<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>fernando de holanda &#187; Opinião Política</title>
	<atom:link href="http://fernandodeholanda.com/tag/opiniao-politica/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://fernandodeholanda.com</link>
	<description>comunicação + política</description>
	<lastBuildDate>Sun, 24 Jul 2011 15:37:38 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator>
		<item>
		<title>Observador Político vs. Instituto da Cidania: o ativismo digital dos ex-presidentes Lula e FHC</title>
		<link>http://fernandodeholanda.com/observador-politico-vs-instituto-da-cidania-o-ativismo-digital-dos-ex-presidentes-lula-e-fhc/</link>
		<comments>http://fernandodeholanda.com/observador-politico-vs-instituto-da-cidania-o-ativismo-digital-dos-ex-presidentes-lula-e-fhc/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 24 Jul 2011 15:26:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião Política]]></category>
		<category><![CDATA[Política e Internet]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://fernandodeholanda.com/?p=1032</guid>
		<description><![CDATA[Lançados praticamente na mesma semana, os portais web liderados pelos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva guardam peculiaridades interessantes. O liderado pelo primeiro, batizado de Observador Político, tem um caráter de rede social e estimula o debate sobre temas diversos, propostos pelos próprios usuários, que podem gerenciar seus perfis e interagir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lançados praticamente na mesma semana, os portais web liderados pelos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva guardam peculiaridades interessantes.</p>
<p>O liderado pelo primeiro, batizado de <a href="http://www.obsevadorpolitico.org">Observador Político</a>, tem um caráter de rede social e estimula o debate sobre temas diversos, propostos pelos próprios usuários, que podem gerenciar seus perfis e interagir com a opinião de outras pessoas. Nas palavras de FHC, a web &#8220;joga um papel grande&#8221; quando se propõe a ser um fórum de circulação de ideias e ideais políticos. Neste sentido, a qualidade da iniciativa e da tecnologia em questão é indiscutível. Vale a pena acessá-la.</p>
<p><iframe width="448" height="279" src="http://www.youtube.com/embed/jGnTe7JKRQ8" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Já <a href="http://www.icidadania.org">o website do Instituto da Cidadania</a>, do ex-presidente Lula, não disse exatamente para que veio. O conteúdo da home até aponta que aquilo se trata do embrião do instituto que deve levar o nome do petista, mas não apresenta um caráter colaborativo, sendo mais uma clipagem das suas atividades políticas (o que não é totalmente descartável) do que um convite à interatividade.</p>
<p><iframe width="448" height="279" src="http://www.youtube.com/embed/yOydO2o9YIc" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Tenho lá minhas dúvidas sobre a relevância destes canais, uma vez que ambos tendem a ser instrumentos de capitalização política. No entanto, é gratificante ver que figuras tão expressivas da política nacional parecem, finalmente, ter compreendido o ambiente web como fórum de interatividade e não como mais uma mídia política-eleitoral.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://fernandodeholanda.com/observador-politico-vs-instituto-da-cidania-o-ativismo-digital-dos-ex-presidentes-lula-e-fhc/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Via Mangue não resolve todo o problema!</title>
		<link>http://fernandodeholanda.com/a-via-mangue-nao-resolve-todo-o-problema/</link>
		<comments>http://fernandodeholanda.com/a-via-mangue-nao-resolve-todo-o-problema/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 Jun 2011 17:23:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião Política]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://fernandodeholanda.com/?p=1025</guid>
		<description><![CDATA[A Via Mangue é uma importante obra viária para o Recife. Ainda que a Prefeitura exagere um bocado na defesa do projeto &#8211; tanto no seu anúncio quanto na campanha publicitária -, é indubitável os benefícios que ele trará ao trânsito da cidade. No entanto, é preciso desmistificar estes benefícios, separando o que é valorização [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Via Mangue é uma importante obra viária para o Recife. Ainda que a Prefeitura exagere um bocado na defesa do projeto &#8211; tanto no seu anúncio quanto na campanha publicitária -, é indubitável os benefícios que ele trará ao trânsito da cidade. No entanto, é preciso desmistificar estes benefícios, separando o que é valorização política (joio) da sua verdadeira funcionalidade (trigo).</p>
<p>Uma rápida busca no Google pela palavra-chave &#8220;via mangue&#8221; revela o quão enganada pode estar a atual gestão municipal. Um dos primeiros resultados para esta busca apresenta uma página do website da PCR que descreve a a Via Mangue como o &#8220;projeto que resolverá os problemas de trânsito da Zona Sul recifense&#8221;. Ora, qualquer cidadão de bem sabe que o complexo trânsito da Zona Sul &#8211; que, diga-se de passagem, vai muito além do trecho contemplado &#8211; não se resolve com uma única obra, ainda que esta tenha o porte de uma Via Mangue. Os gargalos da Imbiribeira, Piedade e IPSEP, continuarão lá, sofrendo ainda mais com o provável aumento de fluxo gerado por este novo acesso.</p>
<p>Quem transita diariamente nos trechos críticos da cidade sabe que os congestionamentos são causados muito mais por causa da manutenção, fiscalização e educação do trânsito do que pela quantidade de ruas disponíveis para se fazerem os trajetos. É óbvio que, quanto mais espaço, maior será a vazão de veículos, mas isso não signitica que não teremos mais problemas com aquele caminhão de bebidas que estaciona indevidamente ou com aquele buraco que todo mundo insiste em desviar.</p>
<p>Até que a Via Mangue fique pronta &#8211; daqui a trinta meses, segundo a PCR -, o Recife deverá ganhar mais de cem mil novos veículos, considerando-se que não haverá grandes alterações no volume mensal de vendas de carros zero quilômetro na cidade. Neste ínterim, projetos imobiliários como o Shopping Rio Mar, o condomínio de edifícios empresarias projetado para o Cais José Estelita e o projeto Porto Novo deverão aumentar significativamente o fluxo de veículos entre o Centro e o bairro de Boa Viagem, tornando ainda mais crítico o gargalo de trechos não contemplados no projeto, como a ligação entre o Viaduto Capitão Temudo e a Ponte Paulo Guerra.</p>
<p>Isso significa que, muito além do que comemorar a aprovação do orçamento para a construção da Via Mangue, a Prefeitura precisa definir e implementar um verdadeiro plano de mobilidade para o Recife, um conjunto de ações que resolva o transporte público, a manutenção das vias, a fiscalização do trânsito e a legislação de uso e ocupação do solo. Sabe-se que esta solução não se dará do dia para noite, mas é preciso que o gestor público trabalhe &#8211; e rápido &#8211; para que ela aconteça. O recifense não pode esperar trinta meses por uma única obra enquanto a cidade permanece congestionada em diversos pontos.</p>
<p>A Via Mangue irá melhorar significativamente o trânsito da Zona Sul, mas não resolverá o problema da mobilidade no Recife. Enquanto a Prefeitura não pensá-lo como um todo, o horário do rush só aumentará e qualquer chuva se tornará motivo de pânico para quem precisa atravessar a cidade após o expediente. </p>
<p><em>PS: Quem não conhece o projeto pode conferí-lo no vídeo abaixo:<br />
</em><br />
<iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/zlwuR0-x-Rc" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://fernandodeholanda.com/a-via-mangue-nao-resolve-todo-o-problema/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Recife não pode parar</title>
		<link>http://fernandodeholanda.com/o-recife-nao-pode-parar/</link>
		<comments>http://fernandodeholanda.com/o-recife-nao-pode-parar/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 May 2011 18:31:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião Política]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://fernandodeholanda.com/?p=1019</guid>
		<description><![CDATA[Publicado originalmente no blog de Jamildo. Os problemas de infraestrutura urbana ameaçam seriamente o desenvolvimento econômico do Recife. Basta uma chuva mais forte ou um acidente em uma de suas principais avenidas para a cidade literalmente travar. Para que possamos impulsionar o atual ciclo de crescimento econômico que vivemos e garantir nossa própria qualidade de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Publicado originalmente no <a href="http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo/canais/noticias/2011/05/19/o_recife_nao_pode_parar_101280.php">blog de Jamildo</a>.</p>
<p>Os problemas de infraestrutura urbana ameaçam seriamente o desenvolvimento econômico do Recife. Basta uma chuva mais forte ou um acidente em uma de suas principais avenidas para a cidade literalmente travar. Para que possamos impulsionar o atual ciclo de crescimento econômico que vivemos e garantir nossa própria qualidade de vida, é preciso desatar os nós da cidade. E esta não me parece ser a postura adotada pela Prefeitura do Recife nos últimos dois anos.</p>
<p>Como não poderia deixar de ser, o trânsito é o melhor (ou pior?) exemplo dos nossos gargalos. Ainda que a viabilidade logística da cidade não se resuma a sua malha viária, todos sabemos o quanto ela atualmente nos penaliza. Apesar de vivermos uma incompatibilidade entre as atuais oferta e demanda rodoviária da cidade, a impressão que temos é que a Prefeitura vive de projetos milionários que nunca saem do papel, como são a Via Mangue e os corredores Norte-Sul e Leste-Oeste. Enquanto isso, as concessionárias derramam quatro mil novos carros por mês nas ruas da cidade, que permanecem estreitas, limitadas, esburacadas, mal sinalizadas e mal fiscalizadas. Isso sem falar no absurdo sistema de transporte público municipal, que desfila diariamente veículos abarrotados, desconfortáveis, poluentes e com tarifas que beiram a extorsão do trabalhador.</p>
