobre nossos queridos <a href="http://fernandodeholanda.com/tag/candidatos-escrotos/">Candidatos Escrotos</a>, aquelas figuras que acham que um pouco de exposição midiática é suficiente para garantir-lhes a capacidade de representar o povo nos Poderes Executivo e Legislativo de Pernambuco e deste nosso Brasil varonil. Na época, o tema era um prato cheio para críticas e &#8211; por que não &#8211; boas risadas. Tinha de tudo: <a href="http://fernandodeholanda.com/gretchen-candidata/">atriz pornô</a> candidata a Prefeita da Ilha de Itamaracá, <a href="http://fernandodeholanda.com/palhacada-eleitoral/">ex-BBB</a> candidata à Câmara dos Vereadores do Recife e até uma <a href="http://fernandodeholanda.com/odete-candidata/">famosa empresária do ramo do entretenimento adulto noturno</a> (sic) postulando a vereância em Jaboatão dos Guararapes.  </p>
<p><img alt="" src="http://fernandodeholanda.com/wp-content/uploads/2008/05/pink.jpg" class="aligncenter" width="320" height="200" /></p>
<p>E este ano? Será que a brincadeira vai continuar?</p>
<p>Ao que me parece, sim.</p>
<p>Não obstante os grandes baluartes da relação mídia-política estarem fundamentalmente concentrados nos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro, onde estão localizadas as grandes emissoras do país, Pernambuco também tem seus candidatos pra lá de questionáveis. Tudo bem que nada se compara à candidatura do pagodeiro, apresentador, agressor de repórteres (vesgos) e atual Vereador paulistano Netinho de Paula (PCdoB-SP) ao Senado, ou ainda a empreitada dos irmãos Kiko (o K) e Leandro (o L) do KLB (DEM-SP), do baixinho Romário (PSB-RJ) e da funkeira Tati Quebra Barraco (PTC-RJ) &#8211; aquela, do Atoladinha &#8211; rumo à representação legislativa em seus respectivos estados, mas, ainda assim, os pernambucanos terão com o que se divertir durante o Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral.</p>
<p>Ainda que algumas delas não tenham lá tanto prestígio midiático, não podemos deixar de citá-las. É o caso de Clóvis da Seresta (PMDB), Pelé do Povo de Deus (PRP), Bigode do Queijo (PRTB), Geo do Pastel (PTC), Marcílio Sem Chinelo (PRP), Buginganga (PV), Choraninguém (PRP), Tonho 2000 (PMN), Mister Brother (PSL), Xavier do Gauchão (PTC), Bigodão (PTN) e Arrocha o Nó Zé Carlos (PSL), que, só por suas alcunhas, dispensam apresentações. </p>
<p>Mas a badalação mesmo está é nas candidaturas de figuras para lá de conhecidas. Sem dúvida, a de maior destaque é a dele, o Rei do Brega Reginaldo Rossi (PDT-PE) à Assembleia Legislativa de Pernambuco. E olhe que não é a primeira vez que o autor de Garçom postula a representação dos pernambucanos em uma eleição. Em 2008, Rossi candidatou-se pelo mesmo partido à Câmara dos Vereadores de Jaboatão dos Guararapes, mas amargou míseros 717 votos, ficando apenas em 119º colocado na corrida. </p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/r6mOx2YXnZ0&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/r6mOx2YXnZ0&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/F_ougfyhBo8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/F_ougfyhBo8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>A pergunta que imediatamente me vem à cabeça é: &#8220;Que diabos nossos políticos pensam que nós somos?&#8221;. Será que a inteligência do povo não é minimamente levada em consideração? Não, de forma nenhuma eu duvido da capacidade e do direito de todo e qualquer cidadão candidatar-se a um cargo público no nosso estado e no nosso país. A questão é: o que se espera de resultado dessas figuras durante os seus mandatos, caso elas consigam efetivamente se eleger? Imagine só uma casa legislativa com um cantor de brega, uma atriz pornô e um naoseioquê do queijo! Que projetos de lei podemos esperar destas criaturas? Que projetos os homens que estão atualmente no Poder tem para o lugar onde nós vivemos?</p>
<p>Não questiono o potencial eleitoral de candidaturas como a de Reginaldo Rossi. Para o nosso povo mal educado, mal alimentado e mal empregado, nada como um sujeito espetacularizado, que o acompanha há anos no rádio ou na televisão, para ganhar o seu voto. E no nosso tosco sistema eleitoral, com os tais quocientes e coligações que dispensam comentários, os rossis da vida são fundamentais para garantir a tal governabilidade do Poder Executivo. </p>
<p>Será?</p>
<p>Da minha parte, eu prefiro apenas tê-los como curiosidades do Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral. Ou, dependendo da quantidade de candidaturas do gênero: Horário Gratuito de Freakshow Eleitoral. Me ajuda!  </p>
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		<title>Regina Duarte e o terrorismo eleitoral</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 23:13:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião Política]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Ouvi dizer que o medo voltou a bater à porta de Regina Duarte. Isso por que, de tempos em tempos, e sempre no período da eleição, a outrora namoradinha do Brasil faz questão de vir a público manifestá-lo. Mas não é um medo assim qualquer, tipo o Brasil deixar de ser o Leblon, ou haver um outro estilo musical que não a bossa nova. É um medo muito mais perigoso, do qual toda a pobre, mal educada e mal instruída população brasileira, que a ovaciona nas novelas globais, deva prevenir-se.</p>