<p>No Recife, não se ouve falar de planejamento urbano, muito menos de planejamento de trânsito. As ações que deveriam ser racionalizadas e executadas em conjunto, parecem ser um apanhado de ideias desconexas, que visam atender a redutos eleitorais através de obras cujos processos licitatórios são, no mínimo, questionáveis. A Prefeitura parece agir como uma criança que, sem saber como lidar com o alvoroço de uma festa de aniversário, cruza os braços e chora no canto da sala. Enquanto isso, o cidadão perde diariamente horas da vida pessoal e profissional, preso a um trânsito interminável, que se concentra sempre nos mesmos locais e nos mesmos horários.</p>
<p>Precisamos cobrar da Prefeitura a correta execução do Plano Diretor da cidade. Uma melhor fiscalização do trânsito, um aumento e recuperação da malha viária e uma completa revisão do sistema de transporte público da cidade, idem. Só assim garantiremos que nosso crescimento econômico e nossa qualidade de vida não sejam solapados por este estúpido e lamentável entrave urbano, fruto de má fé ou da mais pura incompetência administrativa e política.</p>
<p>É fato que estamos falando de problemas que não são um mérito exclusivo da atual gestão municipal. No entanto, é preciso reconhecer que, em tempos de guerra, não se pode parar de lutar. E parar é o hoje o maior risco que corre o cidadão do Recife.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://fernandodeholanda.com/o-recife-nao-pode-parar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A despolitização das chuvas no Recife</title>
		<link>http://fernandodeholanda.com/a-despolitizacao-das-chuvas-no-recife/</link>
		<comments>http://fernandodeholanda.com/a-despolitizacao-das-chuvas-no-recife/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 May 2011 13:25:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião Política]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://fernandodeholanda.com/?p=1017</guid>
		<description><![CDATA[É preciso despolitizar o efeito das chuvas que vem castigando o Recife nas últimas semanas. Creditar todo o mérito dos seus transtornos à Prefeitura da Cidade é algo, no mínimo, inconsequente. Inconsequente por que a intensificação das críticas à atual gestão é tão improdutiva quanto a postura defensiva adotada por seus representantes. Como todos sabemos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É preciso despolitizar o efeito das chuvas que vem castigando o Recife nas últimas semanas. Creditar todo o mérito dos seus transtornos à Prefeitura da Cidade é algo, no mínimo, inconsequente. Inconsequente por que a intensificação das críticas à atual gestão é tão improdutiva quanto a postura defensiva adotada por seus representantes. Como todos sabemos, nem uma nem a outra fará com que chova menos ou resolverá o problema dos mais atingidos. E, neste momento, resolver o problema dos mais atingidos pelas chuvas é uma responsabilidade da classe política, esteja ela na situação ou na oposição.</p>
<p>Da parte da PCR, é preciso fazer muito mais. Se as obras de prevenção não foram realizadas, este não é um problema exclusivo dos últimos dois anos. Portanto, é preciso agir de forma emergencial. Informar os cidadãos sobre a previsão do tempo e sobre o que vem sendo feito é um bom início. Remover os moradores de áreas de risco, providenciar mutirões de limpeza urbana e intensificar a patrulha do trânsito, melhor ainda.</p>
<p>Da oposição, espera-se a intensificação da fiscalização. Espera-se que seus representantes troquem a saliva dos discursos por um par de botas e visitem as comunidades. O recifense precisa ter a certeza de que estas pessoas estão mais preocupadas com a preservação da qualidade de vida de quem os elegeu do que com a próxima notinha que irão emplacar no jornal. Nesta hora, é preciso sim exigir e informar ainda mais, desde que o objetivo não seja uma mera colheita de dividendos políticos.</p>
<p>Marx já dizia que há tarefas cuja solução exige apenas um meio: a prática. Seria bom que os políticos recifenses, concordando ou não com sua teoria, o dessem ouvidos, agissem mais e discutissem menos. Tenho certeza de que, desta maneira, a cidade lidaria melhor com as chuvas de um inverno que está só começando.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://fernandodeholanda.com/a-despolitizacao-das-chuvas-no-recife/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O fim das torcidas organizadas em Pernambuco: quem perderia com isso?</title>
		<link>http://fernandodeholanda.com/o-fim-das-torcidas-organizadas-em-pernambuco-quem-perderia-com-isso/</link>
		<comments>http://fernandodeholanda.com/o-fim-das-torcidas-organizadas-em-pernambuco-quem-perderia-com-isso/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 May 2011 14:16:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião Política]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://fernandodeholanda.com/?p=1009</guid>
		<description><![CDATA[Publicado originalmente no Blog do Torcedor Por Fernando Holanda* A proibição das torcidas organizadas nos últimos jogos do Campeonato Pernambucano 2011 parece ser uma luz no fim do túnel. Do túnel da cegueira que se tornou a segurança pública nos estádios de futebol brasileiros. Ora, minha amiga, a segurança pública é responsabilidade do Estado, não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Publicado originalmente no <a href="http://jc3.uol.com.br/blogs/blogdotorcedor/canais/vozdotorcedor/2011/04/28/o_fim_das_torcidas_organizadas_em_pernambuco_quem_perderia_com_isso_99188.php">Blog do Torcedor</a></p>
<p>Por Fernando Holanda*</p>
<p>A proibição das torcidas organizadas nos últimos jogos do Campeonato Pernambucano 2011 parece ser uma luz no fim do túnel. Do túnel da cegueira que se tornou a segurança pública nos estádios de futebol brasileiros.</p>
<p>Ora, minha amiga, a segurança pública é responsabilidade do Estado, não é? E este, o que tem feito ao longo dos anos? Eu respondo: tentar tapar o Sol com a peneira. É o caso do Juizado Especial do Torcedor &#8211; um devaneio magistral &#8211; e a proibição da venda de bebidas alcoólicas dentro dos estádios. Não que não tenha havido avanços, isso houve e os indicadores estão aí para comprovar &#8211; ainda que você saiba lá qual é a fonte.</p>
<p>O fato é que o cidadão de bem não se sente seguro de frequentar os estádios de futebol já há um bom tempo. E quando a coisa esquenta, o campeonato (finalmente) se torna interessante, aí é que não dá mesmo, amigo! Isso por que, nestas horas, alguns poucos milhares de cidadãos em busca de identidade, cidadania e dignidade, encontram na força e na violência uma forma de autoafirmação, chamando este ato de torcer. Brasil afora, este perfil se repete, respaldado pelo mesmo contexto socioeconômico e apatia do Poder Público.</p>
<p>Em Pernambuco, a coisa não é diferente. As torcidas organizadas ditam o clima de insegurança na Ilha do Retiro, nos Aflitos e no Arruda. Como se já não bastasse a marginalidade e criminalidade que rondam os estádios, o cidadão ainda é obrigado a conviver com este tipo de bandido dentro deles. Se eu prego um apharteid social? É claro que não. Eu, como qualquer outro cidadão de bem, só quer torcer pelo seu time de forma pacífica e para isso não importa a cor ou classe social de quem esteja ao meu lado. No entanto, paz é uma coisa difícil de se ver em dia de clássico por aqui, seja ele das emoções, das multidões ou da casa do chapéu.</p>
<p>Como se isso já não bastasse, estas tais torcidas ainda são financiadas! Isso mesmo, minha amiga. Enquanto você e sua família desembolsam uma nota para assistir ao jogo do seu time do coração, esses bandidos entram de graça no estádio! Seja através das cortesias dadas pelos clubes a pessoas que nem sequer são associadas, seja por programas ligados à recolha de Notas Fiscais por parte de pessoas majoritariamente com baixo poder aquisitivo, a verdade é que a presença destas torcidas é gratuita, assim como a violência gerada por elas.</p>
<p>Você há de convir que, tanto em Pernambuco quanto no Brasil, é bem difícil haver um caso de violência em estádios de futebol na qual estes marginais não estejam envolvidos, não é mesmo? &#8220;Ah, mas o espetáculo fica mais bonito!&#8221;. Fica uma ova, bonito mesmo é quando o torcedor frequenta o estádio, contribui com o clube e apoia o seu time, como fazem os quase 58 milhões de torcedores do Barcelona espalhados pelo mundo. &#8220;Ah, mas aí é diferente!&#8221;. Bom, em relação a isso não há dúvida. Primeiro por que o Estado entende que segurança pública é, principalmente, subproduto de suas funções. Depois por que não se confunde democracia de acesso ao esporte com conivência com a violência.</p>
<p>E aí, qual é a solução, então? Simples: acabar, proibir, execrar estas facções de torcedores e organizar a torcida e o campeonato. Um clube não precisa que sua torcida esteja setorizada, segregada, carregando uma infinidade de bandeiras e identidades diferentes da sua. Um estádio não precisa de tantas grades, cavalos e armas quando o que está em jogo é algo tão nobre quanto o esporte. E, por fim, a sociedade não precisa de um bando de vândalos organizados e respaldados por suas instituições.</p>