<p>O medo de Regina Duarte se resume, basicamente, à possibilidade de o candidato eleito por ela como o único capaz de evitar toda uma desgraça política e econômica não ganhar a eleição. Foi esse medo que a fez, em 1985, participar do programa eleitoral gratuito do então candidato à Prefeitura de São Paulo Fernando Henrique Cardoso (ainda filiado ao PMDB). Nele, a eterna Helena de Manoel Carlos convoca a população a não votar no candidato do PT, Eduardo Suplicy, para evitar que &#8220;as forças da corrupção e da ditadura voltem a se juntar e destruam nossa frágil democracia&#8221;.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_d9yz1tmWWk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/_d9yz1tmWWk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Em 2002, ela volta à cena, desta vez no guia do ex-ministro da saúde do agora presidente FHC, José Serra (PSDB). Assumindo que já &#8220;fazia tempo que não tinha este sentimento&#8221;, Regina Duarte, devidamente acompanhada por uma trilha sonora pra lá de dramática, presume categoricamente que, naquela eleição, o Brasil corria &#8220;o risco de perder toda a estabilidade&#8221; que já havia sido conquistada. E que, por isso, votava sem medo em José Serra, que lhe dava segurança de que &#8220;aquela inflação desenfreada&#8221;, &#8220;de 80% ao mês&#8221;, não voltaria, o que provavelmente aconteceria se &#8220;o outro&#8221; (que ela já não conhecia mais) vencesse a eleição.  </p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/DEeNSkXn5mY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/DEeNSkXn5mY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Sarcasmos à parte, as duas peças revelam uma tremenda falta de responsabilidade e inconsequência para com a democracia e, principalmente, para com o povo brasileiro. Tanto da parte da atriz, que se utiliza de sua projeção pública para coagir a população, quanto da parte dos candidatos e de suas coordenações de campanha, que se utilizam de táticas vis para desestabilizar o debate eleitoral. Vale frisar que não está em jogo aqui uma opinião política acerca do plebiscito PT X PSDB, embora ambas as situações evolvam a forma como um partido aborda o outro. O fato é que os dois casos são exemplos mais do que claros de como as forças políticas envolvidas neste embate abordam de forma descompromissada o Estado Democrático e os cidadãos os quais eles se propõem a representar.</p>
<p>Hoje, primeiro dia de campanha eleitoral, eu espero sinceramente que Regina Duarte não tenha medo. Mas não da instabilidade política e econômica do país, à qual todos nós devemos estar sempre atentos, mas sim de assumir um debate sério e eloquente, comprometido com o desenvolvimento do país e, principalmente, com a qualidade de vida das pessoas. Aí sim, Regina, você será muito benvinda ao guia eleitoral de qualquer que seja o seu candidato. </p>
<p>Oxalá, desta vez, ele tenha, ao menos, receio de lhe por no ar!</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/lmVjG5uXhqc&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/lmVjG5uXhqc&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>Pernambuco aprumou o passo</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 12:54:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
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Uma gestão competente, antenada com a eficiência e que supera os disparates políticos da democracia brasileira. É assim que podemos, em poucas palavras, definir o mandato do Governador Eduardo Campos, do PSB, em Pernambuco. Não obstante o momento favorável vivido pela economia nacional, situação à qual a responsabilidade com os modelos econômicos foi o ponto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="" src="http://www.sistemaodia.com/imagem/materias/m_f3c8693fd90cba364dd4cbf4efa36a15.jpg" class="alignnone" width="324" height="243" /></p>
<p>Uma gestão competente, antenada com a eficiência e que supera os disparates políticos da democracia brasileira. É assim que podemos, em poucas palavras, definir o mandato do <strong>Governador Eduardo Campos</strong>, do PSB, em Pernambuco. Não obstante o momento favorável vivido pela economia nacional, situação à qual a responsabilidade com os modelos econômicos foi o ponto fundamental, Pernambuco vem despontando com índices expressivos de crescimento econômico e desenvolvimento social. E boa parte disso se deve ao modelo adotado pelo atual Governador.</p>
<p>A fórmula adotada por Eduardo foi simples: pessoas certas, nos lugares certos, para os momentos ideais. Assim, seu mandato foi além do apadrinhamento político intrínseco à ampla frente de partidos de oposição que o apoiaram em 2006 e levou às principais pastas e instituições públicas técnicos e políticos competentes, com o perfil certo para os desafios que se impunham às diferentes áreas de atuação do Governo. Acompanhar de perto os cronogramas dos projetos, articular-se regionalmente e nacionalmente e priorizar os itens críticos parecem ainda fazer parte da fórmula de sucesso da gestão do socialista.</p>