<p>O futebol de Pernambuco e do Brasil não perderia absolutamente nada com o fim das torcidas organizadas. Cabe ao Poder Público tornar a medida que as proíbe de entrar nos estádios nos últimos jogos do Pernambucano 2011 uma lei definitiva. Fazendo isso, Pernambuco estaria livrando centenas de milhares de torcedores, moradores e passageiros de ônibus desta praga. Tenho certeza que você, que gosta de frequentar o estádio e não o faz com tanta frequência quanto gostaria, há de concordar comigo.</p>
<p>*Fernando de Holanda é profissional da área de marketing</p>
<p>Nota: O texto não reflete, necessariamente, a opinião do Blog do Torcedor.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://fernandodeholanda.com/o-fim-das-torcidas-organizadas-em-pernambuco-quem-perderia-com-isso/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A gota d&#8217;água da má gestão pública do Recife</title>
		<link>http://fernandodeholanda.com/a-gota-dagua-da-ma-gestao-publica-do-recife/</link>
		<comments>http://fernandodeholanda.com/a-gota-dagua-da-ma-gestao-publica-do-recife/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 18:44:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião Política]]></category>
		<category><![CDATA[recife]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://fernandodeholanda.com/?p=1004</guid>
		<description><![CDATA[Publicado originalmente no Blog de Jamildo Por Fernando de Holanda A manhã desta terça-feira, 19 de abril, sacramentou toda a incompetência e falta de compromisso da atual gestão da Prefeitura do Recife. Enquanto o trânsito e a segurança pública da cidade enfrentavam o maior caos dos últimos vinte anos, o prefeito João da Costa desfrutava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Publicado originalmente no <a href="http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo/canais/noticias/2011/04/19/a_gota_dagua_da_ma_gestao_publica_do_recife_98403.php">Blog de Jamildo</a></p>
<p>Por Fernando de Holanda</p>
<p>A manhã desta terça-feira, 19 de abril, sacramentou toda a incompetência e falta de compromisso da atual gestão da Prefeitura do Recife. Enquanto o trânsito e a segurança pública da cidade enfrentavam o maior caos dos últimos vinte anos, o prefeito João da Costa desfrutava da bela primavera de Madrid ao lado de sua família. Uma viagem não anunciada, que deixou políticos, funcionários públicos e cidadãos ainda mais insatisfeitos com a (falta de) liderança do chefe do Executivo municipal.</p>
<p>Os reflexos desta irresponsabilidade se fizeram sentir nos quatro cantos da cidade, onde a chuva provocou alagamentos em vias cujas canaletas permaneciam entupidas, árvores centenárias desabaram por falta de supervisão e motoristas eram assaltados em avenidas congestionadas. Para percorrer o trecho entre minha casa e o escritório onde trabalho, compreendido entre o bairro das Graças e o início do bairro de Boa Viagem, levei exatas três horas e meia, quando, normalmente, o faço em vinte minutos.</p>
<p>No caminho entre a Av. Agamenom Magalhães e a Ponte do Pina, percebi pessoas descendo dos ônibus, caminhando no meio dos carros e até mesmo desistindo de ir ao trabalho. Na rádio, os ouvintes, desesperados, relatavam os diversos casos de assaltos que aconteceram no viaduto Capitão Temudo, no bairro de Joana Bezerra, e na própria Ponte do Pina (estive exatamente ali quando ouvi as notícias). Curioso é que, neste caminho, não avistei um único agente da Companhia de Trânsito e Tranporte Urbano da cidade ou mesmo da Polícia Militar. A ROCAM &#8211; patrulha da PM que circula de motocicletas &#8211; estava ilhada, pois sua garagem fica na Rua Imperial, mais uma das vias tomadas pelas águas. Ao chegar ao escritório, constatei que os elevadores não estavam funcionando, pois o fosso havia sido inundado pela eternamente alagada Rua José Aderval Chaves.</p>
<p>Enquanto isso, o Sol brilha forte na Plaza Mayor de Madrid. No Twitter, os aspones do ex-Prefeito João Paulo Lima e Silva, responsável direto pela eleição do então afilhado e hoje desafeto João da Costa, reclamavam das picuinhas políticas envolvendo o atual Deputado Federal e seu partido. A oposição, ouriçada com a proximidade das próximas eleições, lança campanha de hastags (#) nas redes sociais e se preocupa se está ou não dentre os tópicos mais comentados naquela manhã. Ou seja, pelo visto, ninguém está nem aí para o cidadão.</p>
<p>Não é novidade que, no Recife, quando o inverno aperta, os problemas de infraestrutura da cidade se evidenciam. Foi assim na gestão do Prefeito Roberto Magalhães, que convivia diariamente com o desbamento de encostas nos dias de chuva, e do próprio João Paulo, que via obras já atrasadas serem ainda mais retardadas por causa das águas. No caso do atual Prefeito, o buraco é mais embaixo. O trânsito da cidade já deu um nó há bastante tempo e obras como o próprio viaduto Capitão Temudo já estouraram e muito o cronograma e o orçamento. A estratégia de viajar com a família enquanto as campanhas publicitárias da Prefeitura e do PT permanecem no ar não parece ter sido a melhor escolha de João da Costa, principalmente quando este inverno se anuncia tão rigoroso.</p>
<p>A manhã de hoje não foi fácil para o cidadão do Recife, Sr. Prefeito. A falta de competência e compromisso da sua gestão estão, como se diz, na boca do povo. Talvez seja a hora de fazer mais, se não, não vai ter o que mostrar depois. Isso por que, se for para mostrar o que vi hoje entre as Graças e Boa Viagem, é melhor se preparar para uma enxurrada de insatisfação, que inundará sua carreira política para todo o sempre. Hoje já foi a gota d&#8217;água!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://fernandodeholanda.com/a-gota-dagua-da-ma-gestao-publica-do-recife/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Minha opinião sobre este segundo turno</title>
		<link>http://fernandodeholanda.com/minha-opiniao-sobre-este-segundo-turno/</link>
		<comments>http://fernandodeholanda.com/minha-opiniao-sobre-este-segundo-turno/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Oct 2010 11:54:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião Política]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://fernandodeholanda.com/?p=986</guid>
		<description><![CDATA[Meus queridos amigos e familiares, Como a maioria de vocês já sabe, a política é um assunto que me interessa um bocado. Sendo assim, tomo a liberdade de compartilhar com vocês algumas opiniões minhas sobre as eleições presidenciais deste ano, que também estão disponibilizadas no meu blog < www.fernandodeholanda.com >. Neste segundo turno, nós brasileiros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meus queridos amigos e familiares,</p>
<p>Como a maioria de vocês já sabe, a política é um assunto que me interessa um bocado. Sendo assim, tomo a liberdade de compartilhar com vocês algumas opiniões minhas sobre as eleições presidenciais deste ano, que também estão disponibilizadas no meu blog < www.fernandodeholanda.com >.</p>
<p>Neste segundo turno, nós brasileiros temos dois grandes desafios. O primeiro deles diz respeito ao processo eleitoral em si. Desde o início do ano, vinha dizendo que o Brasil precisava de um segundo turno, apesar de desconfiar que um dos candidatos teria a preferência da maioria dos eleitores. Dizia isso não por que gostaria de ver os ânimos entre os candidatos se acirrarem, ou mesmo constatar que as campanhas poderiam ter um nível de qualidade ainda mais sofrível. O segundo turno é uma oportunidade para o país comparar conteúdos programáticos, debater melhor propostas e refletir um pouco mais antes de decidir quem há de conduzir o Poder Executivo nos próximos quatro anos. É uma chance que temos para deixar de encarar a política como algo &#8220;chato&#8221; ou &#8220;que não tem nada a ver comigo&#8221; e de trazer o debate para dentro das nossas casas, para a conversa com os amigos. É o momento certo para encarar as eleições como um ato de cidadania e não como uma grande piada ou mesmo uma disputa entre times de futebol. </p>
<p>Sei que este conceito ainda passa longe da consciência política da maioria dos brasileiros, que, pelo seu baixo nível de instrução e interesse, passa a ser alvo de factóides e joguetes eleitorais, sendo estes os mais atingidos pelos desmandos e absurdos protagonizados pela classe política e pela administração pública brasileira. Entretanto, creio que é compartilhando opiniões e debatendo pontos de vista que vamos construir uma democracia mais sólida e um país melhor para cada um de nós vivermos. Portanto, convido vocês a toparem este primeiro desafio e lerem esta mensagem até o final! <img src='http://fernandodeholanda.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Já o segundo desafio diz respeito ao conteúdo destas eleições, àquilo que está verdadeiramente em jogo. E, neste momento, peço a licença de vocês para defender o meu ponto de vista, respeitando sempre as opiniões daqueles que divergirem de mim, afinal, vivemos uma Democracia.  </p>
<p>Primeiramente, acredito que é necessário enxergarmos estas eleições para além da <em>persona</em> dos candidatos. A <em>persona</em> é aquela entidade que povoa os veículos de comunicação, à qual, muitas vezes, tentamos resumir todo o processo político desviando a discussão para o sexo, a religião, a família, as convicções pessoais e até o time de futebol do candidato. Portanto, quando nos depararmos com um debate acerca do conteúdo destas eleições, é preciso que estejamos focados em discutir aquilo que verdadeiramente irá determinar os rumos do país e não se o candidato abriu ou não uma loja de R$ 1,99, ou se jogaram ou não uma bolinha de papel na cabeça dele.</p>
<p>Na minha opinião, se olharmos para além da <em>persona</em> dos candidatos, iremos enxergar dois modelos de Estado que convergem e divergem significativamente entre si. Convergem por que ambos propõem a manutenção de um <em>status quo</em> macroeconômico que não é mérito deste ou daquele governo e, sim, de uma conjuntura internacional predominante, à qual um país de 193 milhões de consumidores potenciais fatalmente haveria de se alinhar. Neste sentido, independentemente da nossa escolha, continuaremos a viver em um país cujas bases produtivas e formação social permanecerão as mesmas. Nenhum dos candidatos propõe uma ruptura significativa, que ponha em risco o pão de cada dia de nossas famílias &#8211; ainda que as rupturas tenham sido relevantes em momentos cruciais da nossa história.  </p>
<p>No entanto, acredito que aquilo que faz com que estes dois modelos sejam em grande parte divergentes seja de extrema importância para o futuro do nosso país. Vivemos hoje um Brasil muito diferente, que precisa sim reconhecer as conquistas econômicas da socialdemocracia da década de 90, mas, principalmente, precisa se projetar a partir das conquistas sociais viabilizadas pela estabilidade econômica.</p>
<p>Nos últimos sete anos, 24 milhões de pessoas saíram da pobreza absoluta. Isto significa que pessoas como nós, que tem suas alegrias e tristezas, seus problemas e suas conquistas, puderam, como nós, fazer três refeições a cada dia e deixaram de viver na imundície de uma condição sub-humana. Nossa força de trabalho ganhou 13 novos milhões de postos formais de trabalho, contribuindo para uma mobilidade social que inseriu 31 milhões de brasileiros na classe média, por mais achatada que ela esteja.</p>
<p>O Brasil liquidou aquela dívida com o FMI que parecia ser interminável e passou a ser considerado pelos fundos de investimento internacionais como um país seguro para a injeção de capital. Passamos até pela maior crise financeira internacional pós-Segunda Guerra Mundial praticamente ilesos, se compararmos seus reflexos na nossa economia aos que se abatem até hoje sobre países com Portugal e Espanha. A crise não nos impediu nosso PIB de crescer a uma média superior a 5% ao ano nos últimos cinco anos. Não nos impediu de produzir e de consumir mais e melhor. Não nos impediu até de continuar a distribuir renda e minimizar a vergonhosa discrepância social que impera no nosso país.</p>
<p>E tudo isso, na minha opinião, tem um porquê fundamentado no modelo de Estado adotado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Um modelo que adaptou o que há de mais sensato na teoria de John Maynard Keynes, fazendo com que o Estado brasileiro, ao se deparar com tantos desafios humanos a serem urgentemente sanados, encontrou no intervencionismo social o melhor caminho para conduzir o desenvolvimento econômico. O que o diverge de forma crucial do novo liberalismo econômico sustentado pelo presidente Fernando Henrique Cardoso e arraigado na ideologia política do PSDB é que, sob uma liderança política forte, o Estado brasileiro voltou a investir, a intervir e a se estruturar para atender às demandas sociais da nação brasileira. </p>
<p>Não acredito que continuaremos a registrar conquistas tão expressivas como as que vimos observando se optarmos por uma corrente ideológica que prega a minimização do Estado e transfere a responsabilidade de equacionar a sociedade e a economia exclusivamente ao capital privado. A formação histórica da nossa economia demanda um intervencionismo estatal forte e proativo, que tenha a busca da melhoria da eficiência e eficácia do aparelho governamental um caminho para demandas tão urgentes da nossa sociedade. Na minha opinião, este é o melhor caminho para mantermos o ritmo de crescimento do Brasil. E este caminho é hoje melhor representado pela candidatura de Dilma Roussef.</p>
<p>Dilma foi a responsável pela execução e coordenação dos investimentos em infraestrutura do Governo Lula, uma experiência que lhe credita a manter este tal modelo de Estado que comento acima. Isso por que é possível constatarmos reflexos econômicos e sociais significativos de programas como o PAC e o Minha Casa, Minha Vida, que contribuíram bastante para fenômenos como o boom da construção civil no país. Sob o comando de Dilma, o Ministério da Casa Civil executou aquilo que Lula, como líder político, proporcionou. E isso a gabarita para dar continuidade à obra que vemos em curso no nosso país.</p>
<p>Meus amigos, há ainda muitos pontos e contrapontos a serem observados no julgamento que nos é imposto no próximo dia 31. Sabemos sim que há ainda há muito a se cobrar do Estado brasileiro, mas, neste momento, a avaliação que faço é que precisamos dar continuidade aquilo que vem produzindo bons resultados. A alternância de Poder é algo que acredito ser extremamente são a uma Democracia adolescente como a nossa, no entanto, creio que agora é hora de elegermos Dilma Roussef Presidente do Brasil. Para que possamos continuar avançando com um Estado forte, para que tenhamos que cobrar ainda muito mais dos nossos sujeitos políticos.</p>
<p>Convido todos a refletirem um pouco mais sobre suas opiniões acerca destes dois grandes desafios, sejam elas iguais ou diferentes das minhas. Aproveitem esta última semana para acessar as páginas dos candidatos na Internet e assistirem aos debates na televisão, sem os filtros da imprensa e a influência das pesquisas. Acredito que, desta maneira, estaremos contribuindo, à nossa maneira, para fazermos um Brasil cada dia melhor para vivermos. </p>
<p>Eu fiz a minha parte e escolhi dar o meu voto à Dilma Roussef. E você?</p>
<p>Abraços a todos daqui de longe,</p>
<p>Dukah (vulgo Fernando de Holanda).</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://fernandodeholanda.com/minha-opiniao-sobre-este-segundo-turno/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Manifesto em Defesa da Educação Pública</title>
		<link>http://fernandodeholanda.com/manifesto-em-defesa-da-educacao-publica/</link>
		<comments>http://fernandodeholanda.com/manifesto-em-defesa-da-educacao-publica/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 17 Oct 2010 21:55:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião Política]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://fernandodeholanda.com/?p=984</guid>
		<description><![CDATA[Interessante manifesto assinado por mais de 100 professores universitários de todo o Brasil contra a candidatura de José Serra à Presidência do Brasil. Nós, professores universitários, consideramos um retrocesso as propostas e os métodos políticos da candidatura Serra. Seu histórico como governante preocupa todos que acreditam que os rumos do sistema educacional e a defesa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Interessante manifesto assinado por mais de 100 professores universitários de todo o Brasil contra a candidatura de José Serra à Presidência do Brasil.</em></p>
<p>Nós, professores universitários, consideramos um retrocesso as propostas e os métodos políticos da candidatura Serra. Seu histórico como governante preocupa todos que acreditam que os rumos do sistema educacional e a defesa de princípios democráticos são vitais ao futuro do país.</p>
<p>Sob seu governo, a Universidade de São Paulo foi invadida por policiais armados com metralhadoras, atirando bombas de gás lacrimogêneo. Em seu primeiro ato como governador, assinou decretos que revogavam a relativa autonomia financeira e administrativa das Universidades estaduais paulistas. Os salários dos professores da USP, Unicamp e Unesp vêm sendo sistematicamente achatados, mesmo com os recordes na arrecadação de impostos. Numa inversão da situação vigente nas últimas décadas, eles se encontram hoje em patamares menores que a remuneração dos docentes das Universidades federais.</p>
<p>Esse “choque de gestão” é ainda mais drástico no âmbito do ensino fundamental e médio, convergindo para uma política de sucateamento da Rede Pública. São Paulo foi o único Estado que não apresentou, desde 2007, crescimento no exame do Ideb, índice que avalia o aprendizado desses dois níveis educacionais.</p>
<p>Os salários da Rede Pública no Estado mais rico da federação são menores que os de Tocantins, Roraima, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Espírito Santo, Acre, entre outros. Somada aos contratos precários e às condições aviltantes de trabalho, a baixa remuneração tende a expelir desse sistema educacional os professores qualificados e a desestimular quem decide se manter na Rede Pública. Diante das reivindicações por melhores condições de trabalho, Serra costuma afirmar que não passam de manifestação de interesses corporativos e sindicais, de “tró-ló-ló” de grupos políticos que querem desestabilizá-lo. Assim, além de evitar a discussão acerca do conteúdo das reivindicações, desqualifica movimentos organizados da sociedade civil, quando não os recebe com cassetetes.</p>
<p>Serra escolheu como Secretário da Educação Paulo Renato, ministro nos oito anos do governo FHC. Neste período, nenhuma Escola Técnica Federal foi construída e as existentes arruinaram-se. As universidades públicas federais foram sucateadas ao ponto em que faltou dinheiro até mesmo para pagar as contas de luz, como foi o caso na UFRJ. A proibição de novas contratações gerou um déficit de 7.000 professores. Em contrapartida, sua gestão incentivou a proliferação sem critérios de universidades privadas. Já na Secretaria da Educação de São Paulo, Paulo Renato transferiu, via terceirização, para grandes empresas educacionais privadas a organização dos currículos escolares, o fornecimento de material didático e a formação continuada de professores. O Brasil não pode correr o risco de ter seu sistema educacional dirigido por interesses econômicos privados.</p>