<p>Um excelente exemplo é o da Saúde. Quem utiliza o serviço público sabe que, de 2006 para cá, muita coisa mudou. A situação encontrada pelo Governo de Eduardo em janeiro de 2007 era pra lá de caótica. À frente da pasta, o outrora contestado João Lyra Neto (PDT), vice-governador de Eduardo, já inaugurou um novo hospital metropolitano e projeta corta a fita de 12 novas UPAs até o final do ano. As unidades, que custam aproximadamente R$ 4,2 milhões cada, serão capazes de resolver 90% dos casos que hoje em dia entricheiram os hospitais públicos. Só em 2009, a pasta contou com R$ 687 milhões em investimentos e já acumula um total de 3 mil novos funcionários, dentre os quais, 700 médicos. É bem verdade que ainda há muito, muito mesmo o que fazer. Mas, a situação indica que muita coisa já mudou.</p>
<p>Na economia, os resultados são galopantes. Beneficiado com os programas sociais do Governo Federal, tais quais o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida, o Estado virou um verdadeiro canteiro de obras. E não são obras faraônicas do Setor Público, como estávamos acostumados a ver desde o final dos anos 90. A estabilidade econômica, aliada à infraestrutura logística do Estado trouxe a Pernambuco grandes investimentos, que mexeram com a economia como um todo. A indústria cresce a 6% a.a., o comércio, a 10%. O PIB do Estado teve o melhor crescimento proporcional do país, fechando 2009 acima da média nacional. </p>
<p>O bom momento vivido pelo Estado, no entanto, não esconde suas mazelas históricas. A segurança pública, por exemplo, ainda é um entrave à qualidade de vida dos pernambucanos. A desigualdade social prevalecente nas grandes cidades e a má distribuição dos recursos produtivos entre litoral e sertão, idem. </p>
<p>No entanto, uma coisa é certa: em 4 anos anos à frente do Poder Executivo, Eduardo mais executou do que discursou. O Estado parece, enfim, ter &#8220;aprumado&#8221; o passo, como se costuma dizer por aqui. Em 2010, com o modelo posto em xeque pelas urnas, Eduardo terá a oportunidade (e a obrigação) de desmontrar os resultados e, quem sabe, convencer a população de que sua continuidade é a melhor opção. Se depender de aprovação, o Governador pode se preparar para encarar mais e mais desafios até 2014. </p>
<p><strong>Saravá! </strong></p>
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		<title>Isso sim é uma vergonha!</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Jan 2010 15:42:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O audio em off já causou uma celeuma entre Galvão Bueno e Pelé, já comprometeu candidatos a cargos públicos e até já demitiu Ministro de Estado no Brasil. Na última semana, ele voltou às paradas de sucesso graças ao grande (?!) jornalista Boris Casoy, da Band, que fez um comentário nada diplomático após uma matéria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O audio em off já causou uma celeuma entre Galvão Bueno e Pelé, já comprometeu candidatos a cargos públicos e até já demitiu Ministro de Estado no Brasil. Na última semana, ele voltou às paradas de sucesso graças ao grande (?!) jornalista Boris Casoy, da Band, que fez um comentário nada diplomático após uma matéria exibida no último dia 31 pelo jornal do qual é âncora. </p>
<p>Isso é uma vergonha, hein, Boris?</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/sW8PPONcMjk&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=pt_BR&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowScriptAccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/sW8PPONcMjk&#038;color1=0xb1b1b1&#038;color2=0xcfcfcf&#038;hl=pt_BR&#038;feature=player_embedded&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>Inveja de corno</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 21:13:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião Política]]></category>

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Lembra daqueles vídeos que volta e meia aparecem na TV com uns deputados de algum país asiático se estapeando no parlamento? Pois é, é esse o caminho para o qual segue a política no Brasil. Outro dia, conversando com um amigo, chegamos à conclusão que tamanho enfraquecimento do tal Estado Democrático acabaria dando brecha a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/U4qvU0YJ9fs&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/U4qvU0YJ9fs&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Lembra daqueles vídeos que volta e meia aparecem na TV com uns deputados de algum país asiático se estapeando no parlamento? Pois é, é esse o caminho para o qual segue a política no Brasil. Outro dia, conversando com um amigo, chegamos à conclusão que tamanho enfraquecimento do tal Estado Democrático acabaria dando brecha a um possível golpe de estado, seja ele populista ou conservador.</p>
<p>O célebre Senador Heráclito Fortes (DEM-PI) acaba de nos presentear com mais uma pérola da política nacional que contribui bem com esse fatídico destino. Mais uma importante colaboração a esse tal processo de inviabilização da democracia. Mais um passo rumo à balbúrdia, como já diria meu avô. Não obstante a infinita crise envolvendo o presidente José Sarney e os sem número de escândalos noticiados a toda hora pela mídia, o nobre parlamentar inseriu o baixo calão na sua refinada oratória. Que respostinha, hein, amigo? Típica de um camarada sentado à mesa do bar, descrevendo o juiz que marcou um pênalti duvidoso.</p>
<p>É fato que a pergunta não foi lá das mais inteligentes, mas a resposta, ah, dessa a gente não precisava, Senador. Imagina só uma criatura como esta discutindo os rumos do país em um gabinete fechado ? Assiste aí o vídeo e imagina!</p>
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		<title>Um ano sem meu fusquinha</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 16:17:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião Política]]></category>

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Pois é, há exatamente um ano atrás, meu fusquinha 79 foi roubado em frente à minha casa. Até hoje, várias pistas, mas nenhuma notícia sobre o desaparecimento do carrinho (também conhecido como High, de Highlander, O Imortal). O vídeo acima já teve quase 5 mil visualizações e até me gerou alguns e-mails, mas nada de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/D4hB4zFkvxo&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/D4hB4zFkvxo&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Pois é, há exatamente um ano atrás, meu fusquinha 79 foi roubado em frente à minha casa. Até hoje, várias pistas, mas nenhuma notícia sobre o desaparecimento do carrinho (também conhecido como High, de Highlander, O Imortal). O vídeo acima já teve quase 5 mil visualizações e até me gerou alguns e-mails, mas nada de concreto. A estas alturas, ou High virou um buggy ou mesmo está rodando por aí, já que a lataria estava toda nos trinques. </p>
<p>Foi um golpe, viu? Havia ficado 22 anos paquerando o Fusca (mamãe dizia que era meu brinquedo preferido quando criança) antes de resolver comprá-lo. Comprei lá perto de casa mesmo, pagando a fortuna em dinheiro vivo (imagine a voluptuosidade do montante). A partir de então, investi milhões na recuperação. Se eu fosse somar o tempo que High ficou na mão de um mecânico lá em Sítio dos Pintos, enfartava. Gastei mais tempo e paciência do que dinheiro, é verdade, mas tudo valia a pena, já que o carrinho era a única coisa material que eu realmente curtia.</p>
<p>A bordo dele, vivi momentos históricos. Em uma oficina nos Aflitos, a tampa do motor explodiu, deixando a traseira toda chamuscada. Na Encruzilhada, dei o primeiro e único passeio com minha mãe, que lá para as tantas pediu a  nossa empregada doméstica descer pela porta de trás, como se estivéssemos em um quatro portas. Em Boa Viagem, quatro pessoas decidiram ir a um restaurante no Fusca para não suar com a caminhada e chegaram lá encharcadas de suor, pois o quebra-vento não estava dando vencimento. Sem contar as tantas vezes que meu amigo Bubu teve que empurrá-lo comigo no volante, para ver se a máquina pegava no tranco.</p>
<p>Em suma, o carrinho era uma diversão só. A fatídica manhã de domingo na qual foi roubado havia sido a sequência de uma das raras vezes em que o Fusca dormira fora de casa. E bastou essa para que um carrinho com tanta história virasse estatística da Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos. Realmente, uma pena. </p>
<p>Eu, o Fusca e todos aqueles que se relacionavam (bem ou mal) com ele foram assolados pela mazela da violência urbana que assola o Recife há anos. Fruto da ignóbil política brasileira, que mantém uma sociedade injusta e contraditória há séculos, a tal violência entra na casa das pessoas destruindo suas famílias, seu patrimônio e até curtições como um Fusquinha 79. </p>
<p>Eu, que fiquei sem Fusca, sem curtição e com uma raiva absurda do que aconteceu, acabei me consolando, mas nunca me conformei. Talvez o fato de prestar atenção a todo fusquinha que cruza minhas vistas me faça um dia chegar até ele. Ou, quem sabe, minha inconformação me leve um dia a fazer alguma coisa contra a tal violência. Até lá, fico apenas no prejuízo.</p>
<p>Se tiver alguma notícia do paradeiro do carrinho, não hesite em me escrever. Se eu encontrá-lo, posso até te oferecer uma caroninha&#8230;  </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Senado proíbe duas matrículas em universidades públicas: já era hora!</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 01:01:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Opinião Política]]></category>

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		<description><![CDATA[A notícia li hoje, no blog do Jamildo (e uma noites). Posso dizer, com propriedade de causa, que é uma das medidas mais sensatas que o legislativo brasileiro podia tomar nos últimos tempos. Medida sim, por que se trata de uma ação simples, que gera frutos imediatos para uma questão urgente. 
Falo com propriedade de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A notícia li hoje, no <a href="http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo/canais/noticias/2009/09/30/senado_proibe_duas_matriculas_em_universidade_publica_sugestao_de_mauricio_rands_54981.php">blog do Jamildo</a> (e uma noites). Posso dizer, com propriedade de causa, que é uma das medidas mais sensatas que o legislativo brasileiro podia tomar nos últimos tempos. Medida sim, por que se trata de uma ação simples, que gera frutos imediatos para uma questão urgente. </p>
<p>Falo com propriedade de cusa por que cursei duas universidades públicas e sei que a imensa, gigantesca maioria dos alunos que se matriculam em dois cursos raramente (muito raramente mesmo) chegam a concluir os dois. Isso significa que estes alunos tiraram a vaga de outros, diminuindo a produtividade das instituições e desperdiçando dinheiro público. </p>