<p>No comando do governo federal, o PSDB inaugurou o cargo de “engavetador geral da república”. Em São Paulo, nos últimos anos, barrou mais de setenta pedidos de CPIs, abafando casos notórios de corrupção que estão sendo julgados em tribunais internacionais. Sua campanha promove uma deseducação política ao imitar práticas da extrema direita norte-americana em que uma orquestração de boatos dissemina dogmas religiosos. A celebração bonapartista de sua pessoa, em detrimento das forças políticas, só encontra paralelo na campanha de 1989, de Fernando Collor.</p>
<p>Fábio Konder Comparato, USP</p>
<p>Carlos Nelson Coutinho, UFRJ</p>
<p>Marilena Chaui, USP</p>
<p>Otávio Velho, UFRJ</p>
<p>Ruy Fausto, USP</p>
<p>João José Reis, UFBA</p>
<p>Joel Birman, UFRJ</p>
<p>Dermeval Saviani, Unicamp</p>
<p>Emilia Viotti da Costa, USP</p>
<p>Renato Ortiz, Unicamp</p>
<p>João Adolfo Hansen, USP</p>
<p>Flora Sussekind, Unirio</p>
<p>Maria Victoria de Mesquita Benevides, USP</p>
<p>Laymert Garcia dos Santos, Unicamp</p>
<p>Franklin Leopoldo e Silva, USP</p>
<p>Ronaldo Vainfas, UFF</p>
<p>Otavio Soares Dulci, UFMG</p>
<p>Theotonio dos Santos, UFF</p>
<p>Wander Melo Miranda, UFMG</p>
<p>Glauco Arbix, USP</p>
<p>Enio Candotti, UFRJ</p>
<p>Luis Fernandes, UFRJ</p>
<p>Ildeu de Castro Moreira, UFRJ</p>
<p>José Castilho de Marques Neto, Unesp</p>
<p>Laura Tavares, UFRJ</p>
<p>Heloisa Fernandes, USP</p>
<p>José Arbex Jr., PUC-SP</p>
<p>Emir Sader, UERJ</p>
<p>Leda Paulani, USP</p>
<p>Luiz Renato Martins, USP</p>
<p>Henrique Carneiro, USP</p>
<p>Antonio Carlos Mazzeo, Unesp</p>
<p>Caio Navarro de Toledo, Unicamp</p>
<p>Celso Frederico, USP</p>
<p>Armando Boito, Unicamp</p>
<p>João Quartim de Moraes, Unicamp</p>
<p>Flavio Aguiar, USP</p>
<p>Wolfgang LeoMaar, UFSCar</p>
<p>Scarlett Marton, USP</p>
<p>Sidney Chalhoub, Unicamp</p>
<p>Léon Kossovitch, USP</p>
<p>Angela Leite Lopes, UFRJ</p>
<p>Benjamin Abdalla Jr., USP</p>
<p>Marcelo Perine, PUC-SP</p>
<p>José Ricardo Ramalho, UFRJ</p>
<p>Celso F. Favaretto, USP</p>
<p>Ivana Bentes, UFRJ</p>
<p>Irene Cardoso, USP</p>
<p>Vladimir Safatle, USP</p>
<p>Peter Pal Pelbart, PUC- SP</p>
<p>Gilberto Bercovici, USP</p>
<p>Consuelo Lins, UFRJ</p>
<p>Afrânio Catani, USP</p>
<p>Liliana Segnini, Unicamp</p>
<p>José Sérgio F. de Carvalho, USP<br />
Eliana Regina de Freitas Dutra, UFMG</p>
<p>Sergio Cardoso, USP</p>
<p>Maria Lygia Quartim de Moraes, Unicamp</p>
<p>Vera da Silva Telles, USP</p>
<p>Juarez Guimarães, UFMG</p>
<p>Ricardo Musse, USP</p>
<p>Sebastião Velasco e Cruz, Unicamp</p>
<p>Maria Ligia Coelho Prado,USP</p>
<p>Federico Neiburg, UFRJ</p>
<p>José Carlos Bruni, USP</p>
<p>Ligia Chiappini, Universidade Livre de Berlim</p>
<p>Sérgio de Carvalho, USP</p>
<p>Marcos Dantas, UFRJ</p>
<p>Luiz Roncari, USP</p>
<p>Giuseppe Cocco, UFRJ</p>
<p>Eleutério Prado, USP</p>
<p>Walquíria Domingues Leão Rego, Unicamp</p>
<p>Marcos Silva, USP</p>
<p>Luís Augusto Fischer, UFRS</p>
<p>Edilson Crema, USP</p>
<p>Rosa Maria Dias, Uerj</p>
<p>José Jeremias de Oliveira Filho, USP</p>
<p>Evando Nascimento, UFJF</p>
<p>Adélia Bezerra de Meneses, Unicamp</p>
<p>Iumna Simon, USP</p>
<p>Elisa Kossovitch, Unicamp</p>
<p>Cilaine Alves Cunha, USP</p>
<p>Ladislau Dowbor, PUC-SP</p>
<p>Sandra Guardini Teixeira Vasconcelos, USP</p>
<p>Lucilia de Almeida Neves, UnB</p>
<p>Bernardo Ricupero, USP</p>
<p>Gil Vicente Reis de Figueiredo, UFSCar</p>
<p>Lincoln Secco, USP</p>
<p>Jacyntho Lins Brandão, UFMG</p>
<p>Marcio Suzuki, USP</p>
<p>José Camilo Pena, PUC-RJ</p>
<p>Joaquim Alves de Aguiar, USP</p>
<p>Eugenio Maria de França Ramos, Unesp</p>
<p>Alessandro Octaviani, USP</p>
<p>Lúcio Flávio Rodrigues de Almeida, PUC-SP</p>
<p>Mauro Zilbovicius, USP</p>
<p>Rodrigo Duarte, UFMG</p>
<p>Jorge Luiz Souto Maior, USP</p>
<p>Francisco Foot Hardman, Unicamp</p>
<p>Paulo Nakatani, UFES</p>
<p>Helder Garmes, USP</p>
<p>Marly de A. G. Vianna, UFSCar</p>
<p>Maria Lúcia Montes, USP</p>
<p>Adriano Codato, UFPR</p>
<p>Ana Fani Alessandri Carlos, USP</p>
<p>Denilson Lopes, UFRJ</p>
<p>Ricardo Nascimento Fabbrini, USP</p>
<p>Paulo Silveira, USP</p>
<p>Ernani Chaves, UFPA</p>
<p>Mario Sergio Salerno, USP</p>
<p>Evelina Dagnino, Unicamp</p>
<p>Zenir Campos Reis, USP</p>
<p>Marcos Siscar, Unicamp</p>
<p>Sean Purdy, USP</p>
<p>Liv Sovik, UFRJ</p>
<p>Christian Ingo Lenz Dunker, USP</p>
<p>João Roberto Martins Filho, UFSCar</p>
<p>Marcus Orione, USP</p>
<p>Carlos Ranulfo, UFMG</p>
<p>Gustavo Venturi, USP</p>
<p>Nelson Cardoso Amaral, UFG</p>
<p>Amaury Cesar Moraes, USP</p>
<p>Silvia de Assis Saes, UFBA</p>
<p>Flavio Campos, USP</p>
<p>Anselmo Pessoa Neto, UFG</p>
<p>Vinicius Berlendis de Figueiredo, UFPR</p>
<p>Marta Maria Chagas de Carvalho, USP</p>
<p>Francisco Rüdiger, UFRS</p>
<p>Maria Augusta da Costa Vieira, USP</p>
<p>Rubem Murilo Leão Rego, Unicamp</p>
<p>Nelson Schapochnik, USP</p>
<p>Maria Helena P. T. Machado, USP</p>
<p>Elyeser Szturm, UnB</p>
<p>Luiz Recaman, USP</p>
<p>Reginaldo Moraes, Unicamp</p>
<p>Iram Jácome Rodrigues, USP</p>
<p>Alysson Mascaro, USP</p>
<p>Roberto Grun, UFSCar</p>
<p>Paulo Benevides Soares, USP</p>
<p>Edson de Sousa, UFRGS</p>
<p>Analice Palombini, UFRS</p>
<p>Márcia Cavalcante Schuback, UFRJ</p>
<p>Luciano Elia, Uerj</p>
<p>Marcia Tosta Dias, Unifesp</p>
<p>Paulo Martins, USP</p>
<p>Julio Ambrozio, UFJF</p>
<p>Salete de Almeida Cara, USP</p>
<p>Oto Araujo Vale, UFSCar</p>
<p>Iris Kantor, USP</p>
<p>João Emanuel, UFRN</p>
<p>Francisco Alambert, USP</p>
<p>José Geraldo Silveira Bueno, PUC-SP</p>
<p>Marta Kawano, USP</p>
<p>José Luiz Vieira, UFF</p>
<p>Paulo Faria, UFRGS</p>
<p>Ricardo Basbaum, Uerj</p>
<p>Fernando Lourenço, Unicamp</p>
<p>Luiz Carlos Soares, UFF</p>
<p>André Carone, Unifesp</p>
<p>Adriano Scatolin, USP</p>
<p>Richard Simanke, UFSCar</p>
<p>Arlenice Almeida, Unifesp</p>
<p>Miriam Avila, UFMG</p>
<p>Sérgio Salomão Shecaira, USP</p>
<p>Carlos Eduardo Martins, UFRJ</p>
<p>Antonio Albino Canelas Rubim, UFBA.</p>
<p>Eduardo Morettin, USP</p>
<p>Claudio Oliveira, UFF</p>
<p>Eduardo Brandão, USP</p>
<p>Jesus Ranieri, Unicamp</p>
<p>Mayra Laudanna, USP</p>
<p>Aldo Duran, UFU</p>
<p>Luiz Hebeche, UFSC</p>
<p>Adma Muhana, USP</p>
<p>Fábio Durão, Unicamp</p>
<p>Amarilio Ferreira Jr., UFSCar</p>
<p>Marlise Matos, UFMG</p>
<p>Jaime Ginzburg, USP</p>
<p>Emiliano José, UFBA</p>
<p>Ianni Regia Scarcelli, USP</p>
<p>Ivo da Silva Júnior, Unifesp</p>
<p>Mauricio Santana Dias, USP</p>
<p>Adalberto Muller, UFF</p>
<p>Cláudio Oliveira, UFF</p>
<p>Ana Paula Pacheco, USP</p>
<p>Sérgio Alcides, UFMG</p>
<p>Heloisa Buarque de Almeida, USP</p>
<p>Romualdo Pessoa Campos Filho, UFG</p>
<p>Suzana Guerra Albornoz, UNISC/RS</p>
<p>Bento Itamar Borges, UFU</p>
<p>Tânia Pellegrini, UFSCar</p>
<p>Sonia Campaner, PUC-SP</p>
<p>Luiz Damon, UFPR</p>
<p>Eduardo Passos, UFF</p>
<p>Horácio Antunes, UFMA</p>
<p>Laurindo Dias Minhoto, USP</p>
<p>Paulo Henrique Martinez, Unesp</p>
<p>Igor Fuser, Faculdade Cásper Líbero</p>
<p>Rodnei Nascimento, Unifesp</p>
<p>José Paulo Guedes Pinto, UFRRJ</p>
<p>Herculano Campos, UFRN</p>
<p>Adriano de Freixo, UFF</p>
<p>Alexandre Fonseca, UFRJ</p>
<p>Raul Vinhas Ribeiro, Unicamp</p>
<p>Carmem Lúcia Negreiros de Figueiredo, Uerj</p>
<p>Carmen Gabriel, UFRJ</p>
<p>Ana Gonçalves Magalhães, USP</p>
<p>Regina Mennin, Unifesp</p>
<p>Regina Pedroza, UnB</p>
<p>Regina Vinhaes Gracindo, UnB</p>
<p>Elina Pessanha, UFRJ</p>
<p>Elisa Maria Vieira, UFMG</p>
<p>Reinaldo Martiniano, UFMG</p>
<p>Freda Indursky, UFRGS</p>
<p>Frederico Carvalho, UFRJ</p>
<p>Renata Paparelli, PUC-SP</p>
<p>Renato Lima Barbosa, UEL</p>
<p>Antonio Prado, Unicamp</p>
<p>Antonio Teixeira, UFMG</p>
<p>Aparecida Neri de Souza, Unicamp</p>
<p>Ricardo Barbosa de Lima, UFG</p>
<p>Ricardo Kosovski, UNIRIO</p>
<p>Ricardo Mayer, UFAL</p>
<p>Rita Diogo, UERJ</p>
<p>Adalberto Paranhos, UFU</p>
<p>Adalton Franciozo Diniz, PUC-SP</p>
<p>Alcides Fernando Gussi, UFC</p>
<p>Aldo Victorino, UERJ<br />
José Guilherme Ramos,  Unincor</p>
<p>Alex Fabiano Jardim, Unimontes</p>
<p>Alexandra Epoglou, UFU</p>
<p>Alexandre Henz, Unifesp</p>
<p>Alfredo Cordiviola, UFPE</p>
<p>Alícia Gonçalves, UFPB</p>
<p>Alita Sá Rego, UERJ</p>
<p>Alvaro Luis Nogueira, CEFET/RJ</p>
<p>Amaury Júnior, UFRJ</p>
<p>Amilcar Pereira, UFRJ</p>
<p>Amon Pinho, UFU</p>
<p>Ana Maira Coutinho, PUC-Minas</p>
<p>Ana Maria Araújo Freire, PUC/SP</p>
<p>Ana Maria Chiarini, UFMG</p>
<p>Ana Maria Doimo, UFMG</p>
<p>Ana Maria Medeiros, UERJ</p>
<p>André Daibert, CEFET/RJ</p>
<p>André Figueiredo, UFRRJ</p>
<p>André Leclerc, UFC</p>
<p>André Martins, UFRJ</p>
<p>André Paulo Castanha, Unioeste</p>
<p>Andrea Franco, PUC-Rio</p>
<p>Andrea Macedo, UFMG</p>
<p>Andrea Silva Ponte, UFPB</p>
<p>Angela Prysthon, UFPE</p>
<p>Angelita Matos Souza, Facamp</p>
<p>Angelita Pereira de Lima, UFG</p>
<p>Aníbal Bragança, UFF</p>
<p>Anita Leandro, UFRJ</p>
<p>Anna Carolina Lo Bianco, UFRJ</p>
<p>Antonio Carlos Lima, UFRJ</p>
<p>Antônio Cristian Saraiva Paiva, UFC</p>
<p>Antonio Justino Ruas Madureira, UFU</p>
<p>Antonio Pinheiro de Queiroz, UnB</p>
<p>Armen Mamigonian, USP</p>
<p>Benito Bisso Schmidt, UFRGS</p>
<p>Benjamin Picado, UFF</p>
<p>Branca Jurema Ponce, PUC/SP</p>
<p>Brasilmar Nunes, UFF</p>
<p>Bruna Dantas, Univ. Cruzeiro do Sul</p>
<p>Bruno Guimarães, UFOP</p>
<p>Carla Dias, UFRJ</p>
<p>Carlos Bauer, Uninove</p>
<p>Carlos José Espíndola, UFSC</p>
<p>Carolina Martins Pulici, Centro Universitário Senac</p>
<p>Cauê Alves, PUC-SP</p>
<p>Celia Rocha Calvo, UFU</p>
<p>César Barreira, UFC</p>
<p>César Nigliorin, UFF</p>
<p>Clara Araujo, UERJ</p>
<p>Clarice Mota, UFAL</p>
<p>Claudinei Silva, Unioeste</p>
<p>Claudio Benedito Baptista Leite, Unifesp</p>
<p>Cláudio DeNipoti, UEPG</p>
<p>Cleber Santos Vieira, Unifesp</p>
<p>Custódia Selma Sena do Amaral, UFG</p>
<p>Daniela Frozi, UERJ</p>
<p>Daniela Weber, FURG</p>
<p>Daniele Nilym, UFC</p>
<p>Dau Bastos, UFRJ</p>
<p>Débora Barreto, UCM</p>
<p>Debora Breder, UCM</p>
<p>Débora Diniz, UnB</p>
<p>Denise Golcalves, UFRJ</p>
<p>Diva Maciel, UnB</p>
<p>Doris Accioly, USP</p>
<p>Doris Rinaldi, Uerj</p>
<p>Douglas Barros, PUC-Campinas</p>
<p>Edgar Gandra, UFPel</p>