<p>Para vocês terem uma ideia (sem acento, mas ainda não me acostumei), dos 40 alunos aprovados no curso de Comunicação Social / Publicidade e Propaganda da Universidade Federal de Pernambuco em 2003, 10 também foram admitidos (e se matricularam) no curso de Administração da Universidade de Pernambuco. Destes, apenas 4 se formaram (pelo menos até agora) nas duas faculdades. Lembro ainda que no ano seguinte o número de aprovados e desistências foi ainda maior, ficando quase sempre a batata quente para o lado da UFPE. </p>
<p>No curso de Administração na UPE isso é o que mais vemos. São engenheiros, arquitetos, economistas, turismólogos e comunicólogos que se matriculam e nunca chegam a concluir o curso. Lembro de ter lido uma matéria no Jornal do Commercio (PE) há tempos atrás, onde havia até comentários de colegas meus de faculdade sobre o caso. </p>
<p>Contra fato não há argumentos. Se o histórico mostra que não é proveitoso, coibir ou proibir é mesmo a melhor forma de evitar tal prática. Se as dúvidas em relação ao futuro profissional tiram o sono de tanta gente, que às vezes se vê numa enrascada de muitas aulas, provas, concursos e estágios, nada melhor do que uma boa lei para nos dar uma melhor orientação. Ponto para o Congresso.</p>
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		<title>Hoje é o dia do busão</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 01:43:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[Da byke e até do sebo nas canelas. É que desde &#8216;97 convencionou-se adotar o 22 de setembro como o Dia Mundial Sem Carro. Na verdade, no Brasil, essa já é a realidade da maioria da população, que não precisa de dia mundial para se espremer nos transportes coletivos da vida e ainda comungar da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Da byke e até do sebo nas canelas. É que desde &#8216;97 convencionou-se adotar o 22 de setembro como o Dia Mundial Sem Carro. Na verdade, no Brasil, essa já é a realidade da maioria da população, que não precisa de dia mundial para se espremer nos transportes coletivos da vida e ainda comungar da fumaça dos escapes particulares. </p>
<p>Radicalismos à parte, a iniciativa busca inserir no cotidiano do povão uma reflexão sobre qualidade de vida, poluição e viabilidade urbana. Um povão que muitas vezes esquece que o melhor mesmo é dar uma andada a pé, para estimular a saúde, ou mesmo que pegar um metrô pode ser muito mais rápido e mais barato do que ligar a caranga. Em diversas cidades do país, acontecem ações, inserções e campanhas de diversas ONGs, tudo para lembrar a rapazeada que hoje é o dia de Henry Ford se remexer no túmulo. </p>
<p><img src="http://fernandodeholanda.com/wp-content/uploads/2009/11/image_preview-200x300.jpg" alt="image_preview" title="image_preview" width="200" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-887" /></p>
<p>O Ministro das Cidades, Marcio Fortes, deu o exemplo. Pedalou agora há pouco com uma comitiva pelo Eixo Monumental para chamar a atenção da sociedade para o Dia Mundial Sem Carro e das ações da Política Nacional de Mobilidade Urbana. A bicicleata, como chamou o próprio Ministro, se dirigiu ao Centro de Convenções Ulysses Guimarães, onde está rolando o 10º Congresso Brasileiro de Municípios. </p>
<p>Segundo Fortes, a bicicleta é mais barata, menos poluente e deve sim ser adotada com seriedade pelas Prefeituras das grandes cidades do país. E, para isso, o Governo Federal garantiria os recursos para as construções e reformas. </p>
<p>Como o trânsito aqui em Maragogi, onde estou hoje, só tem engarrafamento mesmo de jangada e de redes de pescador, consegui aderir bem ao tal Dia Mundial. Resta saber se, na volta, meu carrinho não vai dar aquela esquentada na estrada e cuspir um fumaceiro preto feito o da semana passada. Agora, é esperar pra ver.</p>
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		<title>Mais um capítulo das desGraças</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 15:53:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Opini]]></category>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente no blog de Jamildo

Mais um capítulo das desGraças
POSTADO ÀS 09:00 EM 05 DE Agosto DE 2009
Prezado Jamildo,
Como se já não bastasse o caos urbano causado pela irresponsável expansão imobiliária de uma certa Faculdade instalada nas Graças (situação sobre a qual já comentamos aqui), o bairro agora é acometido por uma vizinhança, no mínimo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Publicado originalmente no <a href="http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo/canais/noticias/2009/08/05/mais_um_capitulo_das_desgracas_51494.php">blog de Jamildo</a><br />
</em></p>
<p>Mais um capítulo das desGraças<br />
POSTADO ÀS 09:00 EM 05 DE Agosto DE 2009</p>
<p>Prezado Jamildo,</p>