<p>Edson Arantes Junior, UEG</p>
<p>Eduardo Sterzi, Faap</p>
<p>Elizabeth Maria Azevedo Bilange, UFMS</p>
<p>Emerson Giumbelli, UFRGS</p>
<p>Ercília Cazarin, Univ. Passo Fundo</p>
<p>Ernesto Perini, UFMG</p>
<p>Eugênio Rezende de Carvalho, UFG</p>
<p>Fabiana de Souza, UFG</p>
<p>Fabiele Stockmans, UFPE</p>
<p>Fábio Franzini, Unifesp</p>
<p>Fernanda dos Santos Castelano Rodrigues, UFSCar</p>
<p>Fernando Fragozo, UFRJ</p>
<p>Fernando Freitas, UERJ</p>
<p>Fernando Resende, UFF</p>
<p>Fernando Salis, UFRJ</p>
<p>Filipe Ceppas, UFRJ</p>
<p>Flavio Fogliatto, UFRGS</p>
<p>Geísa Matos, UFC</p>
<p>George Lopes Paulino, UFC</p>
<p>Geovane Jacó, UECE</p>
<p>Geraldo Orthof ,UnB</p>
<p>Geraldo Pontes Jr., UERJ</p>
<p>Gesuína Leclerc, UFC</p>
<p>Gilberto Almeida, UFBA</p>
<p>Gilson Iannini, UFOP</p>
<p>Giselle Martins Venancio, UFF</p>
<p>Gizelia Maria da Silva Freitas, UFPA</p>
<p>Graciela Paveti, UFMG</p>
<p>Gustavo Coelho, UERJ</p>
<p>Gustavo Krause, UERJ</p>
<p>Hélio Carlos Miranda de Oliveira, UFU</p>
<p>Hélio Silva, UFSC</p>
<p>Henri Acselrad, UFRJ</p>
<p>Henrique Antoun, UFRJ</p>
<p>José Carlos Prioste, Uerj</p>
<p>José Carlos Rodrigues, PUC – Rio</p>
<p>José Claudinei Lombardi, Unicamp</p>
<p>Henrique Antoun, UFRJ</p>
<p>Henrique de Paiva, Uninove</p>
<p>Humberto Hermenegildo de Araújo, UFRN</p>
<p>Ianni Scarcelli, USP</p>
<p>Irlys Barreira, UFC</p>
<p>Isaurora Cláudia Martins, UVA</p>
<p>Ivan Rodrigues Martin, Unifesp</p>
<p>Izabela Tamaso, UFG</p>
<p>Jackson Aquino, UFC</p>
<p>Jacqueline Girão Lima, UFRJ</p>
<p>Jacqueline O.L. Zago, UFTM</p>
<p>Janete M. Lins de Azevedo, UFPE</p>
<p>Jania Perla Diógenes de Aquino, UFC</p>
<p>Joana Bahia, UERJ</p>
<p>Joelma Albuquerque, UFAL</p>
<p>John Comerford, UFRRJ</p>
<p>Jorge Valadares, Fund Oswaldo Cruz</p>
<p>José Artur Quilici Gonzalez, UFABC</p>
<p>José Lindomar Albuquerque, UNIFESP</p>
<p>José Luiz Ferreira, UFERSA</p>
<p>José Messias Bastos,UFSC</p>
<p>José Otávio Guimarães, UnB</p>
<p>José Ubiratan Delgado, IRD- CNEN</p>
<p>Joziane Ferraz de Assis, UFV</p>
<p>Kátia Paranhos, UFU</p>
<p>Kelen Christina Leite, UFSCar</p>
<p>Laura Feuerwerker, USP</p>
<p>Leandro Lopes Pereira de Melo, Centro Universitário Senac</p>
<p>Simone Wolff, UEL</p>
<p>Solange Ferraz de Lima, USP</p>
<p>Sônia Maria Rodrigues, UFG</p>
<p>Lena Lavinas, UFRJ</p>
<p>Leonardo Daniato, UniFor</p>
<p>Lia Tomas, Unesp</p>
<p>Liliam Faria Porto Borges, UNIOESTE</p>
<p>Lúcia Maria de Assis, UFG</p>
<p>Lucia Pulino, UnB</p>
<p>Luciana Hartmann, UnB</p>
<p>Luciano Mendes de Faria Filho, UFMG</p>
<p>Luciano Rezende, Instituto Federal de Alagoas</p>
<p>Luciano Simão, UFF</p>
<p>Luís Filipe Silvério Lima, Unifesp</p>
<p>Luis Mattei, UFF</p>
<p>Luiz Fábio Paiva, UFAM</p>
<p>Luiz Paulo Colatto, CEFET-RJ</p>
<p>Luiz Sérgio Duarte da Silva, UFG</p>
<p>Madalena Guasco Peixoto, PUC-SP</p>
<p>Marcelo Carcanholo, UFF</p>
<p>Marcelo de Sena, UFMG</p>
<p>Marcelo Martins de Sena, UFMG</p>
<p>Marcelo Paixão, UFRJ</p>
<p>Marcelo Pinheiro, UFU</p>
<p>Marcia Angela Aguiar, UFPE</p>
<p>Marcia Cristina Consolim, Unifesp</p>
<p>Márcia Maria Menendes Motta, UFF</p>
<p>Marcia Maria Motta, UFF</p>
<p>Marcia Paraquett, UFBA</p>
<p>Marcio Galdman, UFRJ</p>
<p>Marco André Feldman Schneider, UFF</p>
<p>Marcos Aurélio da Silva, UFSC</p>
<p>Marcos Barreto, UFRJ</p>
<p>Marcos Cordeiro Pires, Unesp</p>
<p>Marcos Santana de Souza, UFS</p>
<p>Marcus Wolff , UCM</p>
<p>Maria Amélia Dalvi, UFES</p>
<p>Maria Aparecida Leite Soares, Unifesp</p>
<p>Maria Augusta Fonseca, USP</p>
<p>Maria Cristina Batalha, UERJ</p>
<p>Maria Cristina Giorgi, CEFET- RJ</p>
<p>Maria Cristina Volpi, UFRJ</p>
<p>Mônica de Carvalho, PUC-SP</p>
<p>Natalia Reis, UFF</p>
<p>Neide T. Maia González, USP</p>
<p>Nelson Maravalhas, UnB</p>
<p>Nelson Tomazi, UEL</p>
<p>Maria de Fátima Gomes, UFRJ</p>
<p>Maria Fernanda Fernandes, Unifesp</p>
<p>Maria Jacqueline Lima, UFRJ</p>
<p>Maria José Aviz do Rosário, UFPA</p>
<p>Maria José Vale, Unicastelo</p>
<p>Maria Lúcia Homem, FAAP</p>
<p>Maria Lúcia Seidl, UERJ</p>
<p>Maria Luiza de Oliveira, Unifesp</p>
<p>Maria Luiza Heilborn, UERJ</p>
<p>Maria Neyara de Oliveira Araújo, UFC</p>
<p>Maria Rita Aprile, Uniban</p>
<p>María Zulma M. Kulikowski, USP</p>
<p>Mariana Cavalcanti, FGV-RJ</p>
<p>Marisa Bittar, UFSCar</p>
<p>Markus Lasch, Unifesp</p>
<p>Marlon Salomon, UFG</p>
<p>Marly Vianna, UFSCar</p>
<p>Márnio Pinto, UFSC</p>
<p>Marta Peres, UFRJ</p>
<p>Marta Pinheiro, UFRJ</p>
<p>Mary Castro, UCSal</p>
<p>Miroslav Milovic, UnB<br />
Edson Arantes Jr., UERJ</p>
<p>Moema Rebouças, UFES</p>
<p>Monica Alvim, UFRJ</p>
<p>Monica Bruckmann, UFRJ</p>
<p>Nereide Saviani, Unisantos</p>
<p>Neusa Maria Dal Ri, Unesp</p>
<p>Nina Leite, Unicamp</p>
<p>Nise Jinkings, UFSC</p>
<p>Nora Krawczyk, Unicamp</p>
<p>Olga Cabrera, UFG</p>
<p>Olgamir Amancia Ferreira de Paiva, UnB</p>
<p>Ovídio de Abreu, UFF</p>
<p>Patrícia Reinheimer, UFRRJ</p>
<p>Patrícia Sampaio, UFAM</p>
<p>Paulino José Orso, Unioeste</p>
<p>Paulo Bernardo Ferreira Vaz, UFMG</p>
<p>Paulo Machado, UFSC</p>
<p>Paulo Pinheiro Machado, UFSC</p>
<p>Paulo Roberto de Almeida, UFU</p>
<p>Rafael Haddock-Lobo, UFRJ</p>
<p>Ramón Fernandez, FGV-SP</p>
<p>Raul Pacheco Filho, PUC-SP</p>
<p>Rita Schmidt, UFRGS</p>
<p>Robespierre de Oliveira, UEM</p>
<p>Rodrigo Nobile, UERJ</p>
<p>Rogério Medeiros, UFRJ</p>
<p>Ronaldo Gaspar, Unicastelo</p>
<p>Rosana C. Zanelatto Santos, UFMS</p>
<p>Rosana Costa, UFRJ</p>
<p>Rosemary de Oliveira Almeida, UECE</p>
<p>Sabrina Moehlecke, UFRJ</p>
<p>Sara Rojo, UFMG</p>
<p>Sarita Albagli, UFRJ</p>
<p>Sidnei Casetto, Unifesp</p>
<p>Silviane Barbato, UnB</p>
<p>Silvio Costa, PUC/GO</p>
<p>Simone Michelin, UFRJ</p>
<p>Suzzana Alice Lima Almeida, UNEB</p>
<p>Sylvia Novaes, USP</p>
<p>Tadeu Alencar Arrais, UFG</p>
<p>Tadeu Capistrano, UFRJ</p>
<p>Tania Rivera, UnB</p>
<p>Tatiana Roque, UFRJ</p>
<p>Telma Maria Gonçalves Menicucci, UFMG</p>
<p>Tercio Redondo, USP</p>
<p>Théo Lobarinhas Piñeiro, UFF</p>
<p>Tomaz Aroldo Santos, UFMG</p>
<p>Valdemar Sguissardi, UFSCar</p>
<p>Vera Chuelli, UFPR</p>
<p>Vera Figueiredo, PUC-Rio</p>
<p>Victor Hugo Pereira, UERJ</p>
<p>Viviane Veras, Unicamp</p>
<p>Volnei Garrafa, UnB</p>
<p>Wagner da Silva Teixeira, UFTM</p>
<p>Waldir Beividas, USP</p>
<p>Wilson Correia, UFRB</p>
<p>Adriano de Freixo, Universidade Federal Fluminense</p>
<p>Andre Gunder Frank, UFF</p>
<p>Flávia Nascimento, UNESP</p>
<p>Graziela Serroni Perosa, EACH/USP</p>
<p>Gustavo Caponi, Universidade Federal de Santa Catarina/UFSC</p>
<p>Helena Esser dos Reis, UFG</p>
<p>Jaime Rodrigues, Universidade Federal de São Paulo/Unifesp</p>
<p>Jaqueline Kalmus, UniFIEO</p>
<p>Joana Ziller – Universidade Federal de Ouro Preto/UFOP</p>
<p>Juliana Tavares, IFF</p>
<p>Luis Guilherme Galeão da Silva, USP</p>
<p>Luiz Mariano Carvalho, UERJ</p>
<p>Maria Margareth de Lima, UFPB</p>
<p>Maria Waldenez de Oliveira, UFSCAR</p>
<p>Nelson Schapochnik, USP</p>
<p>Paulo Rodrigues Belém, PUC/Rio de Janeiro</p>
<p>Rita Fagundes, UFS</p>
<p>Tercio Loureiro Redondo, USP</p>
<p>Valéria Vasconcelos, UNIUBE/MG</p>
<p>Ana Paula Cantelli Castro, Universidade Federal do Piauí/UFP</p>
<p>Hélio Lemos Sôlha – Professor, UNICAMP</p>
<p>Pedro C. Chadarevian, UFSCAR</p>
<p>Ivaldo Pontes Filho, UFPE</p>
<p>Ricardo Summa, UFRRJ</p>
<p>Ernesto Salles, UFF</p>
<p>Sidney Calheiros de Lima, USP</p>
<p>Claudia Moraes de Souza, Unesp/Marília</p>
<p>Estêvão Martins Palitot, Universidade Federal da Paraíba/UFB</p>
<p>Lilian Sagio Cezar, USP</p>
<p>Gislene Aparecida dos Santos, EACH – USP</p>
<p>Eliézer Cardoso de Oliveira, Universidade Estadual de Goiás</p>
<p>Luiz Menna-Barreto, EACH/USP</p>
<p>Raquel Alvarenga Sena Venera, UFSC</p>
<p>Aida Marques, Universidade Federal Fluminense</p>
<p>Cleria Botelho da Costa, UnB</p>
<p>Ernestina Gomes de Oliveira, Faculdade de Direito do Instituto Superior de Ciências Aplicadas de Limeira</p>
<p>Kátia Menezes de Sousa, Universidade Federal de Goiás</p>
<p>Aluizio Moreira, UFCG</p>
<p>Luiz Gonzaga Godoi Trigo, EACH/USP</p>
<p>Lucas Bleicher, UFMG</p>
<p>Luiz Carlos Seixas, FMU e UniFIEO</p>
<p>Giane da Silva Mariano Lessa, UFRRJ</p>
<p>George Gomes Coutinho, Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro</p>
<p>Walter Andrade, Fundação Padre Albino</p>
<p>Antonio Torres Montenegro, Universidade Federal de Pernambuco/UFPE</p>
<p>Regina Beatriz Guimarães Neto, Universidade Federal de Pernambuco/UFPE</p>
<p>Enilce Albergaria Rocha, Universidade Federal de Juiz de Fora</p>
<p>Reinaldo Salvitti, USP</p>
<p>Vania Noeli Ferreira de Assunção, PUC/SP</p>
<p>José Arlindo dos Santos, Fundação Universidade do Tocantins/UNITINS</p>
<p>Jose Carlos Vaz, USP</p>
<p>Marisa Midori Deaecto, USP</p>
<p>Luiz Cruz Lima, Universidade Estadual do Ceará/UECE</p>
<p>Maria do Carmo Lessa Guimarães, Universidade Federal da Bahia/UFBA</p>
<p>Ebe Maria de Lima Siqueira, Universidade Estadual de Goiás/UnU</p>
<p>Alexei Alves de Queiroz, UnB</p>
<p>Francisco Mazzeu, Unesp</p>
<p>Cláudia Regina Vargas, UFSCAR</p>
<p>Fábio Ferreira de Almeida, Universidade Federal de Goiás</p>
<p>Celso Kraemer, Universidade Regional de Blumenau</p>
<p>Gladys Rocha, UFMG</p>
<p>Murilo César Ramos, UnB</p>
<p>Deolinda Freire, Universidade Federal do Triângulo Mineiro</p>
<p>Corinta Maria Grisolia Geraldi, UNICAMP</p>
<p>João Wanderley Geraldi, UNICAMP</p>
<p>Durval Muniz de Albuquerque Junior, Universidade Federal do Rio Grande do Norte</p>
<p>Rafael Sanzio, UnB</p>
<p>Sônia Selene Baçal de Oliveira, Universidade Federal do Amazonas/UFAM</p>
<p>Arlindo da Silva Lourenço, Uniban</p>
<p>Izabel Cristina dos Santos Teixeira, UFT/Araguaína</p>
<p>Glaucíria Mota Brasil, Universiade Estadual do Ceará</p>
<p>Alícia Ferreira Gonçalves, UFPB</p>
<p>Francisco Alves, UFSCar</p>
<p>Luiz Armando Bagolin, USP</p>
<p>Igor Fuser, Faculdade Cásper Líbero</p>
<p>Paula Glenadel, UFF</p>
<p>Lana Ferreira de Lima, Universidade Federal de Goiás/UFG</p>
<p>Karina Chianca Venâncio, Universidade Federal de Pernambuco/UFPE</p>
<p>Surya Aaronovich Pombo de Barros, Universidade Federal da Paraíba/UFPB</p>
<p>Fausto Fuser, USP</p>
<p>Silvia Beatriz Adoue, UNESP/Araraquara</p>
<p>Paulo Henrique Martinez, Unesp</p>
<p>Iram Jácome Rodrigues, USP</p>
<p>Sílvio Camargo, Unicamp</p>
<p>Fernando Nogueira da Costa, Unicamp</p>
<p>Mariana Cassab, UFRJ</p>
<p>Suzana Guerra Albornoz, FURG/Rio Grande e UNISC/RS</p>
<p>Alexandre Abda, FAP/SP</p>
<p>José Edvar Costa de Araújo, Universidade Estadual Vale do Acaraú</p>
<p>Gabriel Almeida Antunes Rossini, PUC/SP</p>
<p>Cláudio Oliveira, Universidade Federal Fluminense/UFF</p>
<p>Aixa Teresinha Melo de Oliveira, CEFET/RJ – UnED/Petrópolis</p>
<p>Flávio Rocha de Oliveira, FESP/SP</p>
<p>Viviane Conceição Antunes Lima, UFRRJ</p>
<p>Rita Maskell Rapold, UNEB</p>
<p>Valter Duarte Ferreira Filho, UERJ e UFRJ</p>
<p>Romeu Adriano da Silva, Universidade Federal de Alfenas</p>
<p>Paulo Cesar Azevedo Ribeiro, Universidade Estácio de Sá</p>
<p>Andréa Lisly Gonçalves, Universidade Federal de Ouro Preto</p>
<p>Álvaro Luis Martins de Almeida Nogueira, Cefet</p>
<p>Welerson Fernandes Kneipp, Cefet</p>
<p>Jarlene Rodrigues Reis, Cefet</p>
<p>André Barcelos Damasceno Daibert, Cefet</p>
<p>Luiz Antonio Mousinho Magalhães, Universidade Federal da Paraíba/UFPB</p>
<p>Maria Cristina Cortez Wissenbach, USP</p>
<p>Denise Helena P.Laranjeira, Universidade Estadual de Feira de Santana</p>
<p>Magnus Roberto de Mello Pereira, Universidade Federal do Paraná/UFPR</p>
<p>Ricardo Cardoso Paschoal, CEFET/RJ</p>
<p>Luciano dos Santos Bersot, UFPR</p>
<p>Sérgio de  Paula Machado, Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ</p>
<p>Antônio Alberto Machado, Unesp/Franca-SP</p>
<p>Sérgio Ricardo de Souza, CEFET/MG</p>
<p>Angela Thalassa, Faculdade de Arujá / IESA</p>
<p>Débora C. Piotto, USP</p>
<p>Marcelo Parizzi Marques Fonseca, UFSJ</p>
<p>Carlos Augusto de Castro Bastos, Universidade Federal do Amapá</p>
<p>Carina Inserra Bernini, Centro Universitário FIEO</p>
<p>Marta Costa, USP</p>
<p>Ana Paula Hey, USP</p>
<p>Angela Maria Carneiro Araújo, UNICAMP</p>
<p>Ignacio Godinho Delgado, Universidade Federal de Juiz de Fora</p>
<p>Otávio Luís de Santana, UFCG</p>
<p>Vladmir Agostini, UFSJ</p>
<p>Roberto de Barros Faria, Universidade Federal do Rio de Janeiro</p>
<p>Sônia Maria Rocha Sampaio, UFBA</p>
<p>Anderson Pires, Universidade Federal de Juiz de Fora/UFJF</p>
<p>Wilma Ferreira de Jesus, Faculdade Católica de Uberlândia</p>
<p>Antonio José de Almeida Meirelles, Unicamp</p>
<p>José Ademir Sales de Lima, USP</p>
<p>Ileizi Fiorelli Silva, UEL</p>
<p>Ana Fernandes, UFBA</p>
<p>Léo Carrer Nogueira, Universidade Estadual de Goiás</p>
<p>Regina Ilka Vieira Vasconcelos, UFU</p>
<p>Dilmar Santos de Miranda,  UFC<br />
Consiglia Latorre, UFC</p>
<p>Cláudia Maria Ribeiro Viscardi, Universidade Federal de Juiz de Fora</p>
<p>Sérgio Henriques Saraiva, Universidade Federal do Espírito Santo/UFES</p>
<p>Dolores Aronovich Aguero, Universidade Federal do Ceará</p>
<p>Attila Louzada, Universidade Federal do Rio Grande</p>
<p>Rogério Bitarelli Medeiros, Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ</p>
<p>Rodney Werke, Unisul</p>
<p>Bruno Mendonça da Silva, Universidade Católica de Pernambuco</p>
<p>Ricardo Oliveira, UFRRJ</p>
<p>Hudson Costa Gonçalves da Cruz, Universidade Estadual Vale do Acaraú</p>
<p>Maurício Vieira Martins, Universidade Federal Fluminense</p>
<p>Mário Tadeu  Siqueira Barros, UECE/Universidade Estadual do Ceará</p>
<p>Flavio Galib, UNICAMP e UNIMEP/SP</p>
<p>Maria Amalia Andery, PUC/SP</p>
<p>Bruno Capanema, USP e UnB</p>
<p>José da Cruz Bispo de Miranda, UESPI</p>
<p>Marcos Olender, Universidade Federal de Juiz de Fora/UFJF</p>
<p>Simone Nacaguma, FACAMP/SP</p>
<p>Sônia Maria Aranha Rodrigues de Andrade, Faculdade Anhanguera</p>
<p>Carlos Eduardo O. Berriel, Unicamp</p>
<p>Yêda Maria da Costa Lima Varlotta, UMC/SP</p>
<p>Flávia de Mattos Motta, Universidade Estadual de Santa Catarina/USC</p>
<p>Maria Conceição Maciel Filgueira, Universidade Est. do Rio Grande do Norte</p>
<p>Robson Laverdi, UNIOESTE</p>
<p>Glícia Pontes, Universidade Federal do Ceará</p>
<p>Sebastião Faustino Pereira Filho, UFRN</p>
<p>Roberto Hugo Bielschowsky, Universidade Federal do Rio Grande do Norte</p>
<p>Américo Tristão Bernardes, Universidade Federal de Ouro Preto</p>
<p>Telma Ferraz Leal, Universidade Federal de Pernambuco</p>
<p>Cristiane Kerches da Silva Leite, USP</p>
<p>Vivian Urquidi, USP</p>
<p>Adriana Duarte, UFMG</p>
<p>Alexandre Fortes, UFRRJ</p>
<p>Carmelita Brito de Freitas Felício, Universidade Federal de Goiás</p>
<p>Nésio Antônio Moreira Teixeira de Barros, UFRN</p>
<p>Luiz Gustavo Santos Cota, Faculdade de Ciências Humanas do Vale do Piranga/MG</p>
<p>Clóvis Alencar Butzge, Universidade Federal da Fronteira Sul/UFFS/PR</p>
<p>Débora Cristina Morato Pinto, UFSCar</p>
<p>Márcia Marques, UnB</p>
<p>Antonio Carlos Moraes, Universidade Federal do Espírito Santo/UFES</p>
<p>Ricardo Brauer Vigoderis, UFRPE/UAG</p>
<p>Maria Luiza Scher Pereira, UFJF</p>
<p>Terezinha Maria Scher Pereira, UFJF</p>
<p>Débora El-Jaick Andrade, Universidade Federal Fluminense</p>
<p>Clinio de Oliveira Amaral, UFRRJ</p>
<p>Cláudia Regina Andrade dos Santos, UNIRIO/UFRJ</p>
<p>Ulises Simon da Silveira, Univ. Est.Mato Grosso do Sul/UEMS<br />
Fabrizio Guinzani, Unesc/SC</p>
<p>Ana Elizabeth Albuquerque Maia, Universidade Federal do Ceará/UFC</p>
<p>Pedro Germano Leal, UFRN e University of Glasgow</p>
<p>Dimas Enéas Soares Ferreira, FUPAC, IPTAN e EPCAR</p>
<p>Geraldo Moreira Prado, Estácio de Sá e UNIRIO</p>
<p>José Luiz Aidar Prado, PUC/SP</p>
<p>Maria Elaine Kohlsdorf, Universidade de Brasília/UnB</p>
<p>Everaldo Carlos Venâncio, Universidade Federal do ABC/SP</p>
<p>Cláudia Souza Leitão, Universidade Estadual do Ceará/UEC</p>
<p>Lídia Santos, profa. de Literatura Brasileira na Univ. da Cidade de New York, NY, EUA</p>
<p>Sonia Maria Guedes Gondim, Universidade Federal da Bahia/UFBA</p>
<p>José Clécio B. Quesado, Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ</p>
<p>Micheli Dantas Soares, UFBA</p>
<p>Marcelo Milan, University of Wisconsin Parkside</p>
<p>Daniela Canella, Universidade Federal de Goiás/UFG</p>
<p>Elisabete de Sousa Otero, UFRG</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://fernandodeholanda.com/manifesto-em-defesa-da-educacao-publica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cansei! Basta! Vou votar em José Serra!</title>
		<link>http://fernandodeholanda.com/cansei-basta-vou-votar-em-jose-serra/</link>
		<comments>http://fernandodeholanda.com/cansei-basta-vou-votar-em-jose-serra/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 17 Oct 2010 13:25:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião Política]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://fernandodeholanda.com/?p=982</guid>
		<description><![CDATA[Cansei&#8230; Basta!! Vou votar no Serra, do PSDB. Cansei de ir ao supermercado e encontrá-lo cheio. O alimento está barato demais. O salário dos pobres aumentou, e qualquer um agora se mete a comprar, carne, queijo, presunto, hambúrguer e iogurte. Cansei dos bares e restaurantes lotados nos fins de semana. Se sobra algum, a gentalha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cansei&#8230; Basta!!</p>
<p>Vou votar no Serra, do PSDB.</p>
<p>Cansei de ir ao supermercado e encontrá-lo cheio. O alimento está barato demais.</p>
<p>O salário dos pobres aumentou, e qualquer um agora se mete a comprar, carne, queijo, presunto, hambúrguer e iogurte.</p>
<p>Cansei dos bares e restaurantes lotados nos fins de semana. Se sobra algum, a gentalha toda vai para a noite. Cansei dessa demagogia.</p>
<p>Cansei de ir em Shopping e ver a pobreza comprando e desfilando com seus celulares.</p>
<p>O governo reduziu os impostos para os computadores. A Internet virou coisa de qualquer um. Pode? Até o filho da manicure, pedreiro, catador de papel, agora navega&#8230;</p>
<p>Cansei dos estacionamentos sem vaga. Com essa coisa de juro  baixo, todo mundo tem carro, até a minha empregada. &#8220;É uma vergonha!&#8221;, como dizia o Boris Casoy. Com o Serra os congestionamentos vão acabar, porque como em S. Paulo, vai instalar postos de pedágio nas estradas brasileiras a cada 35 km e cobrar caro.</p>
<p>Quero aumento da gasolina na calada da noite.</p>
<p>Cansei da moda banalizada. Agora, qualquer um pode botar uma confecção. Tem até crédito oferecido pelo governo. O que era exclusivo da Oscar Freire, agora, se vende até no camelô da 25 de Março e no Braz. Vergonha, vergonha, vergonha&#8230; </p>
<p>Cansei dessa coisa de biodiesel, de agricultura familiar. O caseiro do meu sítio agora virou &#8220;empreendedor&#8221; no Nordeste. Pode?</p>
<p>Cansei dessa coisa assistencialista de Bolsa Família. Esse dinheiro poderia ser utilizado para abater a dívida dos empresários de comunicação (Globo, SBT, Band, RedeTV, CNT, Folha SP, Estadão etc.). A coitada da &#8220;Veja&#8221; passando dificuldade e esse governo alimentando gabiru em Pernambuco. É o fim do mundo.</p>
<p>Cansei dessa história de PROUNI, que botou esses tipinhos, sem berço, na universidade. Até índio, agora, vira médico e advogado. É um desrespeito&#8230; Meus filhos, que foram bem criados, precisam conviver e competir com essa raça.</p>
<p>Cansei dessa história de Luz para Todos. Os capiaus, agora, vão assistir TV até tarde. E, lógico, vão acordar ao meio-dia. Quem vai cuidar da lavoura do Brasil? Diga aí, seu Lula&#8230;</p>
<p>Cansei dessa história de facilitar a construção e a compra da casa própria (73% da população, hoje, tem casa própria, segundo pesquisas recentes do IBGE).</p>