<p>Como se já não bastasse o caos urbano causado pela irresponsável expansão imobiliária de uma certa Faculdade instalada nas Graças (situação sobre a qual já comentamos aqui), o bairro agora é acometido por uma vizinhança, no mínimo, duvidosa. Se até então o único problema era a tal superpopulação universitária e seus agregados &#8211; vendedores ambulantes, flanelinhas e carros de som -, o bairro das Graças sofre agora com a instalação de diversos empreendimentos irregulares. E não, não estamos falando de bancas de jogo do bicho, fiteiros e carpintarias clandestinas, velhos conhecidos de nós moradores que, de vez em quando, até que quebram um galho. A história agora é barra pesada.</p>
<p>É que a poucos metros da Paróquia de Nossa Senhora das Graças ergueram-se, nos últimos anos, três &#8220;empresas&#8221; do ramo de entorpecentes, interrupção de gestação e baixo meretrício. Ou, melhor dizendo, uma boca-de-fumo, uma clínica de aborto ilegal e um bordel. Os três estabelecimentos se encontram devidamente disfarçados, distribuídos em um raio de 300m, onde compartilham espaço com edifícios residencias e empresarias, empresas e até a própria igreja. Até então, nunca se viu ou ouviu nenhum alarde dos moradores sobre suas existências por que, talvez por se sediarem em um bairro tão distinto, todos mantêm suas atividades sob uma discrição exemplar.</p>
<p>A boca-de-fumo, por exemplo, compartilha seu funcionamento nos fundos de um estacionamento clandestino, instalado em um terreno que até bem pouco tempo estava abandonado. Ali, o comércio tem como política manter seus clientes sob total sigilo e segurança, que inclusive é garantida por um indivíduo devidamente motorizado. Quem passar após as 23h em frente ao estabelecimento poderá facilmente reconhecê-lo. Alías, tanto ele quanto sua moto, (in)devidamente estacionada na calçada. Reza a lenda que o produto é de confiança e até que estudante tem direito a desconto.</p>
<p>Já a suposta clínica de aborto clandestino, esta sim, é discreta ao máximo. Funciona em uma casa comercial, vizinha a outros empreendimentos ligados à mulher, como salões de beleza, clínicas de estética e de fisioterapia. Um luxo só. Sobre esta não tenho muitas referências, confesso, mas diz-se que o trabalho, apesar de irregular, é muito organizado e higiênico.</p>
<p>E o tal bordel? Bom, este prefere auto-entitular-se &#8220;casa de massagens&#8221;, a fim de ser mais condizente com o ambiente no qual está instalado. Nada de som alto, bebedeiras ou atitudes típicas do baixo meretrício. Ali, o que prevalece é, mais uma vez, a discrição. Até por que a clientela, que aparenta ter um excelente nível social &#8211; vide os automóveis de luxo que se amontoam nas redondezas principalmente nas tardes de sexta-feira &#8211; deve ser formada massissamente por cidadãos discretos. Durante o horário de funcionamento, que raramente ultrapassa as 22h, o pouco entra-e-sai registrado na casa é acompanhado de perto por um funcionário que, além de montar guarda durante todo o dia em frente ao simpático sobrado, conduz a clientela às dependências do estabelecimento com o máximo de rapidez e comodidade.</p>
<p>É, Jamildo, já se foi o tempo em que podíamos nos considerar moradores de um bairro nobre. A falta de planejamento urbano parece ter escolhido as Graças como laboratório e anda jogando por aqui tudo o quanto é mazela social. Não vejo a hora de termos de volta aqueles pagodões que nos assolaram no início desta década. Aí sim, somando-o ao tal bordel, à clínica de aborto clandestino e à boca-de-fumo, partiremos para fazer deste um ponto turístico do Recife. Atração é o que não vai faltar.</p>
<p>Grande abraço,</p>
<p>Fernando de Holanda</p>
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		<title>Sobre a polêmica no Blog de Jamildo</title>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2009 12:30:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião Política]]></category>

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		<description><![CDATA[No último dia 1º de maio, um comentário meu, sobre um posto publicado no Blog de Jamildo &#8211; que acompanho regularmente há um certo tempo &#8211; deu o que falar. Debate encerrado, nada mais a declarar. Convicções muitas, conclusão, apenas uma, que prefiro guardar comigo mesmo. A vocês que acompanham este espaço, segue o resumo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No último dia 1º de maio, um comentário meu, sobre um posto publicado no <a href="http://www.blogdejamildo.com.br">Blog de Jamildo</a> &#8211; que acompanho regularmente há um certo tempo &#8211; deu o que falar. Debate encerrado, nada mais a declarar. Convicções muitas, conclusão, apenas uma, que prefiro guardar comigo mesmo. A vocês que acompanham este espaço, segue o resumo da ópera:</p>
<p>No dia 29 de abril, o Blog de Jamildo publicou o seguinte post:</p>
<p><em>Terezinha Nunes quer que adversários reafirmem crítica para ir à Justiça<br />
POSTADO ÀS 18:26 EM 29 DE Abril DE 2009</p>
<p>Por falar nesta polêmica da Celpe, a deputada Terezinha Nunes estuda interpelar os colegas Isaltino, Sérgio Leite e Luciano Moura pelas críticas que recebeu ao comentar o reajuste. Em nota nesta terça-feira, ela foi acusada de pertencer a bancada da Celpe. O material foi divulgado pelo gabinete de Isaltino Nascimento, líder do governo Eduardo Campos na AL.<br />
</em></p>
<p>Como este não era (nem de longe) o primeiro post publicado no referido blog sobre as atividades da Deputada, fiz o seguinte comentário:<br />
<em><br />
Por &#8211; Fernando de Holanda | Abril 29, 2009<br />