<p>Cansei dessa palhaçada da desvalorização do dólar. Agora, qualquer um tem MP3, celular e câmera digital. Qualquer umazinha, aqui do prédio, vai passar férias no Exterior. É o fim&#8230;</p>
<p>Vou votar no Serra. Cansei, vou votar no Serra, porque quero de volta as emoções fortes do governo de FHC, quero investir no dólar em disparada e aproveitar a inflação. Investir em ações de Estatais quase de graça e vender com altos lucros.</p>
<p>Chega dessa baboseira politicamente correta, dessa hipocrisia de cooperação. O motor da vida é a disputa, o risco&#8230;</p>
<p>Quem pode, pode, quem não pode, se sacode. Tenho culpa eu, se meu pai era mais esperto que os outros para ganhar dinheiro comprando ações de Estatais quase de graça? Eles que vão trabalhar, vagabundos, porque no capitalismo vence quem tem mais competência. É o único jeito de organizar a sociedade, de mostrar quem é superior e quem é inferior.</p>
<p>Eu ia anular, mas cansei. Basta! Vou votar no Serra. Quero ver essa gentalha no lugar que lhe é devido.</p>
<p>Quero minha felicidade de volta. !!!<br />
____________________</p>
<p>Pessoal tem coisas boas e coisas ruins em cada governo, nenhum é perfeito.</p>
<p>Basta conseguir identificar quem melhorou a vida de quem na história do Brasil !!!</p>
<p><em>PS: O texto não é meu, mas vale a pena a reprodução.</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://fernandodeholanda.com/cansei-basta-vou-votar-em-jose-serra/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>André Regis candidato a Deputado Estadual</title>
		<link>http://fernandodeholanda.com/andre-regis-candidato-a-deputado-estadual/</link>
		<comments>http://fernandodeholanda.com/andre-regis-candidato-a-deputado-estadual/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 02:05:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando de Holanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[André Régis]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião Política]]></category>
		<category><![CDATA[PE 2010]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://fernandodeholanda.com/?p=970</guid>
		<description><![CDATA[No último domingo, ao sairmos da Livraria Cultura, fomos abordados pelo Professor André Régis, que divulga sua campanha a Deputado Estadual pelo PSDB. Ficamos bastante satisfeitos com a argumentação do candidato, coisa que já havia acompanhado em 2008, quando André candidatou-se a uma vaga na Câmara dos Vereadores do Recife, e nos vídeos disponibilizados no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No último domingo, ao sairmos da Livraria Cultura, fomos abordados pelo Professor André Régis, que divulga sua campanha a Deputado Estadual pelo PSDB. Ficamos bastante satisfeitos com a argumentação do candidato, coisa que já havia acompanhado em 2008, quando André candidatou-se a uma vaga na Câmara dos Vereadores do Recife, e nos vídeos disponibilizados no site da atual campanha.</p>
<p>Sua proposta é se posicionar junto à classe média formadora de opinião, aproveitando seu respaldo como cientista político, advogado e professor universitário. A candidatura está dissociada de bases eleitorais sindicalistas, classistas, assistencialistas, &#8220;genéticas&#8221; ou religiosas, a exemplo do que se faz valer a grande maioria dos parlamentares de Pernambuco.</p>
<p>São dois os motivos que fazem desta uma candidatura extremamente valiosa para os pernambucanos. O primeiro diz respeito à capacidade, competência e formação de André Régis. O cara possui dois bacharelados (Direito na UFPE e Administração na UNICAP), dois mestrados (Ciência Política na UFPE e na New School for Social Research, de Nova Iorque) e dois doutorados (nas mesmas universidades). Como se já não bastasse tamanha competência para habilitar-lhe a um mandato legislativo, André ainda propõe uma completa renovação na forma de pensar e fazer política. Sua campanha deixa claro que nenhum voto é comprado, ou seja, não há aquela boa e velha estrutura de assistencialismo e compra de apoio de vereadores e líderes comunitários e sindicais. </p>
<p>Particularmente, identifico-me bastante com esta postura. Acredito que, guardada a devida representatividade dos diversos segmentos que compõem uma sociedade tão heterogênea como a nossa, a classe média, a juventude e o formador de opinião precisam também estar representados nas casas legislativas, coisa que extremamente rara hoje em dia, infelizmente. É preciso que tenhamos candidatos dissociados das tradicionais oligarquias e estruturas eleitoreiras, que agreguem o nível de instruções de cidadãos com este perfil à vontade de renovar a forma como se faz política. Por isso, acredito que a candidatura de André Régis é algo extremamente válido para nós pernambucanos, como pode ser observado no vídeo de lançamento de sua candidatura.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/GjWd4PuyH48?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/GjWd4PuyH48?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>No entanto, na minha opinião, há dois grandes poréns nesta candidatura. O primeiro deles é um contrasenso que invariavelmente se abateria sobre a sua postura de fazer uma campanha limpa. É que ao pedir que o eleitor não vote em quem compra voto, André põe o dedo na ferida de muitas outras candidaturas, inclusive do seu próprio partido, o PSDB. E sendo a eleição proporcional brasileira a balbúrdia que é, este tiro acaba saindo pela colatra. Isso por que, diferentemente das eleições majoritárias, onde os votos beneficiam diretamente o candidato escolhido pelo eleitor antes do Confirma, as proporcionais se fazem valer do tal quociente eleitoral, um mecanismo que acaba sobrevalorizando a coligação partidária em detrimento do próprio candidato. Sendo assim, ao votar em André Régis, o eleitor beneficia não somente a sua candidatura mas as de outros políticos de seu partido, as quais ele não pode propriamente garantir que seguem seus mesmos princípios.</p>
<p>Poderíamos até considerar que isto se aplica não só a sua candidatura, mas a toda e qualquer candidatura proporcional no Brasil. No entanto, na minha opinião, isso se agrava pelo fato de André Régis ser filiado ao PSDB, sendo este o segundo porém de sua candidatura. Não cito isso pelo fato de claramente discordar do modelo de desenvolvimento pensado e demonstrado pelo partido para o Brasil &#8211; até por que aí estaríamos ingressando num extenso debate ideológico &#8211; mas sim pela postura eleitoral adotada pelos tucanos nos últimos anos, especialmente em Pernambuco. É que nestas eleições o PSDB optou por não se coligar com nenhum outro partido, atribuindo exclusivamente a seus 20 candidatos a responsabilidade de manter ou aumentar sua bancada de 7 parlamentares, estando todos eles concorrendo à reeleição ou apadrinhando um herdeiro político.</p>
<p>Sendo assim, caso André Régis não obtenha os cerca de 50 mil votos que meus cálculos cabalísticos apontam serem suficientes para garantir-lhe uma vaga na Assembleia, seus votos beneficiariam unicamente figuras como Terezinha Nunes, Pedro Eurico e Antônio Moraes. Neste cenário, o ônus de invariavelmente colaborar para eleger estes sujeitos, que compartilham do mesmo quociente eleitoral de André, não seria compensado pelo bônus de podermos contar com o seu mandato parlamentar. E sendo esta uma candidatura direcionada a um público formador de opinião, concentrada na RMR e que não compartilha de grandes currais eleitorais, tenho cá minhas dúvidas se esta é uma meta factível.</p>
<p>Portanto, acho provável que André Régis sofra do mesmo mal que sofreu em 2008, quando concorreu a uma vaga na Câmara dos Vereadores do Recife. Naquelas eleições, o PSDB novamente não só concorria isoladamente, sem coligações, como estava mal articulado na majoritária. Isso fez com que o partido atingisse uma soma de votos que lhe garaniu apenas uma vaga na casa, que ficou com a atual vereadora Aline Mariano, cuja candidatura obteve 5.905 votos, apenas 600 a mais (aproximadamente) que a excelente votação de André.</p>
<p>Sendo assim, avalio que André Régis precisaria que a conjuntura partidária lhe fosse mais favorável para assegurar uma vaga na Assembleia, já que, ao que me parece, trocar de partido com uma justificativa eleitoral vai de encontro às suas convicções políticas. Talvez tivesse sido mais válido atribuir a ele a segunda candidatura ao Senado na chapa da oposição &#8211; assumida de forma quase que olímpica pelo atual Deputado Federal Raul Jungmann (PPS) &#8211; o que lhe garantiria visibilidade suficiente para eleger-se tranquilamente à Câmara do Recife daqui a dois anos, tal qual fez Luciano Siqueira em 2006. No entanto, ou esta opção não fora cogitada por André ou lá estava a questionável articulação eleitoral do PSDB novamente confabulando contra suas aspirações políticas.</p>
<p>Suposições à parte, não tenho dúvidas de que André Régis é uma das melhores opções apresentadas aos pernambucanos para a renovação da Assembleia Legislativa do estado. Acredito que sua competência e preparo demonstrados no mundo acadêmico são mais do que suficientes para habilitar-lhe de forma consistente a este pleito. Não terá o meu voto unicamente por uma questão partidária de cunho ideológico (e não eleitoral), ainda que colaborem para esta decisão os poréns que cito neste post. </p>
<p>Torço muito para que um dia possamos contar com sua atuação parlamentar no Recife ou em Pernambuco. Tenho certeza de que a política, se encarada por nossos representantes tal qual o faz André Régis, seria bem mais produtiva e respeitada por todos nós. </p>
<p>PS: Sim, uma reforma política e eleitoral no Brasil é mais do que urgente.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://fernandodeholanda.com/andre-regis-candidato-a-deputado-estadual/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