Jamildo, Por que vocês não mudam o nome do blog para Palanque da Terezinha? Assim está demais!<br />
</em><br />
Minha opinião foi prontamente respondida pelo editor do blog, em dois posts, publicados no dia 30 de abril:<br />
<em><br />
Nem sempre justo, Leitor critica o Blog de Jamildo<br />
POSTADO ÀS 09:41 EM 30 DE Abril DE 2009</p>
<p>Por &#8211; Fernando de Holanda | Abril 29, 2009</p>
<p>Jamildo, Por que vocês não mudam o nome do blog para Palanque da Terezinha? Assim está demais!</p>
<p>Caro,<br />
Embora alguns não gostem, vivemos em uma democracia. Não acho certo calar a oposição. O contraditório é fundamental, especialmente na política. Talvez o senhor não saiba, mas no tempo que eu era repórter de Economia do JC eu ia pessoalmente, a convite, até na casa do então deputado federal Eduardo Campos colher informações sobre questionamentos relacionados à gestão Jarbas e Mendonça. Evaldo Costa pode confirmar. Quem diz quando a oposição está exorbitando é o povo. Não o senhor, nem eu nem estes blogueiros que escrevem sobre sexo dos anjos. Continuo, agora nesta plataforma eletrônica, mantendo a mesma prática de fomentar a discussão.</p>
<p>O mundo mudou meu velho<br />
Blog de Jamildo responde<br />
POSTADO ÀS 09:43 EM 30 DE Abril DE 2009<br />
Mato na BR<br />
Blog Imagem LUPA Ampliar</p>
<p>Para evitar overdose de Terezinha Nunes aqui no Blog, havia decidido não divulgar as informações que seguem abaixo. Diante da posição reacionária do leitor Fernando Holanda, mudei de idéia. É a melhor forma de combater o patrulhamento. Caro Holanda, se há uma coisa que não receio é o enfrentamento.  Sou como aço, fui forjado na pancada. São 17 anos de reportagem, meu caro, sem um arranhão. Não se acha no lixo. Um dia proveitoso para o senhor. E boa leitura.</p>
<p>Terezinha Nunes critica situação da BR-232 e cobra providências</p>
<p>O estado de conservação da BR-232 foi alvo de críticas da deputada Terezinha Nunes (PSDB), na tarde desta quarta-feira, em plenário. Apresentando fotos de buracos, placas de sinalização encobertas pela vegetação ou até mesmo a falta dessas placas, a parlamentar cobrou do Departamento de Estradas de Rodagem de Pernambuco uma solução urgente para os problemas, sobretudo considerando que, nesta época do ano, muitos turistas visitam Gravatá, Caruaru e outras cidades cortadas pela rodovia.</p>
<p>A deputada destacou a importância da duplicação da BR-232, realizada pelo governo passado, beneficiando vários municípios interioranos com a chegada de novos investimentos. E salientou que os problemas de má conservação surgiram em 2007, justamente no início da atual gestão estadual.</em></p>
<p>Minha tréplica foi encaminhada e publicada no dia 06 de maio:<em></p>
<p>Plural e democrático<br />
Leitor que tentou tirar onda com o Blog de Jamildo explica suas críticas<br />
POSTADO ÀS 13:44 EM 06 DE Maio DE 2009</p>
<p>Olá, Jamildo</p>
<p>Na última sexta-feira, dia 1º de maio, um comentário meu gerou uma repercussão bastante negativa no seu *blog*. Apesar de ter tido lá seu aspecto positivo &#8211; pois toda polêmica sadia fomenta o debate construtivo &#8211; o tal comentário contrariou minhas intenções e sobre o episódio gostaria de fazer algumas observações.</p>
<p>[Aos leitores que não estão por dentro do assunto, publiquei no post  Terezinha Nunes quer que adversários reafirmem crítica para ir à Justiça o seguinte comentário: “Jamildo, Por que vocês não mudam o nome do blog para Palanque da Terezinha? Assim está demais!”, que foi prontamente respondido por Jamildo nos posts Nem sempre justo, Leitor critica o Blog de Jamildo e Blog de Jamildo Responde ].</p>
<p>Primeiramente, gostaria de me retratar com você e com aqueles que fazem o Blog de Jamildo, pois percebi que a acidez e o tom sarcástico da minha crítica desvirtuaram-na de seu verdadeiro propósito.</p>
<p>Na verdade, não estava (nem nunca esteve) dentre minhas intenções questionar sua idoneidade profissional nem muito menos enfrentá-lo, como você pontuou no segundo post-resposta.</p>
<p>Acompanho o blog há algum tempo via Feeds RSS e acredito que ele seja, hoje, o mais importante veículo do jornalismo político de Pernambuco pautado na lógica colaborativa proposta pela web 2.0 . Apesar de ter lá minhas ressalvas em relação à imparcialidade total e absoluta da mídia em geral, acredito que, aqui, foi construído um espaço sincero de difusão jornalística, aberto a opiniões e críticas dos leitores.</p>
<p>E foi esta crença que me fez publicar neste blog minhas opiniões por tantas e tantas vezes, seja através de comentários, seja enviando-o meus próprios artigos.</p>
<p>Meu comentário no referido post tinha como única intenção criticar a recorrência (ou a overdose, como você mesmo comentou) da publicação das opiniões políticas da Deputada Estadual Terezinha Nunes (PSDB), que, pelo que me consta, é também jornalista como você.</p>
<p>Apesar de compreender a utilização de meios que vão além da essência das atividades parlamentares e partidárias como forma de se fazer oposição, não concordo com a superexposição midiática proposta por alguns sujeitos políticos, que se utilizam largamente dos veículos de comunicação para difundirem suas opiniões (e sua imagem) na sociedade. Em contraponto ao que você comentou em sua réplica, o conteúdo das opiniões manifestadas pela Deputada não estava em questão, até por que depois de tantos posts dedicados a ela, passei a ignorar a maioria deles.</p>
<p>O que de fato me incomodou foi única e exclusivamente a quantidade de posts que têm as atividades da Deputada como tema. Pesquisar seu nome no Blog de Jamildo retorna 365 posts, o que é muito, se comparado com os apenas 30 do seu colega de partido Deputado Antônio Moraes. Apenas nos 10 dias que antecederam meu comentário, foram 11 citações, Jamildo.</p>
<p>O que particularmente me frustrou foi o fato de, ao buscar aqui minha atualização diária sobre a política local, deparar-me repetidas vezes com a publicação de uma opinião pessoal e partidária, que, na minha opinião, pouco ou nada contribui com a difusão imparcial dos acontecimentos políticos de Pernambuco. E foi só e somente só em relação a este aspecto que publiquei minha visão naquele post.</p>
<p>Acreditando neste como um espaço aberto à crítica e reafirmando minhas convicções quanto a sua idoneidade, envio-lhe este texto para que avalie sua publicação. Espero sempre poder contar com o Blog de Jamildo para me informar e, de vez em quando, manifestar-me em relação ao que foi publicado (de preferência, de forma mais polida).</p>
<p>Grande abraço,</p>
<p>Fernando de Holanda</p>
<p>PS: Aproveito para convidar-lhe a visitar o meu fernandodeholanda.com, onde falo um bocado sobre a tortuosa relação política-mídia, principalmente no que se refere à Internet.</em></p>
<p>No mesmo dia, Jamildo publicou:<br />
<em><br />
Censura não, patrulhamento não<br />
Seria o Blog de Jamildo palanque de Eduardo? Resposta ao leitor que tentou tirar onda<br />
POSTADO ÀS 14:24 EM 06 DE Maio DE 2009</p>
<p>Caro Fernando de Holanda,</p>
<p>Obrigado pelas referências elogiosas. São todas verdadeiras. O blog é o mais importante e relevante sim, pelo simples fato de que faz jornalismo sério, sem fins lucrativos, e não a agenda dos políticos, a discussão sobre o sexo dos anjos, como a maioria. Fico feliz em perceber que suas palavras não estão contaminadas por má fé.</p>
<p>No entanto, continuo discordando de ti. Aqui, cada um vê ou não vê o que quer. Um exemplo: Toda semana, o líder do governo, Isaltino Nascimento, escreve aqui no Blog, sem que este seja um palanque do Isaltino Nascimento. Como ele, outros políticos, das mais variadas tendências. O senhor já contou quantas vezes Isaltino escreveu aqui. Eu não contei.</p>
<p>Assim, não posso punir a deputada por ser eficiente em sua comunicação. Se outros não se posicionam, ou se posicionam menos, é porque talvez falte coragem ou competência na comunicação. Espero que melhorem, o espaço aqui está aberto a todos. Recebo varias sugestões, mas a maioria é promoção pessoal, besteira pura, noticia zero.</p>
<p>Perceba que toda sua ira ocorreu logo após termos noticiado aqui a derrubada do aumento da Celpe, pela Justiça de Brasilia.</p>
<p>A deputada Terezinha Nunes foi a única que teve coragem de apresentar argumentos na polêmica que se seguiu. No meio da tarde, já estava fazendo um discurso na tribuna, publicamente, que registramos aqui. Se os demais comeram mosca, não tomaram conhecimento ou não deram, que culpa temos nós?</p>
<p>Todos os atores foram ouvidos aqui, aneel, estado, alepe, até a mãe de calor de figo. O senhor contou? Eu não.</p>
<p>Tudo isto é notícia. Não tenho culpa se outros blogs escamoteiam essa tensão na área política, como se o aumento da Celpe não tenha se transformado em palanque desde a última eleição. Os seus donos (visíveis ou invisíveis) talvez não queiram que o assunto seja discutido pela opinião pública. Vá saber.</p>
<p>Não tenho culpa se os jornais de papel ignoram, restingindo o assunto às anódinas páginas de Economia.</p>
<p>Por sua lógica, o Blog de Jamildo bem que poderia passar a ser chamado de Palanque de Eduardo. Faça uma pesquisa simples na area de busca e comprove que há quase 4 mil posts com seu nome! Nunca foi palanque de Eduardo, não é, nem nunca será. Quero aqui informar sempre e as pessoas que formem sua opinião. Nunca me preocupei em contar as ações divulgadas pelo socialista, porque faria com a tucana? Meu amigo, o único contador que funcionava no Estado acabou de seu desmontado.  E também registramos sua morte aqui.</p>
<p>Respeito suas opiniões, como a de todos os leitores, mas não estou aqui para fazer esse jornalismo Barbosão (média com a plateia, populismo puro) que se vê por ai.</p>
<p>Aqui há critério, não se maltrata a noticia por ela ter A ou B como emissário. Não aceitamos patrulhamento como podemos fazer patrulhameto?</p>
<p>Um exemplo do dia: a greve na Fricon, em Abreu e Lima, noticiada em primeira mão no artigo de um sindicalista da CUT. Quase todos os dias, damos notícias aqui da CUT, nem por isto ache que isto aqui seja um palanque da CUT. Refine seus conceitos e seja mais tolerante. O mundo será mais leve. </p>
<p>Um grande abraço</p>
<p>Jamildo Melo</em></p>
<p>E, para encerrar, sobre este post, comentei:<br />
<em><br />
Por &#8211; Fernando de Holanda | Maio 06, 2009<br />
Jamildo, Encerro o asunto dizendo que não é do meu feitio &#8220;tirar onda&#8221; de ninguém, muito menos &#8220;tentar&#8221; fazer isso. Abraço, Fernando de Holanda </em></p>
]]></content:encoded>
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